Autoridades expressaram pesar pela morte de Oscar Schmidt, ícone do basquete nacional e internacional, ocorrida nesta sexta-feira (17/4).
O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) destacou em suas redes sociais que Oscar Schmidt não foi apenas um jogador; ele foi uma lenda do basquete mundial que sempre defendeu o Brasil nas quadras.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), manifestou solidariedade aos familiares, amigos e admiradores do ex-atleta. Em nota, afirmou que a trajetória de Oscar Schmidt permanecerá viva na memória dos brasileiros. Alcolumbre ressaltou o talento e a dedicação que fizeram de Schmidt um dos maiores pontuadores da história do basquete mundial.
Também nas redes sociais, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), expressou seus sentimentos à família e lembrou que Oscar Schmidt marcou sua carreira com garra e amor ao esporte e à camisa da Seleção Brasileira.
Oscar passou mal em casa
A causa da morte ainda não foi divulgada. O ex-jogador estava em casa quando passou mal e foi levado às pressas ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA), em Santana de Parnaíba (SP), onde chegou sem sinais vitais.
O velório e enterro serão restritos à família. Conhecido como “Mão Santa”, Oscar Schmidt nasceu em Natal (RN), em 1958, e fez história no basquete mundial. Jogou por clubes brasileiros como Palmeiras, Sírio, Corinthians e Flamengo, além de equipes europeias como Caserta, Pavia, Juvecaserta (Itália) e Valladolid (Espanha).
Ele é o segundo maior pontuador da história do basquete, com mais de 49 mil pontos em jogos oficiais. Defendeu a seleção brasileira em cinco Olimpíadas, entre 1980 e 1996, e foi fundamental na conquista do ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987.
Em 2013, Oscar Schmidt foi incluído no Hall da Fama do Basquete, reconhecendo sua enorme contribuição ao esporte.
