O vereador de Goiânia Fabrício Rosa, do PT, afirmou ter sofrido agressões por parte da Polícia Militar de Goiás (PMGO) durante uma manifestação realizada pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em Santa Helena (GO).
Segundo o parlamentar, ele foi abordado de forma violenta na manhã de sexta-feira (17/4) e apresentou marcas de agressão nas costas, que atribui à ação policial. Fabrício Rosa compartilhou imagens nas redes sociais para evidenciar os ferimentos.
O ato fazia parte de uma mobilização nacional chamada Abril de Lutas, organizada pelo MST na área da Usina Santa Helena. A assessoria do vereador relatou que a Polícia Militar utilizou força excessiva durante a abordagem.
Além do vereador, o coordenador nacional do MST, Leandro de Almeida Costa, também foi detido durante a manifestação. Ambos foram liberados ainda na tarde da sexta-feira após prestarem depoimentos e seguiram para a cidade de Rio Verde para realização de exame de corpo de delito.
Em nota, Fabrício Rosa contestou a justificativa da Polícia Militar, que alegou que a prisão ocorreu por crime de desacato. O parlamentar também acusou o governo estadual de politizar a atuação da PMGO.
Até o momento, o governo de Goiás e a Polícia Militar não se pronunciaram sobre o caso.
