Com a chegada do mês de março, que marca o início da temporada de infecções respiratórias, muitos pais e responsáveis estão atentos ao aumento dos sintomas de gripe em crianças e idosos.
A combinação de sintomas como tosse, coriza, dor de garganta, febre e mal-estar tem se tornado mais comum nas residências, exigindo medidas simples de prevenção e atenção contínua para evitar casos graves.
As síndromes gripais (SGs) são frequentes nesse período e incluem infecções respiratórias recentes com sintomas variados, como tosse, coriza e dor de cabeça. Situações mais severas podem evoluir para a síndrome respiratória aguda grave (SRAG), caracterizada por dificuldade para respirar e baixa saturação de oxigênio.
Camila Damasceno, médica da Secretaria de Saúde, destaca que é importante buscar avaliação médica especialmente quando a febre persiste por mais de 72 horas ou retorna após ter passado.
Os sinais de alerta incluem dificuldades respiratórias, chiados, fraqueza intensa, convulsões ou confusão mental. Nesses casos, buscar atendimento emergencial é fundamental para garantir o tratamento adequado.
Para sintomas mais leves, a orientação é procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS), onde profissionais podem avaliar e indicar o tratamento necessário. Em períodos de fechamento das UBS, as unidades de pronto atendimento (UPA) ou pronto-socorros são opções recomendadas.
Investir em vacinação e cuidados preventivos simples são as melhores maneiras de proteger crianças e idosos durante essa época do ano, contribuindo para a redução de casos graves e melhorando a saúde da comunidade.
