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sexta-feira, 08/05/2026

Justiça mantém prisão de patroa que agrediu doméstica grávida

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O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) decidiu nesta sexta-feira (8/5) manter a prisão preventiva da empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, de 36 anos. Ela é investigada pela Polícia Civil do Maranhão (PCMA) por agredir uma empregada doméstica grávida de seis meses no município de Paço do Lumiar, na Grande São Luís (MA).

Carolina foi presa em Teresina (PI), na última quinta-feira (7/5), e será transferida para a Unidade Prisional de Ressocialização Feminina (UPFEM) em São Luís (MA).

O delegado Walter Wanderley, da 21ª Delegacia de Polícia Civil de Araçagi, confirmou que a Justiça também manteve a prisão preventiva do policial militar Michael Bruno Lopes Santos, suspeito de ajudar a patroa nas agressões.

A defesa de Carolina havia pedido a troca da prisão preventiva por prisão domiciliar, mas o pedido foi negado pelo TJMA.

Detalhes das agressões

As agressões aconteceram no dia 17 de abril, após a patroa acusar a empregada, Samara Regina, de 19 anos, de roubar uma joia. Carolina possui um histórico de processos judiciais por calúnia e roubos.

Segundo o delegado, Carolina e um comparsa forçaram a doméstica a ficar de joelhos enquanto a agrediam. Em áudios enviados a amigos, a empresária detalhou as agressões.

Além disso, Carolina contou com o apoio do policial militar Michael Bruno Lopes, que estava armado no momento do crime e teria segurado a vítima durante as agressões.

Condenações anteriores

Carolina já foi condenada em 2024 pelo TJMA por calúnia contra uma ex-funcionária, quando a acusou injustamente de roubar uma pulseira de ouro. Ela foi penalizada com prestação de serviços à comunidade e pagamento de indenização por danos morais.

A empresária também foi condenada por fraudes e furtos que causaram prejuízo superior a R$ 20 mil à sua irmã em uma escola de natação.

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