A juíza Lavínia Tupy Vieira Fonseca, responsável pela Vara de Execução de Medidas Socioeducativas do Distrito Federal, participou na quinta-feira (28/5) da cerimônia que deu início à 1ª Olimpíada do Sistema Socioeducativo do Distrito Federal, promovida pela Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania (SEJUS/DF) através da Subsecretaria do Sistema Socioeducativo (SUBSIS).
O evento reúne jovens cumprindo medidas socioeducativas em unidades de internação do DF para atividades esportivas e culturais que estimulam a convivência, disciplina, trabalho em equipe e desenvolvimento pessoal. As competições incluem futebol, basquete 3×3, tênis de mesa e corrida de revezamento, entre outras modalidades.
Na abertura, os participantes representaram países como Brasil, Argentina, Espanha, Inglaterra, França e México em apresentações culturais e esportivas. A cerimônia também contou com um vídeo institucional e o símbolo da tocha olímpica dos Jogos Rio 2016, conduzida por servidores e socioeducandos, simbolizando integração e o espírito olímpico.
O atleta olímpico Caio Bonfim, medalhista nos Jogos de Paris 2024 e natural de Sobradinho/DF, enviou uma mensagem em vídeo destacando o esporte como ferramenta de disciplina, dedicação e geração de oportunidades para os jovens.
Presentes estavam representantes do sistema de justiça, rede socioeducativa e entidades parceiras. Lavínia Tupy ressaltou o esporte como meio para integrar, dar senso de pertencimento e promover experiências positivas, além de destacar a importância das ações conjuntas para ampliar oportunidades aos adolescentes.
O subsecretário do Sistema Socioeducativo, Daniel Félix, destacou que a Olimpíada reforça o trabalho pedagógico, esportivo e cultural realizado no sistema, consolidando políticas públicas para oferecer mais oportunidades e melhorar o atendimento socioeducativo no Distrito Federal.
A iniciativa tem apoio do Projeto Craque do Futuro, Ministério Público Federal, Ministério Público do Trabalho, com premiações para os jovens participantes.
Além disso, conta com apoio do Conselho Nacional de Justiça, Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e de outras instituições parceiras.
Com informações do TJDFT

