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quinta-feira, 14/05/2026

Senado acompanha caso de agressão a doméstica grávida

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A Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal aprovou um pedido para acompanhar as investigações sobre a empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, de 36 anos, que foi presa por agredir e torturar a empregada doméstica grávida de seis meses, Samara Regina.

O fato ocorreu em Paço do Lumiar, na Grande São Luís, Maranhão, e ganhou destaque nacional. Em um áudio enviado para amigos pelo WhatsApp, Carolina confessou a agressão, alegando que a doméstica havia roubado uma joia, e deu detalhes de como foi a tortura, com a ajuda de um comparsa.

A joia em questão, um anel, foi encontrado em um cesto de roupa suja no banheiro do quarto de Carolina, segundo relatos de Samara Regina. As agressões duraram cerca de uma hora e só cessaram quando Carolina, aparentemente satisfeita, expulsou a doméstica de casa. Durante a violência, a vítima foi arrastada pelos cabelos, levou coronhadas, e teve a arma de fogo colocada na boca. Em entrevista, Samara confessou ter temido pela própria vida e se preocupava em proteger seu bebê.

O caso aconteceu em 17 de abril, pouco depois que Samara foi contratada. Naquele dia, Carolina solicitou que ela arrumasse a casa, pois receberia a visita do policial militar Michael Bruno, seu comparsa nas agressões. Após a chegada da visita, a doméstica foi chamada novamente e confrontada pelo policial, que a acusou do furto da joia e a pressionou para localizar o objeto.

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