A Secretaria Municipal de Saúde de Alagoinha, em Pernambuco, concluiu a investigação sobre a receita médica que prescrevia “3h de buceta” e que causou polêmica nas redes sociais. A apuração revelou que o documento foi produzido por duas estagiárias do curso técnico de enfermagem sem o conhecimento ou autorização da técnica de enfermagem cujo carimbo constava na receita.
De acordo com a secretaria, as estagiárias relataram que a prescrição foi feita em tom de brincadeira. O documento não possui validade técnica nem administrativa, pois continha apenas o carimbo da técnica de enfermagem, sem assinatura profissional.
Diante dos fatos, as duas estagiárias foram desligadas do estágio imediatamente. Não foram encontrados indícios de envolvimento ou responsabilidade da técnica de enfermagem, que foi reintegrada às suas funções.
