Na sexta-feira, 17 de abril, o Centro de Ensino Fundamental (CEF) 5 de Taguatinga contou com atividades do programa Saúde na Escola (PSE). Foram feitas checagens da vacinação, orientações sobre saúde bucal e palestras focadas na prevenção da violência, cultura de paz e saúde mental para 469 alunos do 6º ao 9º ano.
O programa Saúde na Escola, criado em 2007, une as redes públicas de Saúde e Educação para garantir que estudantes da educação básica tenham acesso a ações de cuidado e prevenção. Em 2026, as atividades priorizam a atualização da vacinação, prevenção à violência e promoção da saúde mental. As ações começaram em março e continuarão ao longo do ano, com maior foco nos meses de abril e maio.
No CEF 5, o calendário das atividades foi planejado em conjunto com a Unidade Básica de Saúde (UBS) 5 de Taguatinga Sul para que as ações se encaixassem na rotina dos estudantes, sem atrapalhar as aulas. A diretora Iraildes Alves destacou que o cronograma é organizado para preservar os horários letivos e intervalos, permitindo a participação dos alunos sem prejudicar o ensino. Ela ressaltou também a importância da cooperação com os pais.
A enfermeira coordenadora da UBS 5, Layara Lisboa, explicou que as secretarias de Saúde e Educação definem, no início de cada ciclo, as escolas participantes, os principais temas e o calendário das ações de acordo com as demandas do local. Ela destacou que o serviço de saúde vai até a escola para aproximar a comunidade dos cuidados de saúde.
Além da vacinação, o programa aborda durante o ano temas como alimentação saudável, atividade física, prevenção da violência e saúde bucal. No CEF 5, os alunos receberam kits de escovação e orientações para cuidar dos dentes.
A vacinação na escola foi vista como uma ajuda prática para as famílias. A aluna de 14 anos Ilana Ximendes contou que foi a primeira vez que tomou vacina na escola e que isso facilita para quem tem dificuldade de ir ao posto de saúde. Ela também gostou das palestras, porque permitem um diálogo que ajuda os alunos a entender melhor os temas abordados.
Outra aluna de 14 anos, Dafne Mendes, comentou que os debates sobre convivência e bullying ajudam os estudantes a refletir sobre o comportamento e a melhorar o ambiente na escola. Para ela, as palestras são importantes para abrir a mente dos alunos.
