O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país vai garantir que apenas as pessoas corretas entrem em seu território durante a Copa do Mundo de 2026. A declaração foi feita em resposta às críticas sobre a política migratória adotada pelo governo dos EUA para o evento.
Segundo Trump, o governo está focado em assegurar a segurança e o controle na entrada de estrangeiros no país ao longo do torneio, que será sediado pelos Estados Unidos, México e Canadá com início em 11 de junho de 2026.
Essa posição foi manifestada após a preocupação manifestada pela Organização das Nações Unidas (ONU), que pediu que os Estados Unidos revisassem suas políticas de fiscalização na chegada dos visitantes para o Mundial, destacando a importância do respeito aos direitos humanos e à dignidade das pessoas.
Dificuldades de entrada no país
Nas semanas que antecederam a competição, episódios envolvendo dificuldades na entrada foram registrados. O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, mesmo com visto diplomático, foi impedido de entrar nos Estados Unidos e submetido a interrogatório por mais de 11 horas antes de ser devolvido ao seu país.
Também chamou a atenção o rigor nos procedimentos de segurança aplicados à delegação do Uzbequistão, que passou por inspeções com detectores de metal e cães farejadores ao chegar.
Outro caso polêmico envolveu a seleção do Irã. Em meio a tensões diplomáticas e militares, alguns membros da delegação tiveram vistos negados pelas autoridades americanas, o que levou a equipe a optar por se hospedar no México, apesar de compromissos na fase inicial da Copa programados em solo americano.

