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Canabidiol ajuda a reduzir consumo de maconha, diz estudo

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Pesquisa britânica aponta que doses mais altas de cannabis tiveram melhores resultados para redução de uso

Maconha: participaram da pesquisa apenas pessoas que foram diagnosticadas com uso extremo da droga (Jordan Siemens/Getty Images)

Um estudo mostra que o canabidiol (CBD) encontrado na cannabis não produz nenhum dos efeitos encontrados na droga. Pelo contrário: na medicina, o canabidiol é frequentemente usado para o tratamento de diversos problemas, como psiquiátricos e neurológicos. Agora um estudo feito pela Kings College London e pela Universidade de Bath, ambas na Inglaterra, aponta que o canabidiol pode ser usado também para reduzir o uso excessivo da maconha.

O estudo, publicado na revista científica The Lancet Psychiatry, foi duplo-cego (quando nem os médicos e nem os pacientes sabem qual medicamento está sendo administrado), com grupo de controle usando placebo, e aleatório.

A pesquisa indica que os efeitos da droga estão mais ligados ao THC, outra substância encontrada na cannabis. O objetivo era identificar o melhor tratamento para os viciados em determinadas drogas, como é o caso da maconha.

Os voluntários tinham de preencher requisitos de problemas de uso com a maconha e foram selecionados aleatoriamente no primeiro estágio do teste de quatro semanas, nas quais foram administradas três diferentes doses do canabidiol — 200mg, 400mg, ou 800mg — e também o placebo para 82 pessoas que já haviam tentado parar de consumir maconha, mas não conseguiam. Todos eles também receberam diagnósticos de uso extremo da droga.

A pesquisa aponta que as doses mais altas de cannabis (como a de 400mg e de 800mg) tiveram melhores resultados em pessoas que têm problemas com o uso de maconha. O canabidiol não apresentou nenhum efeito colateral e 94% dos participantes completaram o tratamento sem maiores problemas.

Os resultados, por fim, apontam que o canabidiol foi um grande responsável pela redução do consumo exagerado da maconha e as doses mais altas foram mais eficazes do que o placebo ou as doses mais leves.

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Saúde

Vacinação contra sarampo é prorrogada e vai até 27 de novembro

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Cerca de 7% das pessoas entre 20 e 49 anos, público-alvo da campanha, imunizada contra a doença

A campanha inclui adultos, que também podem se vacinar – (crédito: YASIN AKGUL / AFP)

Em razão do surto de sarampo que ocorre no país, a Secretaria de Saúde prorrogou a campanha de vacinação contra a doença até 27 de novembro. A orientação é que os adultos que têm entre 20 e 49 anos procurem as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) para receber a dose extra da tríplice viral. Até 26 de outubro, apenas 7,7% desse grupo foi imunizado.

Dos cinco casos de sarampo notificados na capital federal neste ano, quatro pertenciam a essa faixa etária. Por isso, esse grupo é o público-alvo da campanha. Só está dispensado da imunização quem já recebeu o reforço em 2020.

A dose extra é aplicada em todos os postos de saúde, independente da situação vacinal. Com isso, mesmo quem já tem imunizações registradas na caderneta pode receber a vacina. A orientação para as pessoas de 1 a 29 anos, é que tenham, pelo menos, duas doses registradas; as de 30 a 59 anos devem ter tomado a vacina pelo menos uma vez.

Entre os sintomas do sarampo estão febre, tosse, coriza, olhos avermelhados e o surgimento de manchas vermelhas pelo corpo. O quadro pode evoluir para pneumonia e infecção de ouvido. Em crianças, pode levar à morte. A doença é perigosa devido à facilidade de transmissão. A estimativa do Ministério da Saúde é que 1 infectado transmita o sarampo para outras 18 pessoas, inclusive pelo ar.

Por causa da transferência do ponto facultativo nesta sexta-feira (30/11) e do feriado de Finados na segunda (2/11), o atendimento nos postos de saúde será interrompido e volta na terça (3/11). A vacinação é a estratégia de saúde para barrar as transmissões e a circulação do vírus causador do sarampo.

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Saúde

Vacina: Anvisa estuda retomada e testes da Johnson & Johnson podem voltar no DF

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Caso a Anvisa decida voltar com os ensaios clínicos da vacina Ad26.COV2.S, os cidadãos do DF poderão participar dos testes

Os testes no DF seriam abertos ao público a partir de 18 anos – (crédito: Chaideer Mahyuddin/AFP)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu novas informações da vacina Ad26.COV2.S, contra a covid-19, desenvolvida pela Johnson & Johnson, e analisa a possibilidade de voltar com os testes da imunização no Brasil e, consequentemente, no Distrito Federal.

A Anvisa interrompeu os estudos da vacina em 13 de outubro, após a farmacêutica anunciar a paralisação das testagens devido a uma reação adversa grave ocorrida em um voluntário no exterior.

Testes no DF

As vacinas estavam previstas para chegar na capital neste mês para dar início aos ensaios clínicos da fase 3, uma das últimas etapas para verificação de segurança e eficácia de uma imunização. Ao todo, 800 moradores da região central do DF e do Entorno participariam dos testes como voluntários, recebendo uma dose do produto e sendo avaliados pela equipe do L2iP Instituto de Pesquisas Clínicas.

Além disso, nas testagens da Ad26.COV2.S qualquer pessoa acima de 18 anos poderia fazer a inscrição inicial do processo, diferente dos estudos que já estão em andamento no Hospital Universitário de Brasília (HUB) e recebem apenas profissionais de saúde.

Inovação

De acordo com o Instituto de Pesquisa L2iP, a tecnologia utilizada na vacina da Johnson & Johnson é bastante inovadora e promissora. Nesse tipo de metodologia, os médicos aplicam o conceito de vetor recombinante, em que se utiliza outro vírus, neste caso o adenovírus tipo 26, e se faz uma alteração na estrutura para codificar a proteína S do vírus Sars-CoV-2, do coronavírus.

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Estudo diz que ventilação é crucial para conter covid em eventos

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Servidores que atuam no combate à pandemia terão adicional de insalubridade

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Nova lei estabelece critérios para o adicional de insalubridade aos servidores públicos do DF que atuem diretamente no combate à pandemia. Norma foi publicada no DODF desta terça-feira

(crédito: Minervino Junior/CB/D.A Press).

Agentes públicos do Distrito Federal que atuam diretamente na prevenção e no combate de pandemias, assim como os que atuam nos serviços essenciais durante o período da crise sanitária, passam a se enquadrar no grau máximo de insalubridade. A mudança foi regida pela Lei Complementar nº 974 publicada no Diário Oficial do DF desta terça-feira (27/10).

O projeto é de autoria da deputada distrital Arlete Sampaio (PT) e foi promulgado pelo presidente da Câmara Legislativa do DF, Rafael Prudente (MDB).

Segundo o texto, para os agentes públicos que atuem diretamente na prevenção e no combate de pandemias declaradas pelo poder público se aplicará o grau máximo de insalubridade, assim como para os agentes públicos que atuem em serviços essenciais pelo tempo que perdurar a pandemia.

Também aplica-se o grau máximo de insalubridade aos servidores da carreira de Auditoria de Atividades Urbanas, de Atividades de Defesa do Consumidor do Instituto de Defesa do Consumidor do DF (Procon) e de Policiamento e Fiscalização de Trânsito do Departamento de Trânsito do DF (Detran-DF) que atuem em serviços essenciais enquanto durar o estado de calamidade pública.

Servidores da saúde que atuam diretamente na prevenção e no combate de epidemias e doenças contagiosas, durante período de emergência em saúde pública também se enquadram nas novas regras.

Insalubridade

O adicional de insalubridade é um direito de trabalhadores que são trabalham expostos a agentes que podem ser nocivos à saúde. Estes recebem um percentual do salário de acordo com o grau de insalubridade estabelecido por lei. Segundo a Consolidação das Leis do Trabalho, há três graus: mínimo, médio e máximo.

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Resposta para tratamento da covid-19 pode estar em recuperados

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Terapia com foco nas células T pode ajudar pacientes com imunidade baixa na luta contra o novo coronavírus

Coronavírus: (Getty Images/Getty Images)

As células T de pessoas recuperadas do novo coronavírus podem servir como um tratamento potente para a doença. Um novo estudo publicado nesta segunda-feira, 26, aponta que os linfócitos reativos que ajudam o organismo na defesa de infecções encontrado em pessoas que já se curaram da covid-19 pode ajudar pacientes imunocomprometidos a criar uma resposta imune antes de uma exposição ao vírus, o que os protegeria de quadros mais sérios da infecção.

Essas células foram encontradas principalmente em doadores de sangue que tiveram casos confirmados do SARS-CoV-2 e que os linfócios diretos se adaptaram para atacar partes específicas das proteínas virais. A descoberta de que as células T estão atacando com sucesso uma membrana da proteína do vírus pode ajudar também os desenvolvedores de vacinas a pensarem em formas diferentes de fazer uma imunização para o vírus.

“Descobrimos que muitas pessoas que se recuperaram da covid-19 têm a célula T que reconhecem e atacam as proteínas virais da doença, o que dá a elas imunidade porque essas células estão treinadas para lutar”, explica Michael Keller, um dos autores do estudo e pediatra no Children’s National Hospital, nos Estados Unidos.

O próximo passo dos pesquisadores é conseguir uma aprovação do Food and Drug Administration (órgão americano análogo a Anvisa) para realizar a primeira fase de testes de células T específicas da covid-19 para induzir e melhorar a resposta imune de indivíduos vulneráveis.

“Isso sugere que adotar a imunoterapia usando células T convalescentes para atacar regiões do vírus pode ser um jeito eficaz de proteger pessoas vulneráveis, em especial aquelas que têm o sistema imunológico comprometido por tratamentos contra o câncer ou que fizeram transplantes recentemente”, continua Keller.

 

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Covid-19: governo reconhece calamidade pública na Bahia e no Ceará

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Medida facilita acesso a recursos da União

Covid-19: Fiocruz amplia capacidade nacional de testagem

O governo federal reconheceu o estado de calamidade pública na Bahia e no Ceará em razão da pandemia da covid-19. A portaria da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil foi publicada hoje (26) no Diário Oficial da União.

O reconhecimento de situação de emergência ou estado de calamidade pública pelo governo federal reduz a burocracia e facilita, a estados e municípios, o acesso aos recursos da União para ações de socorro.

Balanço divulgado neste domingo (25) pela Secretaria de Saúde da Bahia mostra que o estado registrou 691 novos casos da covid-19, nas últimas 24 horas. No total, o estado acumula 344.705 casos, desde o início da pandemia. O boletim traz ainda o registro de 22 novas mortes, totalizando 7.475 óbitos no estado.

No Ceará, o boletim do Ministério da Saúde, divulgado ontem (25), aponta 872 novos casos e dois óbitos registrados nas últimas 24 horas no estado. O estado acumula 270.264 casos, e as mortes já chegam a 9.248.

Agencia Brasil

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sábado, 31 de outubro de 2020

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