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Estado de SP interna 3 pacientes por covid a cada 2 minutos

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“Nós vamos continuar abrindo leitos e vagas dentro dos hospitais. Abriremos em qualquer local desses hospitais, seja nos anfiteatros, seja nos laboratórios e seja nos corredores”, declarou secretário de Saúde

(crédito: AFP / Nelson ALMEIDA)

O secretário estadual da Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, voltou a manifestar preocupação sobre um possível colapso na saúde paulista por causa do aumento de casos, óbitos e internações por covid-19. Segundo ele, três pacientes são hospitalizados a cada dois minutos em leitos de enfermaria e UTI de hospitais públicos e particulares paulistas por causa da doença.
“Algumas unidades, infelizmente, já colapsaram”, lamentou, sem detalhar o nome e a localização dos hospitais. “Não queremos que as pessoas morram sem assistência. O mínimo que podemos dar é dignidade. Nem que a gente coloque em qualquer lugar o cilindro do oxigênio, que distribua a pessoa até mesmo nos corredores. Nós vamos garantir a assistência”, disse durante coletiva de imprensa do governo João Doria (PSDB), realizada nesta sexta-feira, 5.
“Nós vamos continuar abrindo leitos e vagas dentro dos hospitais. Abriremos em qualquer local desses hospitais, seja nos anfiteatros, seja nos laboratórios e seja nos corredores. Ah, paciente no corredor? Vai ter paciente no corredor. O que nós não queremos é paciente desassistido. Nós vamos dar oxigênio, ampliar a distribuição de respiradores, como nós já temos feito.”
Ao falar dessa situação, Gorinchteyn fez um apelo para que conselhos de classe chamem profissionais de saúde a serem voluntários para atuar na linha de frente contra a covid-19. “Nós precisamos (de) ajuda, porque estamos em guerra.”
No caso de hospitalizações relacionadas ao novo coronavírus, houve um aumento de 13,5% na média diária nesta semana, que chegou a 2.066 novos pacientes por dia. Em comparação a três semanas atrás, isso representa uma elevação de 42,4%.
Em óbitos, a média diária da semana é de 273, um aumento de 13,2% em relação à semana anterior. As médias são consideradas parciais, pois não incluem os dados desta sexta e do sábado, os dois últimos dias da atual semana epidemiológica.
Também na coletiva, Doria destacou que um novo hospital de campanha montado dentro de uma unidade hospitalar já existente será anunciado na segunda-feira. 8. Ele destacou que o espaço não será nos moldes de outros do ano passado, como os montados em estádios de futebol e com leitos majoritariamente de enfermaria, mas sim voltado a pacientes graves, que exigem uma estrutura mais robusta.
“Nós precisamos de quartos com equipamentos de UTI. Essa é a razão fundamental pela qual não optamos pelas tendas”, comentou. Ele também completou a fala do secretário ao dizer: “Nós não queremos atender pacientes em corredores. Vamos atender em quartos e de forma digna.”
Na última semana, o governo já havia adiantado que negociava a contratação de 130 leitos nas dependências de uma instituição privada na região central da capital paulista. Outros detalhes serão divulgados apenas na segunda.
“A saúde pública está na iminência de viver um completo colapso”, lamentou Doria. “Nosso País virou uma ameaça sanitária não apenas aos brasileiros, mas ao mundo. É uma situação trágica, dramática”, disse ao criticar a atuação do presidente Jair Bolsonaro e do Ministério da Saúde.
São Paulo soma 2.093.924 casos e 61.064 óbitos pelo novo coronavírus. A ocupação é de 77,4% em leitos de UTI, média que é de 79,1% na Grande São Paulo. Nas enfermarias, a ocupação é de 59,6% e 66,9%, respectivamente.
O número de pacientes internados chegou a 17.802 na quinta-feira, 4, dos quais 9.910 estão em enfermaria e 7.892 em unidades de terapia intensiva. Na terça-feira, 2, o Estado teve o maior registro de confirmações de mortes pela doença de toda a pandemia, chegando a 468. Na quinta-feira, 313 óbitos foram confirmados.
Para conter o avanço da doença, o Estado entrará na fase vermelha do Plano São Paulo a partir deste sábado, 6. A classificação é a de maiores restrições, com funcionamento exclusivamente de estabelecimentos e serviços considerados essenciais, como supermercados, hospitais, farmácias e açougues. A inclusão de templos religiosos na lista de essenciais trouxe críticas ao longo da semana.
São Paulo também está com um “toque de restrição”, das 20 horas até as 5 horas diariamente. A medida consiste especialmente em uma força-tarefa para evitar e autuar aglomerações, lançada na semana passada. “São Paulo não está em lockdown. Não se descarta, mas não estamos em lockdown”, destacou Doria.
Mesmo na fase vermelha, as escolas públicas e particulares seguirão abertas, com foco nos alunos mais vulneráveis, com deficiências, dificuldades de aprendizagem e crianças menores. A presença é optativa. Os colégios particulares que não quiserem oferecer aulas presenciais podem fechar.
Saiba quais estabelecimentos e serviços são considerados essenciais em São Paulo
São considerados essenciais: supermercados, mercados, padarias (sem consumo no local), postos de gasolina, clínicas, hospitais e consultórios médicos, escolas, templos religiosos, açougues, clínicas odontológicas, estabelecimentos de saúde animal, farmácias, lojas de suplementação, feiras livres, serviços de segurança pública e privada, meios de comunicação, construção civil, indústria, hotéis, lavanderias, serviços de limpeza, manutenção e zeladoria, bancos, lotéricas, call center, assistência técnica de eletrônicos, bancas de jornal, serviços de delivery e drive-thru de alimentos, empresas de logística e locação de veículos, oficinas de veículos automotores, transporte coletivo, táxis, aplicativos de transporte, serviços de entrega, estacionamento, produção agropecuária e agroindústria, transportadoras, armazéns de abastecimento e lojas de materiais de construção.

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Rodoviária de Brazlândia em transformação

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Terminal de passageiros que passa pela sua primeira grande reforma recebeu a visita do governador Ibaneis Rocha nesta quinta-feira (30)

Inaugurada em 1969, a rodoviária de Brazlândia passa por sua primeira grande reforma da história. Nesta quinta-feira (30), o governador Ibaneis Rocha visitou o local para acompanhar o andamento da obra, que conta com investimento estimado em cerca de R$ 400 mil e está 90% executada.

O GDF tem investido mais de R$ 25 milhões na construção e na reforma de rodoviárias, que, juntas, vão beneficiar mais de 570 mil pessoas

O terminal de ônibus terá nova pintura, adequação dos banheiros, substituição do sistema elétrico, adequação da acessibilidade e às normas de combate a incêndio e correção de vazamentos, piso e cobertura. Mudanças que vão beneficiar cerca de três mil pessoas.

O governador Ibaneis Rocha visitou o local, nesta quinta (30), para acompanhar o andamento da obra | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília

“A cidade não está mais abandonada, ela vem crescendo e sendo reformada. Entregamos 33 escolas reformadas, uma escola técnica, toda a parte de iluminação, uma UPA [unidade de pronto atendimento]”, enumera o governador Ibaneis Rocha.

Já foram entregues os terminais de Sobradinho e de Santa Maria

Usuário da rodoviária, o feirante Raimundo Francisco elogia o andamento dos serviços e espera ver em breve a sua conclusão. “A reforma está ficando muito boa. Espero que depois dela as coisas melhorem, estava ruim para nós. O piso estava ruim, a iluminação não estava boa e a pintura também não. Desde que comecei a trabalhar lá nunca tinha visto uma reforma e agora ela está acontecendo e vai nos ajudar”, comemora.

A obra conta com investimento de cerca de R$ 400 mil e está 90% executada

O Governo do Distrito Federal (GDF) tem investido mais de R$ 25 milhões na construção e na reforma de rodoviárias, que, juntas, vão beneficiar mais de 570 mil pessoas. Já foram entregues os terminais de Sobradinho e de Santa Maria.

A rodoviária do Gama também está em obra, e a do Sol Nascente/Pôr do Sol já começou a ser erguida

O secretário de Transporte e Mobilidade, Valter Casimiro, reforça que “o GDF está investindo em construções e reformas de rodoviárias em várias regiões administrativas. O terminal de Brazlândia foi incluído nessas obras, pois nunca havia passado por uma reforma e a estrutura antiga estava bastante deteriorada. Os moradores da região merecem um local adequado para acessar o transporte coletivo”.

A rodoviária do Gama também está em obra, e a do Sol Nascente/Pôr do Sol já começou a ser erguida. O GDF ainda está licitando a construção de novas rodoviárias para as comunidades do Itapoã e do Varjão.

Desde 2019, o GDF tem feito uma série de intervenções na cidade, com mais de 50 obras e R$ 82 milhões em investimentos.

Confira, abaixo, as principais entregas e obras:
• UPA
• Escola Técnica
• Reforma dos canais do Rodeador, Balneário Veredinha e Capão Comprido
• Construção da Praça da Bíblia
• Melhorias na DF-435
• Pavimentação de 8,2 km na DF-001 (entre a DF-430 e a DF-220)
• Mais de 1,6 mil lâmpadas de LED instaladas
• Quase 1,4 mil escrituras para os moradores da Vila São José
• Reforma da agência do trabalhador
• Reforma do Na Hora
• 11 mil metros de calçadas
• Reforma da Feira Central de Brazlândia
• Reforma da Rodoviária (em andamento)

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Distrito Federal apresenta plano de combate à dengue em evento nacional

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Encontro promovido pelo Consórcio Brasil Central reuniu coordenadores de políticas públicas de saúde dos estados de Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Tocantins

Representantes do Distrito Federal e de outros entes da federação discutiram, nesta quinta-feira (30), novas metodologias e ferramentas para o combate e enfrentamento a arboviroses causadas pelo mosquito Aedes aegypti – dengue, zika, febre amarela e chikungunya. A discussão ocorreu em evento promovido pelo Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central (BrC), transmitido ao vivo pelo canal do YouTube da entidade.

O subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero, apresentou o monitoramento realizado pelo DF no controle do vetor das doenças. Segundo ele, o combate aos novos criadouros e a mitigação da população de mosquitos exige mitigação da população de mosquito, considerando o conjunto variável de elementos biológicos, etiológicos e comportamentais.

O subsecretário de Vigilância à Saúde do DF, Divino Valero, diz que é estudado o uso de armadilhas contra os mosquitos dentro de um plano de estratégias coletivas | Fotos: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília

“Estamos estudando, por exemplo, o uso de armadilhas para o mosquito, sobre qual a eficácia do aparelho, qual o tamanho da área que poderá ser coberta e quais os possíveis resultados. É um trabalho que está começando a ser discutido para criarmos estratégias coletivas”, elencou.

Valero destacou ainda que não se trata de um processo formal. “Não temos uma receita de bolo. É o controle de um ser vivo, com alta adaptabilidade. Todos os dias discutimos novas metodologias, variações do vetor, além da alteração do padrão do comportamento humano em função da covid.”

A superintendente de Vigilância em Saúde de Goiás, Flúvia Amorim, alerta para a necessidade de se chegar ao mês de outubro com o menor número possível de criadouros

“Tivemos um aumento considerável do lixo doméstico e isso coincidiu com um período chuvoso muito intenso, o que aumentou a população de mosquitos e potencializou a capacidade de transmissão das doenças”, explanou Valero.

União de setores

A secretária-executiva de acompanhamento e monitoramento de políticas públicas do DF, Meire Mota Coelho, salientou que o enfrentamento às arboviroses é prioridade da gestão atual. “Nossa sala de coordenação e controle atua de forma integrada, com colaboração entre todas as agências de governo, para o combate à dengue”, pontua.

O coordenador geral de vigilância de arboviroses do Ministério da Saúde, Cássio Peterka, defende que a atuação deve ser conjunta entre a saúde, limpeza urbana e segurança pública

A atuação conjunta é defendida também pelo coordenador geral de vigilância de arboviroses do Ministério da Saúde, Cássio Peterka. Segundo ele, o enfrentamento às arboviroses deve trabalhar a interseccionalidade governamental, envolvendo outras áreas além da saúde, como limpeza urbana e segurança pública.

“O combate às arboviroses precisa ser trabalhado com toda a sociedade. Não só com os profissionais de saúde, mas com todos os cidadãos”, diz ele. “O principal papel do Ministério da Saúde, em relação às arboviroses, é fazer a orientação técnica, junto aos estados e municípios, para que sejam geradas políticas públicas aplicáveis em todo o Brasil”, completa.

O secretário-executivo do BrC, José Eduardo Pereira Filho, considera a necessidade de diálogo: “Com o aumento exponencial dos casos de dengue, zika e chikungunya em 2022, achamos por bem discutir boas práticas exercidas nos estados, para ampliar para toda a federação”

Âmbito nacional

Primeira autarquia formada por estados no Brasil, o BrC existe desde 2015 com objetivo de estimular o desenvolvimento e progresso regional dos entes federativos participantes. O consórcio atualmente é presidido pelo governador Ibaneis Rocha e, além do DF, reúne os estados de Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Tocantins.

O secretário-executivo do BrC, José Eduardo Pereira Filho, destaca o papel exercido pelo grupo como ampliador de debates. “Temos como propósito fazer uma conjunção de políticas públicas e atitudes de governo no sentido de fazer com que as populações sejam melhor atendidas. Com o aumento exponencial dos casos de dengue, zika e chikungunya em 2022, achamos por bem discutir boas práticas exercidas nos estados, para ampliar para toda a federação. Portanto, é um momento de diálogo”, comenta.

Para a superintendente de Vigilância em Saúde de Goiás, Flúvia Amorim, as ações precisam ser definidas e viabilizadas antes do próximo período chuvoso na região centro-oeste. “Em Goiás, tivemos um aumento de 200% em relação aos casos de dengue e mais de 400% em relação à chikungunya. Em plena pandemia, há um pico de casos de covid-19 e dengue ao mesmo tempo. Então, precisamos chegar em outubro com o menor número de criadouros possível, controlando o vetor do arbovírus, para termos uma situação melhor em toda a região no próximo verão”, pontua.

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Pontos de Samambaia sem energia nesta sexta (1º) para modernização da rede

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Desligamento programado será das 8h30 às 16h. Caso os trabalhos sejam concluídos antes do previsto, a energia será religada sem aviso prévio

Nesta sexta-feira (1º), Samambaia passará por modernização das redes de alta e baixa tensão e desmembramento da rede de baixa tensão, com o objetivo de melhorar o fornecimento de energia. Durante os trabalhos, será feito o desligamento programado em alguns endereços.

Das 8h30 às 16h, a interrupção afetará a QR 113 (conjuntos 1 a 3, 5 a 8 e 10 a 12), a QS 113 (conjunto B, lote 2 e conjunto F, lote 11/12) e a QR 115 (conjunto 1, lotes ímpares de 5 a 29).

Caso os trabalhos sejam concluídos antes do previsto, a energia será religada sem aviso prévio.

Além dos desligamentos programados, pode acontecer de acabar a energia em alguma região, sem aviso prévio. Nestes casos, a população pode registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes  com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado para essa finalidade.

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Planaltina ganha 60 abrigos de ônibus

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Em 2022, a Semob já concluiu mais de 170 implantações e substituições de abrigos

O Governo do Distrito Federal (GDF) está concluindo a implantação de 60 abrigos de passageiros que beneficiam os usuários do transporte público coletivo de Planaltina. A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob) ampliou para 60 a quantidade de estruturas que estão sendo instaladas em diversas localidades da região administrativa. Nos últimos dois meses, 48 abrigos já haviam sido implantados. As novas paradas de ônibus deverão ser liberadas para o público até o final de julho.

Estruturas contam com rampa e piso tátil, de acordo com as normas de acessibilidade | Foto: Divulgação/Semob

De acordo com o subsecretário de Terminais da Semob, Ronivaldo Bento Costa, houve um crescimento na demanda por transporte público, o que levou a pasta a ampliar a infraestrutura com a implantação de novos abrigos.

“Nós aumentamos a quantidade de abrigos que estavam inicialmente previstos para a região de Planaltina para atender os usuários do transporte coletivo que tiveram as suas demandas registradas junto à administração regional ou diretamente na secretaria”, explicou.

As novas localidades beneficiadas com 12 abrigos ficam na DF-230, DF-128, Condomínio Estância, BR-020, Jardim Roriz, Setor Resadori Leste, Buritis III, Vila Vincentina e Residencial Marissol, no Setor Habitacional Arapoanga.

Estão em fase de conclusão as 26 paradas que estão sendo implantadas na DF-230, BR-030, DF-128, Condomínio Estância (Mestre D’Armas III), Jardim Roriz, setores Buritis III, Buritis IV, Vila Vicentina e Tradicional.

Na região do Arapoanga foram implantados oito abrigos, todos na DF-230, sentido Avenida Erasmo de Castro, DF-110 e DF-410. Três estruturas foram erguidas no setor Residencial Norte do Jardim Roriz. E outras nove paradas de ônibus foram implantadas no Assentamento Renascer, beneficiando passageiros das proximidades da DF-230 e DF-128, em ligações com Avenida Goiás, Residencial Samauma e posto da Unidade Básica de Saúde 12, entre outras.

Em 2022, a Semob já concluiu mais de 170 implantações e substituições de abrigos. Todos os equipamentos são dotados de rampa e piso tátil, de acordo com as normas de acessibilidade. Outros nove abrigos passaram por reforma e impermeabilização, além de adequação para garantir acessibilidade aos usuários.

*Com informações da Semob

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Parceria beneficia produtores rurais com resíduos de poda de árvores

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Secretaria de Agricultura e Neoenergia firmam acordo para disponibilizar gratuitamente esse material a agricultores de todo o DF

Com o objetivo de promover a gestão sustentável dos resíduos triturados nas podas feitas em árvores localizadas próximas à rede elétrica e o apoio a pequenos produtores rurais, o Governo do Distrito Federal (GDF), por intermédio da Secretaria da Agricultura  (Seagri), e a Neoenergia Brasília firmaram parceria, nesta quarta-feira (29), parceria para disponibilizar gratuitamente resíduos de podas de árvores a produtores rurais de todo o DF.

Dono de propriedade na área rural de Planaltina, Claudio Marcio utiliza o material orgânico para auxiliar na implantação de um bananal | Fotos: Divulgação/Neoenergia

Participaram da solenidade de assinatura do termo de cooperação o secretário de Agricultura, Candido Teles, e o diretor-presidente da distribuidora, Frederico Candian. “Esse tipo de parceria chega para beneficiar as pessoas mais importantes desse processo, os produtores rurais”, comemora Candido Teles Araújo. “Importante agradecer à Neoenergia Brasília por todo o trabalho desenvolvido na capital federal e dizermos que ainda temos muita coisa para fazermos juntos”, complementa.

“Esse tipo de parceria chega para beneficiar as pessoas mais importantes desse processo, os produtores rurais”Candido Teles, secretário de Agricultura

Segundo o diretor-presidente da Neoenergia Brasília, essa parceria promove a aproximação e a troca de experiências com os produtores rurais da capital federal. “Uma ação que garante a sustentabilidade, a proteção de plantios e a conservação de recursos naturais no meio ambiente”, explica Frederico Candian.

O projeto já está sendo tocado, de forma piloto, desde o segundo semestre de 2021. No total, 65 produtores rurais foram beneficiados pela parceria e aproximadamente 350 toneladas (uma média de 40 toneladas por mês) de resíduos triturados das podas de árvores foram distribuídos.

Dono de uma propriedade na área rural de Planaltina, Claudio Marcio Romanio utiliza o material orgânico para auxiliar na implantação de um bananal. “Estou em Brasília há oito anos e já usava esse tipo de material em Santa Catarina. Ajuda demais a enriquecer o solo. Vai ser de suma importância para o desenvolvimento da minha plantação”, comemora o produtor rural.

O material triturado de poda é um excelente material orgânico para o solo, melhorando sua qualidade. Ele funciona como uma excelente cobertura de proteção do solo, mantendo a umidade e reduzindo o volume de água necessária durante a irrigação. Também pode ser direcionado para compostagem, devolvendo essa matéria orgânica para o meio ambiente.

Os interessados em participar do projeto devem procurar a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF), que mapeia as necessidades dos produtores rurais para indicação do material. Na sequência, os produtores devem procurar a Seagri para formalizar a doação e buscar os resíduos de poda.

*Com informações da Neoenergia e da Seagri

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Metrô-DF lança licitação de R$ 362 milhões para construir mais duas estações em Samambaia

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Projeto prevê ainda expansão de 3,6 quilômetros na linha da região e edificação de estruturas de apoio. Expectativa é que obras durem quatro anos e beneficiem 10 mil pessoas.

Passageiros aguardam para entrar em vagão do Metrô, no Distrito Federal — Foto: Mary Leal/Agência Brasília

A Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) lançou, nesta quarta-feira (29), um edital de licitação para a expansão de 3,6 quilômetros da linha 1 do Metrô, no trecho Samambaia, e a construção de duas estações na região. A medida foi publicada no Diário Oficial do DF.

O valor estimado da contratação é de R$ 362.485.211,06. De acordo com o Metrô-DF, a previsão de duração das obras é de quatro anos, e o projeto de expansão deve beneficiar uma população de 10 mil pessoas.

A licitação será por menor preço global, com objetivo de contratar empresa ou consórcio para elaborar o projeto e executar as obras. O edital pode ser consultado no site do Metrô-DF, onde também deve ser feito o pré-cadastro para participação na licitação. As propostas precisam ser enviadas até as 10h do dia 5 de setembro.

Segundo o projeto, uma das novas estações ficará perto da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Samambaia e a outra, que também vai funcionar como terminal, próxima ao Centro Olímpico. Ainda estão previstos três viadutos, quatro passarelas de pedestres, e subestações de energia.

Atualmente, o Metrô-DF tem 42,5 quilômetros de extensão e 27 estações operacionais: três delas (EPQ, 106 Sul e 110 Sul), inauguradas nos últimos três anos. Por dia, passam, em média, 130 mil pessoas pelo Metrô-DF – antes da pandemia, a demanda diária de usuários chegava a 160 mil.

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