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Yaman abre 150 vagas em tecnologia, todas com home office

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Oportunidades são voltadas para Desenvolvedores, Engenheiros de Qualidade e de Performance de Software e Profissionais de Segurança Cibernética

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Apple é investigada no Reino Unido por monopólio na App Store

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As políticas de pagamento relacionadas à App Store há muito são alvo de reclamações de desenvolvedores de apps, pois exigem que eles usem o sistema de pagamento da empresa, que cobra comissões de até 30%

(Getty Images/Getty Images)

O regulador de concorrência do Reino Unido disse nesta quinta-feira que abriu investigação contra a Apple após reclamações de que e condições da App Store para desenvolvedores de aplicativos são injustos e anticoncorrenciais.

A investigação vai detectar se a Apple tem posição dominante na distribuição de aplicativos em seus dispositivos no Reino Unido, disse a Autoridade de Concorrência e Mercados (CMA).

As políticas de pagamento relacionadas à App Store há muito são alvo de reclamações de desenvolvedores de aplicativos, pois exigem que eles usem o sistema de pagamento da empresa, que cobra comissões entre 15% e 30%.

A empresa também está em disputa com a Epic Games, criadora do popular videogame Fortnite e que no ano passado tentou evitar a taxa de 30% lançando seu próprio sistema de pagamento no aplicativo, levando a Apple a banir o Fortnite de sua loja.

A App Store tem sido um motor de sucesso para desenvolvedores de aplicativos, em parte por causa dos padrões rigorosos que temos em vigor – aplicados de forma justa e igual a todos os desenvolvedores – para proteger os clientes de malware e para evitar a coleta desenfreada de dados sem o seu consentimento”, afirmou a Apple.

A empresa também é investigada por motivos semelhantes pelas autoridades de concorrência holandesas, que estão se aproximando de uma decisão, informou a Reuters no mês passado.

No ano passado a Comissão Europeia também abriu investigação contra a Apple por causa das comissões cobradas pela App Store.

“Reclamações de que a Apple está usando sua posição de mercado para definir termos injustos ou que restringem a concorrência e escolha – potencialmente causando perdas aos clientes – merecem um exame cuidadoso”, disse o presidente da CMA, Andrea Coscelli.

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Crítico das gigantes de tecnologia entra para o governo Biden nos EUA

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Tim Wu é professor de direito na Universidade Columbia e o pai do termo “neutralidade de rede”

CEOs das big tech compareceram ao Congresso em 2020 para prestar contas (File Photos/Reuters)

O professor, escritor e advogado Tim Wu, um dos defensores da internet aberta, está se juntando à administração de Joe Biden nos Estados Unidos.

Wu, que é um crítico das gigantes de tecnologia e defende medidas mais estritas na política antitruste americana, anunciou que se vai ajudar a desenvolver políticas de tecnologia e competição junto ao Conselho Econômico Nacional.

 

Segundo a Casa Branca afirmou ao Wall Street Journal, Wu deixará seu cargo de professor na Universidade Columbia para se tornar um assistente especial do presidente Biden sobre tecnologia.

Wu em especial tem sido um crítico de como empresas como Google, Facebook e Amazon construíram impérios e se tornaram absolutamente dominantes na internet. Em um livro publicado em 2018, A maldição da grandeza (em tradução livre), ele advoga por um retorno a política mais estritas de controle e antitruste, como as que os EUA adotaram no início do século 20.

A chegada de Wu ao governo pode ser um sinal de que as empresas de tecnologia terão posições contrárias mais duras dentro do governo Biden. Várias delas, como Google e Facebook, já encaram processos por supostas práticas anticompetitivas e aquisições que teriam causado acumulo de mercado.

 

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10 milhões de senhas de e-mails do Brasil vazam

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Entre as credenciais brasileiras estão mais de 70 mil senhas da administração pública, como de e-mails da Câmara dos Deputados, do Supremo Tribunal Federal (STF) e da Petrobrás

(crédito: AFP / NICOLAS ASFOURI )

Mais de 10 milhões de senhas de e-mails de brasileiros foram expostas na internet em um vazamento global de 3,2 bilhões ocorrido no começo de fevereiro. Entre as credenciais brasileiras estão mais de 70 mil senhas da administração pública, como de e-mails da Câmara dos Deputados, do Supremo Tribunal Federal (STF) e da Petrobrás. Os números foram obtidos após análise exclusiva para o jornal O Estado de S. Paulo feita pela empresa de cibersegurança Syhunt.
O vazamento ocorreu no começo de fevereiro e traz 3,28 bilhões de senhas para cerca de 2,18 bilhões de endereços únicos de e-mail. O arquivo de 100 GB foi publicado no mesmo fórum onde, em janeiro, hackers colocaram à venda bases de dados que comprometeram 223 milhões de CPFs, 40 milhões de CNPJs e 104 milhões de registros de veículos.
Ao contrário do megavazamento de janeiro, no qual as informações de brasileiros estavam à venda, o vazamento de senhas foi disponibilizado integralmente de forma gratuita – qualquer pessoa pode baixar.
Entre as informações de brasileiros, existem pelo menos 10 milhões de senhas. Esse é o número de credenciais referente apenas a e-mails do domínio “.br” – cerca de 26 milhões de domínios em todo o mundo foram afetados. Isso significa que o número de brasileiros atingidos pode ser maior. A análise não incluiu serviços de e-mail muito populares por aqui, como Gmail e Hotmail, pois eles estão no domínio “.com”.
Embora o vazamento de janeiro tenha muito mais informações sobre brasileiros, o novo vazamento também traz riscos importantes para a segurança digital. “No vazamento de janeiro, havia milhões de e-mails. Essas informações podem ser cruzadas com a base de senhas e permitir acesso dos criminosos”, diz Felipe Daragon, fundador da Syhunt. No megavazamento de janeiro, o criminoso colocou à venda e-mails de 77,8 milhões de pessoas e de 15,8 milhões de empresas.
Além disso, diversos e-mails tiveram mais de uma senha vazada, o que permite identificar o padrão de criação de senhas. Mais ainda: com esse padrão em mãos, é possível até mesmo tentar prever futuras novas senhas criadas para os endereços. No vazamento, muitos endereços tiveram entre três e 30 senhas associadas a eles.
Administração pública
O vazamento afetou milhares de senhas da administração pública. No total, 68.535 senhas de e-mails no domínio “gov.br”, usado pela administração pública, foram afetadas. Outras 4.589 senhas do domínio “jus.br” foram disponibilizadas, o que inclui senhas do STF. A reportagem encontrou pelo menos um e-mail diretamente ligado ao gabinete do ministro Dias Toffoli. Foram encontradas 98 senhas do domínio “stf.jus.br”.
Além disso, 218 senhas do domínio “camara.leg.br” estão listadas. Nessa base é possível encontrar o e-mail que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) usava quando era deputado federal – é uma indicação de que a compilação reúne dados de vários anos diferentes. Além disso, e-mails de mais deputados aparecem na base “camara.gov.br”. Nela, há 985 senhas, incluindo nomes que não estão mais em Brasília, como o do ex-deputado Jean Wyllys.
Já o domínio “senado.gov.br” tem 547 senhas vazadas. Endereços ligados à presidência da república também aparecem. O domínio “presidencia.gov.br” teve 28 senhas vazadas.
Entre os duzentos domínios “gov.br” mais afetados aparecem senhas de e-mails da Receita Federal, da Advocacia Geral da União, da Anvisa, da Caixa, do Butantan, da Funai, do IBGE, da Infraero, do Inpi, do INSS e da Polícia Militar em diversos Estados, incluindo São Paulo e Paraná.
A reportagem também encontrou no vazamento 8.863 senhas ligadas à Petrobrás – nenhum endereço, porém, está ligado a presidentes que passaram pelo comando da empresa. Foi possível encontrar também um endereço possivelmente ligado ao ministro da Economia, Paulo Guedes, da época em que estava na BR Investimentos.
Daragon, porém, faz um alerta: “As senhas ‘gov.br’ não significam que os sistemas da administração pública tenham sido invadidos. Esses endereços e senhas parecem ter sido utilizados em serviços na internet que foram comprometidos”.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Google trabalha em projeto secreto de realidade aumentada para audição sobrehumana, diz site

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Chamado de ‘Wolverine’, projeto quer desenvolver dispositivo que seja capaz de filtrar e selecionar qual áudio do ambiente ouvir

Google Pixel Buds: startup do Google estaria desenvolvendo dispositivo para filtragem de áudio (Google/Divulgação)

Uma divisão da Alphabet, a companhia mãe do Google, estaria trabalhando silenciosamente em um projeto secreto para usar a tecnologia de realidade aumentada e dar a usuários audição sobrehumana.

A companhia X é especializada em moonshots, nome em inglês para projetos super auspiciosos, que miram resolver problemas complexos e difíceis, e mudar a interação das pessoas com a tecnologia. O projeto em questão é chamado de “Wolverine” e foi noticiado inicialmente pelo portal Insider.

Fontes que trabalharam na empresa disseram ao Insider que a X desenvolve um dispositivo para ser utilizado na orelha e está completo de sensores. As aplicações seriam diversas, mas o problema inicial a ser solucionado era chamado de “segregação de discurso”. A ideia é permitir que, em meio a uma multidão, o usuário consiga focar sua audição na fala de uma pessoa ou fonte de áudio em específico.

De acordo com um dos ex-funcionários, o trabalho inicial tem sido entender a física do som e configurar a posição de microfones.

Um porta-voz da X confirmou ao Insider a existência do projeto e disse que trata-se de uma iniciativa em estágio inicial para “explorar o futuro da audição”, mas não entrou em detalhes. O nome Wolverine é uma alusão direta ao personagem dos quadrinhos da DC, que tinha sentidos aguçados.

Alguns nomes do mercado de áudio e tecnologia estão por trás do projeto, como Simon Carlile, ex-vice-presidente da Starkey Hearing Technologies e Raphael Michel, fundador da companhia de audição Eargo. À frente, estaria Jason Rugalo, ex-diretor da ARPA-E, agência de desenvolvimento e pesquisa em energia.

Outras empresas trabalham no desenvolvimento de funcionalidades semelhantes ao que a X tenta fazer. Bragi e Doppler tentaram incorporar esse tipo de tecnologia a seus fones de ouvido. As fontes ouvidas pelo Insider disseram que a startup de inteligência artificial e audição Whisper estaria mais próxima de lançar uma tecnologia de “separação de som” para otimização de escuta.

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WhatsApp ganha videochamadas e ligações pelo PC; veja como usar

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O aplicativo já realizava testes da nova funcionalidade e lança, a partir de hoje, o recurso para todos os usuários

WhatsApp: aplicativo libera chamadas em vídeo pelo computador, em seu aplicativo para Windows e Mac (Omar Marques/SOPA Images/LightRocket via Getty Images/Getty Images)

O aplicativo de mensagens WhatsApp libera, a partir de hoje, videochamadas pelo computador. As chamadas só podem acontecer, por enquanto, entre duas pessoas e os usuários devem usar o programa oficial da empresa para computadores, disponível para download gratuito no site da companhia.

A empresa informa que a limitação a duas pessoas por vez nas videochamadas visa manter a qualidade do serviço nesta fase inicial de lançamento.

Assim como no seu aplicativo para smartphones, o WhatsApp afirma que todas as chamadas contam com criptografia ponta a ponta, ou seja, todas elas são codificadas de tal forma que apenas quem participa das chamadas tem acesso ao teor das conversas. Em outras palavras: a empresa não pode acessar suas conversas, nem armazena esses dados, exceto em casos específicos.

Como usar as videochamadas no WhatsApp

O uso das videochamadas no WhatsApp requer a instalação do software da empresa para computadores. Para isso, a primeira etapa é fazer o download do programa e instalá-lo no seu PC com sistema operacional Windows ou Mac OS.

Feito isso, o pareamento é o mesmo do WhatsApp Web: é preciso ler o QR code na interface do programa para conectar o celular ao computador.

Com tudo conectado, basta acessar o contato da pessoa com a qual você deseja realizar uma videochamada e clicar no ícone de câmera ou telefone, no caso de uma ligação.

Contexto

A novidade do WhatsApp chega durante a quarentena do coronavírus, que afeta ainda países de todo o mundo. São Paulo, maior cidade do país, terá um lockdown a partir de sábado, segundo a classificação de fase vermelha pelo governo estadual, o que impõe fechamento de comércio e atividades não essenciais por duas semanas. Com isso, a necessidade de comunicação em canais digitais, como o WhatsApp, se torna ainda mais importante.

Além do contexto global, o WhatsApp enfrenta questões de privacidade junto aos usuários. Após divulgar uma alteração em seus termos no começo do ano, usuários fizeram uma migração em massa para aplicativos concorrentes, como o Telegram e o Signal.

Os usuários têm até 15 de maio para concordar com a nova política de privacidade da empresa ou ficar sem algumas funcionalidades do aplicativo. Vale notar que a nova política de privacidade da startup envolve apenas os dados das mensagens enviadas para contas comerciais.

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50 startups: Trybe quer acabar com a falta de programadores no Brasil

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A escola de programação já recebeu mais de 57 milhões de reais em aportes e no ano passado fechou a compra da Codenation

Trybe: Matheus Goyas, cofundador, quer quadruplicar o número de estudantes (Leandro Fonseca/Exame).

Escola de programação foco em formar desenvolvedores, a Trybe quer quadruplicar o número de alunos que possui em 2021. Dos 754 estudantes que a companhia registrou em 2020, o plano agora é obter pelo menos 3.000 pessoas dentro das salas de aula virtuais da companhia que já levantou mais de 57 milhões de reais em aportes.

Com a pandemia, a procura pelos cursos aumentou drasticamente. A turma de março teve 2.800 inscrições, enquanto a de junho recebeu mais de 6.000 inscritos. “Nosso modelo ficou mais interessante. Antes a população tinha que comprometer capital por quatro anos para só depois, talvez, conseguir um emprego. Na Trybe, elas pagam só depois de empregadas”, diz Matheus Goyas, cofundador e presidente da startup.

Fundada em 2019 por Goyas, João Duarte, Rafael Torres, Claudio Lensing e Marcos Moura, a Trybe poderia ser apenas mais uma escola de desenvolvedores. Mas o que atrai os alunos ­— e os investidores — é o modelo de negócios. Em um dos planos oferecidos, os estudantes podem optar por pagar as mensalidades (que somam 36.000 reais no curso completo) só depois de empregados.

O ex-estudante, então, cede parte da remuneração (17%. Caso não consiga um emprego na área, ele fica livre da despesa ou tem a dívida suspensa temporariamente. “As pessoas entenderam a vantagem de estudar num lugar empenhado no sucesso daquele profissional”, afirma Goyas, presidente da startup.

Os números atuais e projetados para 2021 podem subir ainda mais graças a aquisição da Codenation, anunciada em agosto passado. A startup rival contava com 50.000 clientes e auxilia na inserção de profissionais em empresas como Itaú, Banco Inter e Stone.

“A Codenation tem expertise no recrutamento de profissionais de tecnologia com grandes empresas, então vai nos ajudar a reforçar a área de sucesso do aluno. Eles somam também na parte de ensino de tecnologia, com experiência em formação desde 2017”, diz Goyas.

 

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domingo, 7 de março de 2021

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