Eduardo Bolsonaro, deputado cassado, comentou a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar as facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras. Ele definiu essa medida como um “golaço de Flávio Bolsonaro“, destacando o trabalho do senador junto a Trump.
Segundo Eduardo, essa decisão coloca o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em uma situação difícil, numa “sinuca de bico”. O ex-deputado elogiou a estratégia e inteligência de Flávio Bolsonaro na comunicação com as autoridades americanas, ressaltando a importância da reunião recente entre o senador e o ex-presidente Donald Trump.
Diferença na abordagem diplomática
Eduardo Bolsonaro destacou que a forma direta de Flávio Bolsonaro contrastou com a diplomacia do atual governo. Segundo ele, o presidente Lula apresentou muitos documentos que não foram totalmente considerados por Trump, enquanto a reunião de Flávio teve maior impacto por falar a mesma “língua” ideológica e literal do ex-presidente americano.
Críticas ao governo atual
O ex-deputado, que está nos Estados Unidos, criticou o governo de Lula, acusando-o de fazer lobby a favor das facções criminosas e de apresentar uma imagem irreal do Brasil às autoridades americanas.
“Estamos colocando o Lula numa situação difícil, obrigando-o a se posicionar publicamente sobre este tema, que será um dos mais importantes na próxima eleição”, afirmou Eduardo Bolsonaro.
Classificação das facções como terroristas
O Departamento de Estado dos EUA anunciou que incluirá oficialmente o PCC e o CV na lista de Organizações Terroristas Estrangeiras, como parte de uma estratégia para combater o crime organizado internacional e ampliar sanções contra o narcotráfico.
Essa medida deve entrar em vigor em 5 de junho, fortalecendo o combate a essas organizações e aumentando a pressão internacional sobre o crime organizado no Brasil.

