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Só na China, Huawei vendeu mais celulares que a Apple no mundo todo

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Foram vendidos 333,2 milhões de celulares entre março e junho deste ano

Huawei: empresa vendeu 8,3% mais celulares no segundo trimestre do ano (Kacper Pempel/Reuters)

Madri — Apesar do veto anunciado em meados de maio pelo governo dos Estados Unidos, a Huawei vendeu 8,3% mais celulares no segundo trimestre do ano em comparação com o mesmo período no ano passado e, só na China, o número de aparelhos vendidos supera os que foram comercializados pela Apple no mundo inteiro.

Segundo dados divulgados pela consultora International Data Corporation (IDC), a Huawei vendeu 58,7 milhões de celulares entre abril e junho, sendo que 62% – 36,4 milhões de unidades – foram comercializados na China, batendo assim os 33,8 milhões de iPhones vendidos pela Apple no mundo no mesmo período.

A IDC explicou que, com as tensões entre a China e os EUA, a estratégia foi compensar as quedas registradas fora das fronteiras reforçando a distribuição de aparelhos no mercado nacional chinês. A ideia era vender mais celulares em cidades menores do país, onde a presença da Huawei é menor.

A tática deu resultado. A Huawei não só conseguiu driblar a crise aberta devido ao veto que Donald Trump decidiu aplicar para impedir que empresas americanas negociassem com ela, como se manteve como a segunda maior companhia no ranking de venda de celulares no mundo, atrás da Samsumg.

No entanto, a consultoria Counterpoint alertou que o impacto das tensões entre americanos e chineses será notado apenas no próximo trimestre. Isso poderia frustrar a meta da Huawei de ultrapassar a rival sul-coreana, vendeu 75,5 milhões de celulares entre abril e junho, 28,6% a mais do que a chinesa.

Enquanto as duas empresas seguem crescendo no mercado asiático, a Apple, terceira empresa a mais vender celulares no mundo, observou uma queda de 18,2% na comercialização de iPhones no segundo trimestre, de acordo com a IDC.

Mesmo assim, a Apple mantém uma fatia de mercado de 11,1%, atrás de Samsung (22%) e Huawei (17,2%), de acordo com dados da Strategy Analytics.

A queda das vendas de iPhones diminuiu o protagonismo do aparelho na receita líquida da Apple. O setor de serviços da empresa – que inclui a App Store – cresceu 12,6% no segundo trimestre, com faturamento de US$ 11,4 bilhões.

A companhia comandada por Tim Cook já havia anunciado que focaria no setor de serviços e conseguiu compensar assim os problemas do iPhone. A estratégia em diversificar os negócios se alinha com as previsões de que há uma saturação do mercado mundial de celulares.

Foram vendidos 333,2 milhões de celulares entre março e junho deste ano, segundo a IDC, o que representa uma queda de 2% em relação ao mesmo período do ano passado. A Counterpoint destacou que este foi o sétimo recuo trimestral seguido.

De qualquer forma, os números ainda impressionam. Todos os dias, 3,66 milhões de celulares são vendidos no mundo, uma média de 42 aparelhos por segundo.

 

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Facebook pode se integrar a Instagram e WhatsApp após saída de fundadores

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A informação foi obtida pelo WABetaInfo, um site conhecido por testar versões preliminares do WhatsApp

BERLIN, GERMANY – FEBRUARY 25: The Logo of instant messaging service WhatsApp is displayed on a smartphone on February 25, 2018 in Berlin, Germany. (Photo by Thomas Trutschel/Photothek via Getty Images) (Thomas Trutschel/Getty Images)

Facebook, WhatsApp e Instagram podem ter mais a ver com “Dark” do que você imagina. A série da Netflix ganhou o público nas últimas semanas após o lançamento da terceira e última temporada. Se tudo na série está interligado, a realidade de Mark Zuckerberg pode não ser muito diferente. Não que ele seja capaz de viajar no tempo (ou pelo menos ainda não), mas a ideia do bilionário é interligar todas as suas redes sociais em uma só. O que não é de todo uma surpresa.

No ano passado, Zuckerberg já havia dito que estava planejando fazer uma união entre seus aplicativos Facebook, Instagram e WhatsApp.

A ideia dele é que, se você tiver uma conta no Facebook, ficará mais fácil de achar seus amigos também no WhatsApp.

A interligação pode acontecer após a saída dos fundadores do app de mensagens, Brian Acton, que se tornou um crítico forte à rede social, e Jan Koum, que disse ter saído da empresa para ir curtir seus carros da Porsche.

Segundo Alessandro Paluzzi, um desenvolvedor conhecido no Twitter, o Instagram já está pedindo para que seus usuários baixem também o Messenger. Ele também publicou prints de possíveis novas ferramentas na rede social, como a possibilidade de salvar vídeos no IGTV — já disponível — e de acessar seu histórico de vídeos assistidos.

A principal novidade que pode estar sendo desenvolvida, no entanto, é a conexão entre o Messenger e o WhatsApp. Nesse caso, os usuários de ambos os aplicativos poderiam se comunicar entre si sem necessariamente usar o mesmo app.

Calma, ficou complicado? É o seguinte: pense que você é uma das poucas pessoas no mundo que não usa o WhatsApp, e prefere conversar pelo Messenger, se a mudança der certo, você poderá conversar com seus amigos no “zap” mesmo sem ter uma conta.

Não há previsão de quando as novidades estarão disponíveis e nada foi confirmado pelo Facebook. A informação foi obtida pelo WABetaInfo, um site conhecido por testar versões preliminares do WhatsApp. Resta saber como a empresa lidará com a privacidade dos usuários no WhatsApp, um aplicativo que sempre se associou a esse valor.

 

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Apple lança serviço de eletrocardiograma no Brasil

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Sistema estará disponível em relógios e iPhones da marca e recebeu aval da Anvisa em maio

Apple: empresa vai lançar o serviço de eletrocardiograma no Brasil (David Paul Morris/Getty Images)

A Apple vai lançar o serviço de eletrocardiograma no Brasil. A dona do iPhone obteve a aprovação da Anvisa no fim de maio. O recurso, lançado há dois anos nos Estados Unidos, registra a frequência e a intensidade dos impulsos elétricos que fazem o coração bater através de medidores presente em seus relógios.

A informação é enviada a um aplicativo no celular que faz um eletrocardiograma e ainda detecta se o ritmo cardíaco estiver irregular.

O lançamento ocorre em um momento em que o segmento de relógios conectados vem registrando alta nas vendas, aponta a consultoria IDC Brasil. Os negócios tiveram alta de 218% no primeiro trimestre deste ano, chegando a quase 150 mil unidades comercializadas.

O serviço já foi lançado em diversos países da Ásia e Europa. O serviço estará disponível quando seu novo sistema operacional for lançado globalmente, o que deve ocorrer nos próximos meses. Ao todo, já são 34 países com a solução.Pelo sistema, o relógio consegue detectar o batimento irregular, indicando que a disritmia pode ser uma fibrilação atrial. Antes de usar, o usuário precisa informar se há algum problema cardíaco e dar informações como a data de nascimento. Segundo a companhia, o serviço não consegue detectar problemas como infarto.

O aplicativo no relógio também informa se o ritmo cardíaco está muito baixo (menor de 50 batidas por minuto) ou alto (acima de 120 batimentos por minuto). Segundo dados da Apple, 2% dos jovens sofrem com batimento irregular no coração, número que sobe para 9% em pessoas acima de 65 anos.

O novo recurso vai se juntar ao já lançado “detector de quedas”. Ambas as soluções estão disponíveis nos relógios das séries 4 e 5, lançados a partir de 2018. Nos Estados Unidos, a companhia vem selando parcerias com hospitais, universidades e seguradoras no desenvolvimento de pesquisas com foco em saúde.

A demanda por produtos como os relógios já vinha em alta, o que motivou o varejo a se abastecer no começo do ano. Assim, quando a pandemia chegou, havia estoque, oferta e procura e as vendas não foram impactadas — explica Renato Meireles, analista de pesquisa e consultoria da IDC Brasil.

O foco em saúde é uma das principais apostas dos fabricantes de relógios. A filandesa Polar está trazendo ao Brasil sua nova linha de modelos que monitoram a qualidade do sono e, através do histórico do usuário, consegue orientar a melhor opção para os usuários fazerem exercícios. Funciona, diz André Bandeira, diretor da companhia no Brasil, como uma espécie de mentoria.

O público-alvo é para a pessoa que se preocupa com atividades físicas e com a saúde.

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Após falha, é preciso trocar a senha do Nubank?

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Embora as senhas não tenham sido incluídas no pacote de dados vazados, é melhor prevenir do que remediar

Nubank: fintech teve dados vazados na última terça (Rafael Henrique/SOPA Images/Getty Images)

Uma falha de segurança expôs os dados de muitos clientes da fintech brasileira Nubank na noite desta terça-feira (8). Informações como número da conta, nome completo e CPF eram possíveis de serem encontrados em pesquisas feitas nos buscadores Google, Bing, Yahoo, entre outros. A falha, reportada pelo pesquisador em segurança digital Heitor Gouvêa, foi corrigida pela fintech, mas pode ter causado grandes problemas.

Para se proteger de um ataque cibernético, embora as senhas não tenham sido incluídas no pacote de dados vazados, é melhor prevenir do que remediar.

Como alterar a senha do seu cartão Nubank:

  1. Senha de 8 dígitos, para entrar no app: ao acessar o aplicativo, acesse o menu “Perfil” e selecione a opção “Alterar senha de acesso”
  2. Senha de 4 dígitos, usada nas compras presenciais: siga os mesmos passos do primeiro item, mas, em vez de selecionar a opção da senha de acesso, selecione a “Senha de 4 dígitos”.

Uma camada extra de proteção

É possível também adicionar o que o Nubank chama de “uma camada a mais de proteção” no app, o que inclui o cadastro para biometria, disponível para Android e iPhones. Para ativar a opção, é só clicar em “Proteção do app” nas configurações do mesmo.

 

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Nem Jobs previu isso: veja como pode ser novo iPhone dobrável

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Em pleno 2020, uma nova patente publicada pela maçã pode indicar como uma versão ainda mais longe das previsões de Jobs para seu smartphone

Steve Jobs: ideia inicial do iPhone era de ser um celular de fácil uso com uma mão só (Apple/Divulgação)

Há 13 anos, quando Steve Jobs lançava o primeiro smartphone da Apple, ele não imaginava como o aparelho mudaria ao longo dos anos. O iPhone, que começou com o objetivo de ser um celular de fácil uso com apenas uma mão, ganhou contornos diferentes após a morte de seu fundador, em 2011. Desde então, ele já virou azul, roxo, amarelo, ganhou uma versão de plástico, de vidro, duas câmeras, quatro câmeras, e outras novas atualizações que alteraram sua interface inicial. Em pleno 2020, uma nova patente publicada pela maçã pode indicar como uma versão ainda mais longe das previsões de Jobs e indica um iPhone dobrável.

Segundo o documento, que está no ar desde 7 de julho, o dispositivo seria “dobrável com uma parte de display exposta” mesmo quando o celular está dobrado. “Quando desdobrado, a tela do dispositivo fica plana, mas, quando fechado, uma parte fica proeminente para continuar a ser vista pelo usuário. Essa parte vai mostrar notificações e outros conteúdos mesmo com o celular fechado”, diz a publicação. Entre as opções de display estão as mensagens de texto, e-mail, calendário, alarmes, status da bateria e força do sinal de WiFi.

O movimento pode indicar a entrada da Apple em um mercado que ainda não domina, o de smartphones flexíveis, atualmente dominado pela Huawei, Motorola e Samsung, que já lançaram a versão ousada de seus smartphones.

O da empresa fundada por Jobs, no entanto, se diferencia exatamente na forma como é fechado. Seus concorrentes, como o Galaxy Fold, da Samsung, se fecham como “livros” e cobrem totalmente a tela enquanto fechados. O Galaxy, por exemplo, se fecha ao meio, enquanto o Mate X, da Huawei, tem a lateral dobrável. Outra diferença é que a Apple, segundo m dos desenhos no documento, vai apostar em uma ferramenta lateral para que os usuários usem a câmera mesmo sem abrir o celular.

As empresas de tecnologia sempre compram patentes para evitar processos judiciais e nem todas se tornam realmente produtos no fim das contas. Ainda assim, essa é uma tendência importante para o mercado de smartphones e não seria uma surpresa a Apple apostar nesse setor.

 (US/Reprodução)

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Aplicativo Tinder prepara chamadas de vídeo para encontros virtuais

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Mas calma, para que isso aconteça, os dois usuários precisam aceitar a opção; nudez, conteúdos sexual e ilegal são proibidos pelos termos do app

Tinder: usuários precisarão concordar para entrar em chamada de vídeo (Mike Blake/Reuters)

A cantada estratégica “me chama no WhatsApp, aqui é ruim de conversar”, que virou meme na internet, pode estar com os dias contados. Isso porque o Tinder, aplicativo de relacionamentos, vai começar a testar uma opção que permite a chamada de vídeo direto em sua plataforma. Mas calma, para que isso aconteça, os dois usuários precisam aceitar a opção — não tem como, por exemplo, forçar uma conversa sem que a outra pessoa também tope.

Mas como isso vai acontecer? É simples: depois do match (como é chamada a combinação de dois indíviduos que se “curtem” no app), os dois precisam dar O.K. para receber chamadas de vídeo um do outro. E aí a mágica (ou não) acontece — a tela durante a conversa será separada em duas, para que você consiga se ver o tempo todo durante a ligação. Os usuários também vão precisar concordar com uma série de termos que proíbem conteúdos sexuais, nudez, discursos de ódio e atividades ilegais.

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IBM compra empresa brasileira de inteligência artificial

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A empresa americana apostou na WDG Soluções para levar mais eficiência a processos de diversas áreas

IBM: empresa amplia capacidade de inteligência artificial com aquisição de brasileira WDG Soluções (Joern Pollex/Getty Images)

A americana IBM anunciou planos de adquirir a empresa brasileira de robótica WDG Soluções, baseada em São José do Rio Preto, por um valor não revelado.

A compra leva à IBM expertise em infusão de inteligência artificial a processos de negócios e operações de tecnologia.

A tecnologia da WDG Soluções ajudará a americana a eliminar processos desnecessários ou duplicados, desse modo, aumentando a eficiência de empresas. Os novos recursos poderão levar melhor performance a áreas como TI, atendimento ao cliente, finanças, cadeia de suprimentos e RH.

“Com o anúncio de hoje, a IBM está dando um passo adiante e ajudando os clientes a acelerar a automação em mais partes da organização, não apenas na rotina, mas em tarefas mais complexas para que os funcionários possam se concentrar em trabalhos de maior valor”, disse, em nota, Denis Kennelly, gerente geral de Cloud Integration, IBM Cloud and Cognitive Software. A empresa de São José do Rio Preto dá à IBM mais de 600 soluções de automação robótica processual.A aquisição da IBM está em linha com uma forte tendência do mercado de tecnologia. A consultoria americana IDC estima que até 2025, as empresas baseadas em inteligência artificial terão um aumento de 100% na produtividade e no conhecimento dos trabalhadores. Com isso, essas companhias terão tempos de reação mais curtos, maior sucesso na inovação de produtos e satisfação do cliente.

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