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Pesquisadores enfrentam dificuldades para incluir senso comum em robôs

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O domínio da habilidade levaria a tecnologia de inteligência artificial para um novo patamar

Gerd Altmann/Pixabay

Robôs capazes de manter longas conversas, máquinas que vencem seres humanos em jogos de xadrez, carros que dirigem sozinhos. Ideias que, há poucas décadas pareciam objeto de um futuro utópico são hoje encaradas como um eminente amanhã. Acrescenta-se nessa direção que a pandemia elevou a ainda mais investimentos no campo, principalmente para fazer as máquinas pensarem de forma mais próxima ao do cérebro humano, aproximando os cenários que antes pareciam fruto de sonhos, mas evidenciando os muros que precisam ser superados para que essa tecnologia atinja o poder que se espera dela.

Na lista de empresas focadas em inteligência artificial que aproveitaram a pandemia para lucrar estão startups como a View-Factor, da Bolívia, e Spot.io, de El Salvador,  que venderam sistemas capazes de monitorar temperaturas corporais em áreas amplas, como aeroportos. Já a startup Cognitiva, que atende o governo do Chile, desenvolveu uma IA que coleta informações dos pacientes, visando entender melhor seus sintomas, identificar facilmente os casos de coronavírus e medir o contágio sem colocar em risco profissionais da saúde.

No entanto, é importante ressaltar que a maior parte da inteligência artificial não é tão complexa quanto pode-se pensar. Esses sistemas são, sim, capazes de processar grandes quantidades de dados complexos de forma eficiente. Contudo, é apenas a menor parte da IA que utiliza atributos ditos humanos, como a interpretação e compreensão de todo um contexto.

Se uma máquina é capaz de tudo isso, qual seria, então, a diferença entre ela e nós? Em 2019, um sistema de AI chamado AICAN ganhou sua própria exposição de arte em Nova York. No mesmo ano, o Warner Music Group assinou um contrato com um aplicativo chamado Endel pela distribuição de músicas criadas por algoritmos. Os mais críticos, porém, afirmam que a arte gerada por esses sistemas jamais será inovadora, já que não vem de inspiração, mas de ordens.

Apesar da empolgação com os poderes da tecnologia, ainda estamos longe do universo de empregadas domésticas robô à la Rose, dos Jetsons, ou de supercomputadores apocalípticos, como os do filme “Eu, Robô” (2004). Em outubro de 2019, o pesquisador de IA norte-americano Gary Marcus descobriu uma falha simples em uma rede de inteligência artificial conhecida por manter conversas plausíveis em inglês. Marcus percebeu que, quando ele lhe perguntava o que era acontecia quando se empilha lenha e derruba alguns fósforos em cima, a máquina respondia não com “fogo”, mas com… “eca”.

Eis um conhecido ponto fraco das inteligências artificiais: o senso comum. Por depender de informação implícita, questões que o envolvem tendem a confundir os sistemas. E o problema é velho conhecido: já em 1958, foi publicado um artigo em que se discutia a dificuldade das máquinas de assimilarem informações do tipo. Se, por um lado, a falha parece apontar para uma das poucas exclusividades humanas frente aos supercomputadores, cientistas já estão trabalhando para excluir esse defeito. A cientista chinesa Yejin Choi, por exemplo, criou um sistema chamado COMET, capaz de responder corretamente a problemas de senso comum 77,5% das vezes (para efeito de comparação, os humanos acertam 86% das respostas).

Parece que, ao menos por enquanto, a IA encontrou um ponto em que é difícil igualar o homem. Quando este for resolvido, talvez retomemos a discussão acerca do que nos torna de fato humanos, únicos. Nas palavras de Kevin Kelly, fundador da revista de tecnologia Wired: “A inteligência artificial ajudará a definir a humanidade. Nós precisamos que a IA nos diga quem nós somos”.

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Pagamento pelo WhatsApp volta quando proteção de dados for provada, diz BC

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Nesta semana, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) voltou a permitir a criação do sistema de pagamentos, mas o BC ainda proíbe

Pagamentos pelo WhatsApp: Banco Central exige comprovação de competitividade e proteção de dados (WhatsApp/Divulgação)

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou nesta quinta-feira que os pagamentos pelo WhatsApp serão aprovados pela autarquia assim que for comprovado que o arranjo proposto pela empresa é competitivo e tem a proteção de dados na forma que o BC considera adequada.

Ao participar de evento promovido pelo jornal Correio Braziliense, ele afirmou que o entendimento da autoridade monetária é que um arranjo que começa com 120 milhões de usuários — base do WhatsApp no país — não é pequeno e, portanto, precisa passar pelo mesmo crivo que outros arranjos.

“Em nenhum momento o BC proibiu nada, está disposto a autorizar assim que for seguido o mesmo trilho dos outros arranjos”, disse.

Nesta semana, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) decidiu retirar a medida cautelar que impedia acordo para a criação de um sistema de pagamentos no país recentemente lançado pelo WhatsApp com a maior empresa do setor no Brasil, a Cielo. O órgão de defesa da competição afirmou, porém, que vai continuar a investigação sobre a parceria.

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Descobertas “sinistras” sobre o TikTok: o app da moda espiona você?

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Banida na Índia e com falha que gerou cópias em iPhones, rede social vem sendo acusada de insegura. Mas questões geopolíticas podem influenciar a discussão

TikTok: rede social de vídeos rápidos segue crescendo em meio à pandemia do coronavírus (Danish Siddiqui/File Photo/Reuters)

O banimento da rede social de vídeos TikTok na Índia nesta segunda-feira, 29, foi mais um dos recentes episódios de acusações de segurança contra o app chinês, uma das grandes sensações dos últimos meses no Brasil e no mundo e que já chegou a mais de 2 bilhões de downloads.

Além do TikTok, a Índia proibiu ontem outras dezenas de aplicativos chineses, como o WeChat, em meio a tensões geopolíticas entre os dois países. Ao todo, foram 59 apps banidos.

Ao justificar a ação, o governo indiano também citou questões de segurança. Em nota, o Ministério da Tecnologia da Informação disse que os apps eram “prejudiciais à soberania e integridade da Índia, defesa da Índia, segurança do estado e ordem pública”. O Ministério diz ainda que recebeu “muitas reclamações de fontes variadas” sobre apps que estariam “transmitindo informações de usuários” sem sua autorização.

No domingo, 28, artigo do consultor de tecnologia Enrique Dans na revista americana Forbes relembrou acusações contra o app chinês e eventuais problemas de segurança e disse que “por trás de seu exterior divertido está um propósito sinistro”. O artigo vem depois que, na semana passada, uma acusação contra o TikTok surgiu com a atualização do sistema de segurança do iOS 14, novo sistema operacional da Apple para 2020, que avisa o usuário quando o programa que está usando copiou algo.

Nas redes sociais, circularam imagens de que o TikTok estaria copiando palavras digitadas no celular. O TikTok respondeu à Forbes que a função foi criada para identificar comportamento repetitivo e que uma nova versão do app foi enviada à Apple para eliminar potenciais confusões.

Após a denúncia contra o TikTok, mais de 50 apps também foram pegos fazendo o mesmo tipo de cópia no iOS, segundo o especialista Tommy Mysk, o que pode não ter sido intencional — inclusive nomes como os jornais The New York Times e Wall Street Journal ou o aplicativo de clima AccuWeather.

Nos últimos meses, outras acusações contra problemas de segurança do TikTok também surgiram, sobretudo no Ocidente. As Forças Armadas americanas já proibiram seus funcionários de usarem o app, como uma ameaça à segurança nacional. O próprio governo dos Estados Unidos também disse estar investigando o aplicativo.

Outra investigação, da empresa de cibersegurança Check Point, de Israel, disse que o app têm vulnerabilidades e problemas de segurança. O presidente do fórum Reddit, Steve Huffman, chamou o TikTok de um “app fundamentalmente parasita que está sempre ouvindo”.

Na outra ponta, como mostra o caso da Índia, é impossível não envolver questões de geopolítica nas discussões. A Huawei, outra empresa chinesa, também é constantemente criticada por rivais da China no Ocidente e acusada de usar sua tecnologia para espionar usuários e países.

As acusações contra a Huawei já levaram à prisão da herdeira da empresa no Canadá e fizeram o presidente americano, Donald Trump, pedir a aliados, como os países europeus e o Brasil, que não aceitem a infraestrutura de 5G da Huawei (no Reino Unido, que considerava contar com a empresa chinesa na instalação do 5G mesmo após o pedido de Trump, o caso está em estudo).

Um investidor da ByteDance, controladora do TikTok, disse  que as investidas contra o app se baseiam nas mesmas questões geopolíticas dos últimos anos, como um embate entre antigas e novas empresas de tecnologia e um “sentimento anti-chinês”.

Empresas de tecnologia do outro lado do mundo, nos Estados Unidos, também já foram acusadas de possuir dados demais sobre usuários e de uma possível espionagem. Um dos ápices foi o episódio da Cambridge Analytica, em que dados de mais de 80 milhões de usuários do Facebook e do Twitter chegaram às mãos de uma consultoria política que usou as informações para tentar influenciar o referendo do Brexit, no Reino Unido, e as eleições presidenciais americanas que elegeram Donald Trump, ambos em 2016.

Para além das questões de segurança, o TikTok é acusado de praticar censura para seguir a linha do governo chinês, onde fica a ByteDance. Durante os protestos de Hong Kong, relatos nas redes sociais acusaram o TikTok de estar censurando postagens sobre os protestos e não mostrando as imagens quando termos relacionados a Hong Kong eram procurados — os protestos na ilha, que é território autônomo da China, desagradam ao governo central chinês em Pequim.

Startup mais valiosa do mundo

Fundada em 2012, a ByteDance é a startup mais valiosa do mundo, sobretudo graças ao TikTok, mas também opera outras frentes com foco em inteligência artificial — é essa tecnologia que atualiza feeds de redes sociais com base nas preferências do usuário. A companhia terminou o ano valendo 75 bilhões de dólares, segundo ranking calculado pela empresa de inteligência CB Insights, valor obtido após sua última rodada de investimentos, há dois anos.

A agência Bloomberg publicou que, segundo fontes no mercado privado, o valor de mercado da empresa pode ter subido mais de um terço, para mais de 100 bilhões de dólares. O faturamento da ByteDance também saltou de 7 bilhões em 2018 para 17 bilhões em 2019, com lucro de 3 bilhões de dólares, ainda segundo a Bloomberg.

Em 2019, o TikTok foi o terceiro app mais baixado do mundo, e soma mais de 800 milhões de usuários ativos. Em 2020, vem se mostrando resiliente mesmo em meio à crise do coronavírus, tendo aberto milhares de vagas de trabalho e com alta em número de usuários, segundo projeções de consultorias.

Só nos Estados Unidos, o número de usuários únicos usando a ferramenta foi de 27 milhões em outubro de 2019 para 52,2 milhões de pessoas em março de 2020, uma alta de 94%, segundo dados da empresa especializada em métricas digitais Comscore.

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Tecnologia

Spotify agora mostra as letras das músicas que estão tocando no aplicativo

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Plataforma sueca havia testado o recurso em fevereiro deste ano e agora o adotou de forma oficial. Veja como utilizar a nova função

Spotify: serviço de streaming incorporou um novo recurso à plataforma (Dado Ruvic/Illustration/File Photo/Reuters)

O Spotify adicionou nesta terça-feira (30) um recurso que vai agradar quem gosta de soltar a voz escutando suas músicas preferidas no serviço de streaming. Agora é possível visualizar em tempo real as letras das trilhas que estão sendo reproduzidas na plataforma.

A novidade foi disponibilizada através de uma atualização do aplicativo desde às 11h (horário de Brasília) desta terça. Para observar as letras, exibidas sempre no idioma original da canção, é preciso arrastar a tela para cima quando a música estiver sendo reproduzida no dispositivo.

A novidade foi reportada inicialmente pelo site TechCrunch. Segundo a reportagem, o recurso está disponível em 26 países, entre eles o Brasil e diversos outros mercados sul-americanos e asiáticos como Argentina, Colômbia, Chile, México, Peru, Vietnã, Filipinas, Malásia, Tailândia, entre outros.

Por outro lado, o serviço não disponibilizou a transcrição das letras para o mercado europeu e nem para os Estados Unidos. Ao menos neste primeiro momento. A expectativa é de que isso aconteça em breve. Os motivos pelos quais esses países ficaram de forma da primeira onda não foram revelados.

Por mais que pareça algo simples de ser feito, o Spotify precisou firmar um acordo com a empresa Musixmatch para o fornecimento deste tipo de conteúdo. Vale lembrar que a empresa Genius, que fornece este tipo de serviço, processou o Google e a parceira LyricFind em 50 milhões de dólares afirmando que as empresas roubavam suas letras.

A nova função é uma forma do Spotify ganhar mais terreno contra seus concorrentes diretos. A empresa sueca terminou o primeiro trimestre deste ano com 130 milhões de assinantes. O Apple Music tinha 60 milhões de clientes em junho de 2019 e o serviço de músicas da Amazon registrou algo em torno de 55 milhões de assinaturas.

A receita do Spotify vem justamente das assinaturas pagas e que garantem mais recursos no app, como a possibilidade de escolher livremente as músicas para serem reproduzidas e a reprodução sem anúncios comerciais. A companhia faturou 1,8 bilhão de euros nos três primeiros meses de 2020.

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Tecnologia

Depois de fones, novo iPhone pode ser vendido sem carregador

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Para economizar custos, Apple pode remover o dois acessórios do aparelho e realizar a venda separada dos produtos

iPhone: novo modelo do iPhone SE pode ser vendido sem o carregador (Apple/Exame/Reprodução)

A caixa do novo iPhone vai estar bem mais leve neste ano. De acordo com o analista de tecnologia Ming-chi Kuo, conhecido por antecipar novidades de produtos da maçã, a Apple pretende comercializar os novos iPhones sem fones de ouvido ou carregadores. Ou seja, quem comprar o aparelho terá que adquirir os acessórios separadamente.

No relatório de Kuo, reportado pelos sites AppleInsider, MacRumors e 9to5Mac, o especialista aponta que o modelo que perderá o carregador como acessório padrão será o iPhone SE. Já os fones de ouvido EarPods não serão mais ofertados em todos os novos celulares da Apple. Desta forma, a empresa passa a impulsionar ainda mais a venda dos AirPods, seus fones de ouvido sem fio. O conjunto custa a partir de R$ 1.349 no Brasil.

Segundo Kuo, a fabricante continuaria fornecendo o cabo Lightning, mas não entregaria mais o carregador com porta USB para ser utilizado na tomada elétrica. Na versão de 5W, ele custa R$ 149.

Kuo explica que a estratégia da Apple é diminuir os custos crescentes da produção do iPhone. Os gastos aumentaram por conta dos componentes necessários permitir conexões em redes 5G. Para isso, além de não fornecer itens “gratuitamente”, a companhia desenvolveu embalagens menos e mais leves para os celulares, o que diminui os custos de logística.

Já sobre os novos iPhones em si, não há muito o que ser dito. O mercado aponta que o celular que será lançado nos próximos meses será comercializado em quatro modelos diferentes – sendo um deles na versão SE. Todos terão acesso às redes de internet móvel de quinta geração, contarão com telas de material OLED e usarão os novos processadores A14, que teve seu visual totalmente reformulado.
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Adeus, lentidão no computador: veja os benefícios insuperáveis do SSD

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O upgrade com essa opção de armazenamento garante um expressivo ganho de desempenho da máquina, para uso pessoal ou profissional

SSD top de linha da Western Digital, modelo WD_BLACK SN750 (WD/Divulgação)

Enquanto você está lendo este texto, muitos usuários de computador aguardam a abertura de um arquivo, a entrada no navegador ou o sistema operacional inicializar. Lentidão é, notoriamente, uma das principais queixas dos consumidores de PCs e notebooks, seja no dia a dia ou no ambiente de trabalho. Mas o problema já tem solução, graças a uma tecnologia de armazenamento cada vez mais acessível, o SSD.

A sigla significa solid state drive ou, em português, unidade de estado sólido. O nome se refere ao fato de ser um equipamento de hardware sem partes móveis, sólido, que usa memória flash de alta capacidade para armazenamento digital e processamento de informações – por isso o aumento significativo de velocidade, de até dez vezes mais que os discos rígidos tradicionais. “O SSD acelera a experiência na hora de acessar arquivos, e isso se traduz em um tempo muito menor na hora de carregar o sistema operacional ou copiar e transferir grandes arquivos”, explica Suzan Lam, gerente de marketing de produto para a América Latina da Western Digital, empresa especialista em soluções de armazenamento.

E os benefícios vão além da aceleração. A ausência de partes mecânicas reduz as vibrações e torna o computador mais silencioso. Outra vantagem é não consumir tanta energia e esquentar menos, reduzindo o risco de danos. É também um componente menor, mais leve e mais resistente.

Muitos modelos recentes de computador, especialmente notebooks, já vêm com SSD integrado, mas também é possível fazer um upgrade, instalando-o posteriormente por meio de entradas M.2 ou SATA, de maneira fácil e rápida, e melhorar a performance da máquina. “A maioria dos computadores tem espaço para um SSD e o próprio usuário pode instalá-lo”, diz Suzan Lam. Segundo ela, o produto é cada vez menos um item de nicho. “Todo mundo que procura de alguma forma uma melhor experiência com seu computador, profissional ou para lazer, pode considerar fazer upgrade com um SSD, seja substituindo seu disco rígido por ele ou complementando-o”, destaca a gerente da Western Digital.

Como escolher o modelo ideal?

Existem basicamente duas interfaces de SSD: SATA e NVMe. A primeira é a mais comum e já promove um ganho considerável de velocidade em equipamentos mais básicos. A segunda é um protocolo relativamente novo e rico em recursos, capaz de oferecer seis vezes mais velocidade de transferência que a interface SATA, sendo a mais indicada para uso corporativo, por exemplo.

Para quem vai investir em um drive desse tipo e está em dúvida sobre a melhor opção, a Western Digital, referência internacional nesse tipo de equipamento, trabalha com três linhas principais de produtos, cada uma mais adequada a um perfil de usuário: para a computação do dia a dia, para utilização profissional e para gamers.

Dia a dia
SSD WD Green™ SATA

Para quem deseja fazer o primeiro upgrade sem necessidade de alto investimento. Disponível nos formatos 2,5” e M.2, de fácil instalação e compatível com a maioria dos PCs desktop e laptops, com capacidade de até 1 TB (120 GB, 240 GB, 480 GB e 1 TB). Possui consumo de energia ultrabaixo, permitindo que o laptop seja usado por mais tempo. Perfeito para navegar na web ou iniciar o sistema rapidamente.

SSD WD

(WD/Divulgação)

 

Profissionais
SSD WD Blue™ 

Ideal para profissionais que trabalham com arquivos pesados, como videomakers, fotógrafos, arquitetos e criadores de conteúdo. Disponível em interface SATA (formatos 2,5” e M2) nas capacidades de 250 GB e 500 GB. Já na interface NVMe, disponível em até 1 TB (250 GB, 500 GB e 1 TB), possui altíssima capacidade de resposta, podendo chegar a mais de quatro vezes a velocidade dos modelos SATA (até 2 400 MB/s).

SSD WD

(WD/Divulgação)

Gamers
SSD WD_BLACK™ SN750 NVMe™

Por meio de sua interface NVMe, tem uma das maiores velocidades de todos os SSDs. Além disso, possui o Gaming Mode, que permite uma alta potência contínua e, portanto, maior velocidade de transferência para o software do jogo carregar rapidamente os dados necessários. O SSD WD_BLACK SN750 melhora o tempo de carregamento, a transferência de dados durante a sessão de jogos para eliminar latência e a experiência multitarefa, se o usuário estiver acessando outros dados. Disponível em dois modelos: SSD WD_BLACK SN750 NVMe com e sem dissipador de calor (com dissipador é adequado para PCs desktop). Com capacidades de até 2 TB (250 GB, 500 GB, 1 TB E 2 TB).

 

SSD WD

(WD/Divulgação)

Para saber mais sobre os produtos Western Digital, clique AQUI.

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Tecnologia

Facebook pode (finalmente) ter modo escuro em celulares

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Depois de adotar a versão escura em computadores, a rede social de Zuckerberg pode adotar a opção também em sua versão para iPhones

Facebook: empresa disse que 50% do tráfego do Giphy vem de seus aplicativos, com metade desse tráfego vindo do Instagram (Dado Ruvic/Reuters)

O modo escuro pode ajudar a preservar a bateria dos dispositivos e também melhorar a visibilidade de alguns aplicativos.

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