Um homem identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos e professor, está previsto para comparecer à Justiça federal em Washington nesta segunda-feira (27/4) para a audiência inicial de um caso grave. Ele é suspeito de abrir fogo e tentar invadir um jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca onde estava o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Cole Tomas Allen mora na Califórnia e foi acusado formalmente de duas infrações: uso de arma de fogo durante um crime violento e agressão a agentes federais com arma perigosa. A procuradora do Distrito de Columbia, Jeanine Pirro, confirmou as informações. A investigação pode resultar em novas acusações no futuro.
O episódio causou a rápida retirada de Donald Trump e outras figuras importantes do local. Um agente federal foi atingido, mas protegido pelo colete à prova de balas.
Manifesto antes do ataque
Cerca de 10 minutos antes do ataque, Cole Tomas Allen enviou um manifesto para seus familiares. No texto, ele afirmou sentir como um dever matar o presidente norte-americano e outros funcionários do governo.
Ele pediu desculpas pelo ataque planejado e apresentou uma lista de alvos, indicando que os funcionários seriam atacados priorizando a hierarquia, exceto por Kash Patel, diretor do FBI.
“Funcionários do governo (exceto o Sr. Patel): eles são alvos, priorizados do mais alto escalão ao mais baixo”. Cole Tomas Allen também expressou seus sentimentos, dizendo: “Sinto raiva ao pensar em tudo o que esta administração fez”.
