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quarta-feira, 22/04/2026

Casos de sarampo são confirmados no Rio de Janeiro

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O Ministério da Saúde confirmou nesta quarta-feira (1º) um caso de sarampo no Rio de Janeiro. A paciente é uma mulher de 22 anos, sem vacina, que trabalha em um hotel da cidade.

Após a confirmação, foram feitas ações rápidas como investigação, vacinação nas áreas próximas à casa da paciente, no trabalho e unidades de saúde, além de busca para encontrar outros possíveis casos.

O Ministério da Saúde está trabalhando junto com as secretarias municipais e estaduais para controlar a situação.

Este é o segundo caso de sarampo registrado no Brasil em 2026. O primeiro foi uma criança de 6 meses em São Paulo, que tinha viajado recentemente para La Paz, na Bolívia, onde há um surto ativo da doença.

Na época do primeiro caso, foi feita a vacinação em massa na área onde a criança vive para evitar mais contágios.

Apesar dos casos, o Brasil continua sem circulação contínua do vírus do sarampo.

O país mantém esse status mesmo depois de perder a certificação regional das Américas, devido a surtos em países como Estados Unidos, Canadá e México.

Em 2025, o Ministério da Saúde conseguiu interromper a transmissão dos 38 casos importados com ações rápidas de vigilância e vacinação, reconhecidas pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

Entenda

O sarampo é uma doença muito contagiosa e já foi uma das principais causas de morte entre crianças em todo o mundo.

Mesmo com avanços na vacinação, o sarampo ainda é um problema de saúde pública, especialmente em lugares com baixa cobertura vacinal.

Os sintomas do sarampo podem ser parecidos com outras doenças virais, por isso é importante estar atento para identificar e tratar corretamente.

Quem tem sarampo apresenta manchas vermelhas na pele e muita coceira nas mãos. A doença se espalha pelo ar, quando a pessoa infectada tosse, espirra ou fala.

O sarampo é tão contagioso que uma única pessoa pode infectar até 90% das pessoas ao seu redor que não estão imunizadas.

A transmissão ocorre cerca de seis dias antes até quatro dias depois do aparecimento das manchas na pele.

Informações fornecidas pela Agência Brasil.

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