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quinta-feira, 14/05/2026

Desemprego Cresce em 15 Estados no Início de 2026, Diz IBGE

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Em Brasília

A taxa de desemprego no Brasil alcançou 6,1% no primeiro trimestre de 2026, refletindo um aumento em 15 estados em comparação com o último trimestre de 2025. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou esses dados com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.

Os estados que apresentaram alta na taxa de desemprego foram: Ceará, Acre, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Maranhão, São Paulo, Alagoas, Bahia, Pará, Goiás, Minas Gerais, Rondônia, Espírito Santo e Santa Catarina. Nos demais estados, a taxa se manteve estável.

As maiores taxas de desemprego foram observadas no Amapá (10,0%), Alagoas (9,2%), Bahia (9,2%), Pernambuco (9,2%) e Piauí (8,9%). Apesar do crescimento em relação ao trimestre anterior, essa continua sendo a menor taxa para um trimestre que termina em março desde o início da série histórica em 2012.

Desemprego por Cor e Sexo

A taxa de desemprego foi menor entre pessoas brancas, com 4,9%, e maior entre pretos (7,6%) e pardos (6,8%). Em relação ao gênero, os homens tiveram uma taxa de 5,1%, enquanto as mulheres registraram 7,3%.

Pessoas com ensino médio incompleto apresentaram a maior taxa de desemprego, 10,8%, enquanto quem possui nível superior incompleto teve taxa de 7,0%, quase o dobro da taxa entre os que possuem nível superior completo, que foi de 3,7%.

Subocupação e Desalento

A taxa composta de subutilização – que inclui pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial – atingiu 14,3% da amostra. O Piauí teve a maior taxa com 30,4%, seguido por Bahia (26,3%) e Alagoas (26,1%). As menores taxas estiveram em Santa Catarina (4,7%), Mato Grosso (6,7%) e Espírito Santo (7,0%).

A taxa de pessoas desalentadas, aquelas que desistiram de procurar emprego, foi mais alta no Maranhão (10,3%), Alagoas (9,2%) e Piauí (7,6%), e mais baixa em Santa Catarina (0,3%), Rio Grande do Sul (0,7%) e Goiás (0,7%).

Informalidade e Rendimento

A taxa de informalidade no país fechou o quarto trimestre de 2025 em 37,6% da população ocupada. O rendimento médio real habitual foi de R$ 3.722, um aumento em relação ao trimestre anterior (R$ 3.662) e ao mesmo período do ano anterior (R$ 3.527).

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