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sexta-feira, 24/04/2026

Janja critica declarações de representante de Trump sobre mulheres brasileiras

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A primeira-dama Janja Lula da Silva utilizou suas redes sociais para repudiar os comentários sexistas feitos por Paolo Zampolli, representante especial do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para assuntos globais. Zampolli afirmou que “as mulheres brasileiras são programadas para causar problemas”, referindo-se à sua ex-esposa, a modelo brasileira Amanda Ungaro.

Janja expressou indignação diante dessas palavras e destacou que as mulheres brasileiras são pessoas com voz, sonhos e que lutam diariamente por dignidade e liberdade para serem quem desejam.

Ela ressaltou a força das brasileiras que, com coragem, rompem ciclos de violência e silenciamento. Além disso, rejeitou termos depreciativos como “raça maldita” usados por Zampolli para se referir às mulheres do país.

Segundo Janja, tais insultos não diminuem as mulheres brasileiras, que sabem bem quem são e têm orgulho do que se tornaram. Ela apontou que a indignação fortalece a união contra o machismo, misoginia, feminicídio e todas as formas de violência contra elas.

Acusações e negações envolvendo Amanda Ungaro

Amanda Ungaro acusou Zampolli de violência doméstica, o que ele nega veementemente. Em entrevista à TV italiana, o representante afirmou nunca ter agredido uma mulher, e sugeriu que os hematomas em sua ex-mulher, que também é kickboxer, não foram causados por ele.

Muitas das declarações negativas foram feitas por Zampolli sem saber que estava sendo gravado.

Posicionamento de Amanda Ungaro contra Melania Trump

Amanda Ungaro, além de se posicionar contrária a Zampolli, já manifestou publicamente sua oposição a Donald Trump e à ex-primeira-dama Melania Trump. Ela declarou a intenção de denunciar um sistema corrupto envolvendo o casal, fazendo referência ao caso Epstein.

Em resposta a Melania, que afirmou não ter ligação com o esquema, Amanda afirmou que está disposta a ir até o fim para revelar a verdade, apesar dos riscos envolvidos.

No ano anterior, Amanda Ungaro foi deportada dos Estados Unidos a pedido de Zampolli, após passar três meses em um centro de detenção migratória.

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