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Smartphone sem carregador e fone de ouvido vai virar o novo normal?

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Após retirada dos acessórios do iPhone 12, existem rumores de que a Samsung pode tirar os carregadores da caixa em um futuro próximo

Após retirada dos acessórios do iPhone 12, existem rumores de que a Samsung pode tirar os carregadores da caixa em um futuro próximo

Na semana passada a Apple anunciou que as versões do iPhone 12, mais novo smartphone da companhia, não viriam acompanhadas de carregadores ou fones de ouvido em suas caixas. Até mesmo modelos mais antigos de iPhone, como XR e 11, já estão sendo enviadas sem os  acessórios. Segundo a empresa, o objetivo da retirada é bastante simples: a redução de lixo eletrônico no mundo.

Com a confirmação desse rumor em relação aos celulares, ficou a dúvida se isso não poderia acontecer também com outras fabricantes.

É claro que, para alguns concorrentes, como a Samsung, a Xiaomi e a Motorola, o momento foi bastante oportuno para fazer piada com a decisão da Apple. Em publicações feitas no Twitter e no Instagram, as empresas enfatizaram a presença de carregadores em seus smartphones.

Apesar disso, existem boatos de que a sul-coreana Samsung também pode retirar alguns de seus acessórios da caixa de lançamentos do ano que vem — incluindo o carregador — com a justificativa de redução de custo para o consumidor.

A informação, dada inicialmente pelo site coreano ETNews, afirmou que “vários funcionários da empresa disseram que ela está discutindo com parceiros como remover os componentes dos novos smartphones”. A determinação, de acordo com o site, foi dada porque, para a Samsung, já é imaginado que as pessoas tenham carregadores o suficiente depois de mais de 10 anos no mercado de celulares inteligentes.

O mesmo foi afirmado pela Apple, que acredita que seus clientes conseguiram fazer uma coleção de carregadores e fones da marca — uma realidade que pode ser mais assertiva nos Estados Unidos, mas que muda no cenário brasileiro.

Segundo o site irlandês StatCounter, a Samsung é a fabricante de celulares com a maior participação no mercado global, de 30,6%. A Apple, em seguida, tem quase 25% de participação. Em quarto lugar está a Huawei, com 10,6% do mercado. A Xiaomi, em quinto, tem uma fatia de 9,47%.

Nos Estados Unidos, a Apple é líder disparada, sendo responsável por 59,7% dos smartphones no país. Mas no Brasil, o mercado é dominado pela Samsung (com 44,6%), seguido pela Motorola (21,6%) e somente depois pela Apple (14,3%).

De acordo com a empresa, há 2 bilhões de adaptadores disponíveis nas casas dos usuários, além de 700 milhões de fones de ouvido com entrada lightning (nome dado à entrada proprietária que a Apple inclui nos iPhones). A redução de espaço significaria caixas menores, mais iphones por containers, menos espaço tomado na logística. O impacto final, dados da empresa apontam, seria equivalente a menos 450.000 carros nas ruas todos os anos.

Mas, por aqui, a ideia da retirada dos acessórios pode não ser tão popular quanto em seu país de origem.

Os altos preços dos celulares da gigante americana podem ser um dos motivos para a baixa penetração no bolso dos brasileiros — um celular de entrada com sistema operacional Android é relativamente mais barato que um iPhone. Enquanto um Samsung Galaxy A01 custa em média 700 reais, um iPhone 8 (lançado em 2017) ainda é vendido por algo entre 3.500 reais e 4.000 reais, uma diferença de quase 80%. A alta no dólar não ajuda nesse quesito e até mesmo modelos mais antigos ficaram mais caros com o lançamento do novo smartphone.

É fato também que os cabos comumente utilizados por fabricantes de smartphones Android também pode ser utilizado em uma quantidade maior de dispositivos — como no Kindle, nos controles do Xbox One, entre outros que possuem a entrada MicroUSB — enquanto as entradas da Apple não podem ser amplamente usadas da mesma forma. A empresa fundada por Steve Jobs adota o cabo do tipo USB-C desde 2019, mas modelos anteriores ainda não estão no novo padrão.

Na França a adoção de uma caixa de iPhone sem os dois acessórios não vai poder acontecer conforme o previsto. Isso porque, por lá, a legislação obriga que fabricantes incluam fones de ouvido em seus aparelhos. Os carregadores conseguem fugir — não existe uma lei francesa que proíba a falta de um cabo e de um adaptador.

Além da Samsung, não existem (ainda) boatos de que outras companhias devem adotar a ideia da Apple, que foi ao mesmo tempo muito celebrada por alguns e duramente criticada por outros. A decisão pode ter assustado as demais empresas que querem tomar uma atitude parecida nos próximos anos, mas é claro que nada está gravado na pedra.

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YouTube ganha opção de ‘gorjeta’ para remunerar criadores

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Recurso batizado de ‘Valeu Demais’ dá a opção para espectadores enviar dinheiro para autor do vídeo e ter um comentário destacado.

Logo do YouTube — Foto: REUTERS/Lucy Nicholson

O YouTube anunciou na última terça-feira (20) uma opção de “gorjeta”, que permite que os usuários enviem dinheiro para criadores de conteúdo.

Batizado de “Valeu Demais” (ou “Super Thanks, em inglês), o recurso permite enviar R$ 2, R$ 5, R$ 10 ou R$ 50 para um canal por meio de um botão que fica ao lado do “like”. Em troca, o espectador que manda a quantia fica com o comentário destacado no vídeo.

Os valores são debitados a partir de um cartão de crédito cadastrado nas plataformas do Google, dono do YouTube.

Essa opção vinha sendo testada por alguns canais da plataforma e agora será disponibilizado para mais pessoas em 68 países, inclusive no Brasil.

No entanto, ela ainda permanece em fase “beta”, mas o YouTube diz que irá disponibilizá-la para todos os criadores qualificados em seu programa de parcerias. Ao G1, a empresa disse que fica com uma parte do dinheiro, mas que a “maior parte é do criador”, sem especificar as porcentagens.

Exemplo da opção 'Valeu Demais' do YouTube — Foto: Reprodução

Exemplo da opção ‘Valeu Demais’ do YouTube — Foto: Reprodução.

O “Valeu Demais” se soma a outras iniciativas do YouTube com o objetivo de diversificar a fonte de renda dos canais da plataforma.

Atualmente, é possível cobrar por conteúdo exclusivo por meio do “Clube do Canal” e receber outras “gorjetas” no “Super Chat”, que destaca comentários em transmissões ao vivo.

Outras plataformas também estão investindo na dinâmica de oferecer opções para remunerar criadores de conteúdo. Em maio passado, o Twitter adicionou um recurso de “gorjetas”, por exemplo.

Sites como o OnlyFans e o Patreon, que viram sua popularidade crescer durante a pandemia, permitem que criadores de conteúdo cobrem por conteúdos exclusivos.

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Instagram adiciona controle para permitir ‘conteúdo sensível’ na aba Explorar

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Posts que retratem violência ou possam ser sexualmente explícitos terão mais chances de ser promovidos em seção do app caso usuário ative opção.

Ícone do Instagram. — Foto: REUTERS/Thomas White

O Instagram anunciou na última terça-feira (20) o “controle de conteúdo sensível”, uma opção nas configurações da conta que muda quais posts podem aparecer na aba Explorar do app.

A rede social explicou que considera conteúdo sensível publicações que não violam suas regras, mas que podem ter um impacto negativo para algumas pessoas.

Entre os exemplos do Instagram estão:

  • posts que contenham conotação sexual, como fotos de pessoas com roupas transparentes;
  • que retratam violência, como pessoas lutando;
  • que promovam o uso de determinados produtos regulamentados, como tabaco, produtos e serviços para adultos ou medicamentos.

 

Esse tipo de post não era promovido pelo algoritmo de recomendação na aba Explorar – que fica no ícone de lupa do app e mostra publicações de contas que o usuário não segue mas que podem interessá-lo.

Uma página de suporte da plataforma inclui outros itens considerados sensíveis, como posts que contenham discussões sobre “suicídio e automutilação'” ou “conteúdo que tenha sido verificado como desinformação”. Ao G1, a rede social afirmou que não irá promover na aba Explorar posts sobre esses temas, o que torna confusa a lista de exemplos que consta em sua documentação oficial.

Configuração opcional

A mudança dos limites dos conteúdos que aparecem na aba Explorar é opcional e fica na opção “Conta”, dentro das configurações do Instagram. Há três alternativas:

  • Limitar, que é o padrão atual e que pode conter “alguns vídeos e fotos que podem ser desagradáveis ou ofensivos”;
  • Limitar ainda mais, para restringir os conteúdos que o Instagram considera sensível;
  • Permitir, que relaxa as restrições de promoção de posts da rede.

 

A plataforma disse que os usuários podem alterar essa seleção a qualquer momento, mas que opção “permitir conteúdo sensível” não estará disponível para usuários menores de 18 anos.

Recurso 'Controle de Conteúdo Sensível' do Instagram — Foto: Divulgação

Recurso ‘Controle de Conteúdo Sensível’ do Instagram — Foto: Divulgação

O Instagram afirmou que o recurso vai dar ‘maior controle’ sobre experiência de cada usuário.

A moderação de conteúdo e a promoção de posts por sistemas automatizados é um dos desafios enfrentados pelas redes sociais.

O Facebook, dono do Instagram, criou um conselho de supervisão independente que faz recomendações sobre o tema. Em abril, foi anunciado que os usuários poderiam solicitar remoção de conteúdos para esse comitê.

As polêmicas não são restritas somente aos posts que deixam de ser removidos. Em outubro passado, o Instagram mudou as regras para fotos de seios após protesto de influenciadora plus size.

A decisão aconteceu após uma campanha realizada por uma modelo do Reino Unido que teve um post removido. Ela contestou a remoção da rede social de manter imagens similares de mulheres magras.

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França multa Google em 593 milhões de euros por violar acordo com imprensa

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Multa vem após ordem das autoridades francesas ser ignorada pelo Google. Nela, reguladores determinaram que a empresa precisaria negociar acordos de licenciamento com sites de notícias do país

Google: a gigante se encontra em uma luta global com empresas midiáticas (SOPA Images/Getty Images)

Google: a gigante se encontra em uma luta global com empresas midiáticas (SOPA Images/Getty Images)

 

Nesta terça-feira, 13, o Google foi multado em 593 milhões de euros pela Autoridade da Concorrência francesa por não negociar “em boa fé” com sites jornalísticos para veicular notícias em resultados de busca.

A multa vem após uma ordem das autoridades da França, feita em abril de 2020, ser ignorada pelo Google.

Nela, reguladores determinaram que a empresa precisaria negociar acordos de licenciamento com editoras para mostrar matérias nos resultados de busca.

Enquanto o Google argumenta que está divulgando o conteúdo dos sites, as empresas do ramo acusam o gigante é responsável pela queda na receita de publicidade.

Até abril, a empresa de Sundar Pichai já havia feito acordos com a Le Monde e a Le Figaro, editoras de notícias francesas, enquanto outras não seguiram o mesmo caminho. O Google disse que está “prestes a finalizar” um acordo global com a francesa AFP.

“Agimos de boa fé em todo o processo”, disse o Google em comunicado. “A multa ignora nossos esforços para chegar a um acordo e a realidade de como as notícias funcionam em nossas plataformas.”

Como ocorreu na Austrália, a proposta do Google é pagar pelas notícias através do Google News Showcase, novo programa que “paga editores por conteúdo de alta qualidade”.

Portanto, em vez de pagar por conteúdos que apareceriam nos resultados de pesquisa, a empresa faria isso por meio de sua própria plataforma voltada para notícias.

“Quando a autoridade impõe ordens às empresas, elas são obrigadas a aplicá-las escrupulosamente, respeitando sua letra e seu espírito”, disse Isabelle de Silva, presidente do órgão antitruste francês, em comunicado.

Agora, a empresa de serviço de busca tem dois meses para apresentar novas ideias para compensar os sites de notícias. Caso não faça isso, corre o risco de receber multas diárias de até 900 mil euros.

Google contra o mundo

A empresa-filha da Alphabet está em uma luta global para determinar como (e se) as empresas de tecnologia devem pagar pelas notícias veiculadas.

A União Europeia é um dos blocos principais na batalha, mas a Austrália foi a última a aprovar legislação que deu aos sites jornalísticos do país mais poder de negociação.

Antes da lei ser aprovada, o Google chegou a alterar resultados de busca na Austrália. De acordo com a própria empresa, links de notícias locais foram removidos e atingiram “cerca de 1% dos usuários australianos”.

Depois, a companhia de Sundar Pichai ameaçou fechar completamente o serviço de busca no país caso o governo aprovasse a legislação, mas nada foi feito.

Agora, o Google tenta fechar acordos com editoras individuais pelo mundo, tal como já estava fazendo na França.

De acordo com informações do Wall Street Journal, a empresa disse em outubro que gastaria 1 bilhão de dólares para licenciar conteúdo de sites de notícias. Em fevereiro, fechou acordo de três anos com a News Corp., dona de gigantes como o New York Post e o próprio WSJ.

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Elon Musk reserva vaga em voo espacial de Richard Branson

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No último domingo, o fundador da Space X visitou as instalações de lançamento da Virgin Galactic no Novo México para assistir ao voo e desejar “boa sorte” para Branson

Hoje, já há 600 interessados confirmados em viajar ao espaço pela Virgin, incluindo celebridades como Tom Hanks, Justin Bieber e Lady Gaga (Agência France-Presse/AFP).

Antes de levar humanos para marte, o bilionário Elon Musk deve ir para o espaço, mas não pela sua empresa, a Space X. Depois da bem sucedida viagem espacial, a Virgin Galactic, fundada pelo bilionário britânico Richard Branson, informou que o fundador da Tesla reservou uma vaga para viajar ao espaço a bordo de um dos foguetes da companhia.

Musk pagou um depósito de US$ 10.000 para garantir um assento em uma futura viagem da Virgin Galactic, disse Branson em uma entrevista ao portal The Sunday Times.

Um porta-voz da empresa confirmou a informação ao The Wall Street Jornal, no entanto, não revelou qual é a posição de Musk na fila de espera por vagas.

No último domingo, 11, Elon Musk visitou as instalações de lançamento da Virgin Galactic no Novo México para assistir ao voo e desejar “boa sorte” para Branson. “Elon é um amigo e talvez eu viaje em um de seus navios um dia”, disse o bilionário de 70 anos.

 

Branson voou com mais cinco pessoas, um marco para o turismo espacial numa empreitada que ele começou há 17 anos e que consumiu mais de US$ 1 bilhão de sua fortuna pessoal.

Hoje, já há 600 interessados confirmados em viajar ao espaço pela Virgin, incluindo celebridades como Tom Hanks, Justin Bieber e Lady Gaga. A companhia pretende retomar as vendas de bilhetes após novos testes a preços acima de US$ 250 mil por pessoa, valor inicialmente anunciado.

Após mais dois testes neste ano, as viagens com passageiros pagantes devem começar em 2022. Segundo o presidente-executivo da companhia, Michael Colglazier, a meta é de 400 voos por ano.

O tipo de voo espacial realizado pela empresa é chamado de suborbital, no qual a aeronave consegue viajar além da atmosfera. Estes aviões cruzam o limite definido como espaço — os EUA consideram a fronteira aos 80 quilômetros—, mas não alcançam velocidade suficiente para permanecer nesta região quando chegam lá.

Outro bilionário que deve ir ao espaço nos próximos dias é Jeff Bezos, que fará o primeiro voo a bordo de um foguete de sua empresa espacial, a Blue Origin.

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Ferramenta de IA detecta políticos distraídos com celular em reuniões

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Inteligência artificial publica automaticamente vídeos de legisladores com smartphones em mãos e ainda marca o usuário

Captura de tela do software ‘The Flemish Scrollers’ identificando políticos distraídos no celular durante reuniões governamentais na Bélgica (Divulgação/Divulgação)

Um novo sistema de inteligência artificial (IA), que identifica políticos distraídos com o celular, pode deixar reuniões governamentais na Bélgica — e quem sabe um dia no Brasil — mais complicadas.

A criação é do artista digital belga Dries Depoorter e recebeu o nome de “The Flemish Scrollers“.

Através do aprendizado de máquina (em inglês, “machine learning“), o software busca e identifica smartphones nas reuniões e debates do governo da Bélgica, transmitidas ao vivo via YouTube.

Já a ferramenta de reconhecimento facial ajuda a identificar automaticamente qual o político segurando o celular.

Não há como ter certeza que o acusado estava realmente perdendo tempo em alguma rede social. Ele pode estar respondendo a algum recado importante ou checando seus e-mails, mas isso não impede a IA de publicar automaticamente um alerta: “Caro distraído @, por favor, mantenha-se focado!”

 

 

A postagem é publicada automaticamente no Twitter e no Instagram com vídeo do legislador durante a reunião e sua conta oficial marcada.

A ferramenta foi lançada oficialmente na última segunda-feira, 5, então pouco se sabe sobre seu impacto no governo belga.

De acordo com repórter do site The Next Web, o criador do Flemish Scrollers tende a fazer arte voltada para o tema de privacidade — o que pode significar que a ferramenta foi feita para conscientizar sobre o aumento de vigilância por IA.

“Quando os legisladores se tornam os alvos, eles podem estar mais ansiosos para regulamentar as armas”, sugere o jornalista.

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Yahoo! ainda vale dinheiro — e foi vendido por US$ 1,6 bi para o SoftBank

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Páginas da marca Yahoo! estiveram em 4 das 10 mais visitas do Japão, e a página principal é tão vista por lá quanto o YouTube

Yahoo! foi um dos primeiros grandes investimentos do fundador do SoftBank, que alocou US$ 100 milhões em uma das startups originais da web nos anos 1990 (Noah Berger/Bloomberg/Bloomberg).

A marca Yahoo, que já foi um nome da Internet tão icônico quanto o Google, pode valer pouco para a geração Z, mais familiarizada com TikTok e Instagram. Mas ainda tem valor no Japão, onde a antes ilustre marca acabou de ser vendida por US$ 1,6 bilhão.

A Z Holdings, uma unidade do SoftBank, fundado por Masayoshi Son, fechou um acordo para comprar os direitos do nome Yahoo no Japão por 178,5 bilhões de ienes para substituir um licenciamento existente. O negócio segue a venda da divisão de mídia da Verizon Communications, cuja maior parte é a versão americana original do portal Yahoo, para a firma de private equity Apollo Global Management por US$ 5 bilhões.

O Yahoo! Inc. foi um dos primeiros grandes investimentos de Son, que montou uma participação de US$ 100 milhões em uma das startups originais da web em meados da década de 1990. O executivo posteriormente formou a joint venture Yahoo! Japan Corp., que com o passar dos anos se transformou na plataforma de tecnologia e comércio eletrônico Z Holdings, à medida que o Yahoo vendia seus principais ativos.

Embora a marca Yahoo tenha perdido popularidade na Internet de conteúdo em inglês, é parte vital do portfólio da Z Holdings, juntamente com o aplicativo de mensagens Line, a loja de comércio eletrônico de moda Zozo e a plataforma de pagamento móvel PayPay.
As marcas Yahoo estiveram entre quatro dos dez sites mais visitados no Japão em 2020, segundo pesquisa da Values. Só a página inicial do Yahoo Japão recebeu quase o mesmo número de usuários que o YouTube. O nome Yahoo é usado em aplicativos de previsão do tempo e mapas, portais financeiros usados por investidores novatos, uma marca de celulares de baixo custo administrada pela SoftBank e o Yahoo Auctions, o principal portal japonês semelhante ao EBay. No ano passado, a Z Holdings começou a migrar a marca Yahoo para PayPay em muitos de seus serviços financeiros, incluindo do cartão de crédito e seguros.
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