O conceito de carbono azul tem ganhado destaque significativo nas discussões sobre a mitigação das mudanças climáticas, especialmente no que diz respeito às regiões oceânicas. Este termo refere-se ao carbono capturado e armazenado pelos ecossistemas marinhos costeiros, como manguezais, marismas e pradarias submarinas.
Essas áreas desempenham um papel crucial na absorção de dióxido de carbono da atmosfera, contribuindo para a redução dos efeitos do aquecimento global. Além disso, a conservação e restauração desses habitats são vistas como estratégias eficientes para combater a perda de biodiversidade e proteger as comunidades costeiras dos impactos adversos do clima.
Nos fóruns internacionais, o carbono azul tem sido cada vez mais reconhecido como uma prioridade, destacando a necessidade de políticas integradas que promovam a proteção dos oceanos e incentivem a pesquisa sobre esse importante mecanismo natural de sequestro de carbono.

