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Inscritos no Enem enfrentam segundo dia de provas neste domingo

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Estudantes respondem questões de matemática e ciência da natureza; prova começa a ser aplicada às 13h30

O Enem, que conta com mais de 3 milhões de inscritos, é a principal entrada para o ensino superior público (Rovena Rosa/Agência Brasil)

Os candidatos devem ficar atentos e não esquecer de levar máscara de proteção facial, documento de identidade e caneta esferográfica de tinta preta fabricada em material transparente, itens obrigatórios no exame.

Nos locais de exame, os portões são abertos às 12h e fecham às 13h, e não é permitido entrar após o fechamento dos portões. As provas começam a ser aplicadas às 13h30 e terminam às 18h30, no horário é o de Brasília.

A dica dos professores é que os estudantes tenham uma estratégia de prova e que administrem bem o tempo para resolver as questões. Quem não se saiu muito bem no primeiro dia de teste, domingo passado (21) ainda tem chance de recuperar a nota.

No primeiro dia de Enem, os estudantes fizeram as provas de linguagens, ciências humanas e redação. Ao todo, 74% dos 3,1 milhões de inscritos compareceram ao exame.

Assim como na prova do último domingo (21), é obrigatório o uso de máscara de proteção facial. Participantes que estiverem com covid-19 ou com outras doenças infectocontagiosas não devem comparecer ao exame e podem solicitar a reaplicação. O descumprimento das regras pode levar à eliminação do candidato.

Além da máscara, é obrigatório levar documento de identificação original, com foto. Não são aceitos documentos digitais. Entre as identificações aceitas estão a carteira de identidade, a carteira nacional de habilitação (CNH), o passaporte e a carteira de trabalho, desde que emitida após 27 de janeiro de 1997.

Outro item obrigatório é a caneta esferográfica de tinta preta fabricada em material transparente. Ela é necessária para preencher o cartão de respostas no Enem impresso e, no Enem digital, pode ser usada para fazer anotações na folha de rascunho. Não é permitido o uso de lápis ou borracha.

Agenda_Enem_2021_segundo_dia
Agenda_Enem_2021_segundo_dia – Arte/Agência Brasil

É recomendado ainda que os participantes levem água e lanche, já que a prova tem longa duração.

Também é aconselhável levar no dia do exame o cartão de confirmação da inscrição, que traz,  entre outras informações, o local de prova. O cartão pode ser acessado na Página do Participante.

Caso necessite comprovar que participou do exame, o estudante pode, também na Página do Participante, imprimir a declaração de comparecimento para cada dia de prova, informando o CPF e a senha. A declaração, que deve ser apresentada ao aplicador na porta da sala, serve, por exemplo, para justificar a falta ao trabalho.

O Enem seleciona estudantes para vagas do ensino superior públicas, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (Prouni), e serve de parâmetro para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Os resultados também podem ser usados para ingressar em instituições de ensino portuguesas que têm convênio com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep)

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Defesa Civil remove 80 famílias de área de risco em Ouro Preto

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Técnicos identificaram o risco de deslizamentos

© Corpo de Bombeiros de Minas Gerais (CBMG)

Ainda às voltas com as consequências das fortes chuvas que atingiram Minas Gerais, cerca de 80 famílias de Ouro Preto tiveram que deixar suas casas na manhã de hoje (14). Embora não esteja chovendo na cidade esta manhã, as residências ficam em uma área onde técnicos da Defesa Civil identificaram o risco de deslizamentos devido às condições do solo encharcado.

As casas ficam no bairro Taquaral, de onde outras 25 famílias já tinham sido removidas esta semana. A área fica a poucos quilômetros do Morro da Forca, onde, ontem (13), um deslizamento destruiu dois casarões históricos – um deles, do fim do século XIX. A ocorrência desta quinta-feira não fez vítimas. Ainda assim, o Ministério Público Federal (MPF) instaurou um procedimento administrativo para apurar “os evidentes danos ao patrimônio cultural”.

Alerta

A agente da Defesa Civil municipal Paloma do Carmo Magalhães foi a primeira servidora de órgãos de proteção a chegar ao Morro da Forca, pouco antes do talude vir abaixo. Ela seguia para o trabalho quando um motorista de ônibus a alertou para algo atípico na encosta, na altura da Rua Diogo de Vasconcelos, em frente ao Centro de Artes e Convenções da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Próxima ao Terminal de Integração José da Silva Araújo, a área, na região central da cidade, é bastante movimentada.

Com a ajuda do barbeiro Fábio Rogério Alves, que estava abrindo seu salão, e de outras pessoas, Paloma rapidamente interrompeu o tráfego de veículos e de pessoas. “Eles ficaram à distância, alertando as pessoas para não passarem, e eu fiquei próxima à encosta, isolando a área até a guarnição da Guarda Civil chegar e interditar o trânsito completamente”, contou Paloma à Agência Brasil.

Vídeos feitos por pessoas que estavam próximas ao local registraram o momento em que parte do Morro da Forca vem abaixo e destrói os dois casarões, derrubando postes de energia elétrica e deixando a área sem luz. Embora os imóveis atingidos já estivessem embargados desde 2012, quando foram atingidos por um deslizamento de terra, Paloma considera que a atenção e a presteza de alguns cidadãos foi fundamental para que não houvesse nenhuma vítima.

“Isto foi crucial. Como dizemos sempre, a defesa civil é feita por todos. Ao contrário do que alguns costumam dizer, a natureza costuma sim dar sinais [de que algo está para ocorrer]. Felizmente, o motorista e outras pessoas não ignoraram os primeiros avisos e nos alertaram. Infelizmente, houve o prejuízo ao bem cultural, histórico, mas vidas podem ter sido salvas”, acrescentou a agente civil.

Em função do acidente, a circulação de pessoas nas proximidades do centro de convenções e o tráfego de veículos pela Rua Pacífico Homem, no sopé do morro, continuam proibidos. Embora não esteja chovendo, a Defesa Civil alerta para o risco de novas ocorrências em quase toda a cidade. “Com o sol, o solo, que já está muito saturado, tende a se rachar, abrindo fendas. E como há previsão de mais chuvas, pode ocorrer outros deslizamentos”, disse Paloma.

Só em Ouro Preto, até ontem, 200 pessoas desalojadas tinham tido que ser acolhidas na casa de parentes, amigos ou vizinhos. Outras 223 pessoas ficaram desabrigadas, tendo que, em algum momento, ir para abrigos públicos. Também as famílias do Taquaral que estão sendo removidas esta manhã e que não tiverem para onde ir serão levadas para abrigos improvisados em escolas públicas. A cidade também registrou uma das 25 mortes ocorridas no estado em consequência das chuvas – número que não inclui as dez mortes causadas pelo desprendimento de um bloco de pedras do Lago de Furnas, em Capitólio, sobre embarcações turísticas, no último dia 8).

Por Agência Brasil

 

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Estado do Rio suspende cirurgias eletivas por 30 dias

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A decisão téra início no dia 17 deste mês

© Breno Esaki/Agência Saúde DF

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) do Rio de Janeiro irá suspender, a partir de segunda-feira (17) as cirurgias eletivas pelo período de 30 dias. A medida, segundo a pasta, vale para todas as unidades de saúde do estado. A suspensão é uma das medidas para reduzir o impacto do afastamento de profissionais de saúde por conta de doenças respiratórias, como a covid-19.

Segundo a SES, os afastamentos chegam a pelo menos 20% do total de profissionais de saúde. Somente na capital, desde dezembro, cerca de 5,5 mil profissionais de Saúde da rede municipal precisaram ser afastados por covid-19 ou influenza. A SES informou que irá fornecer mais detalhes da medida nos próximos dias.

São consideradas cirurgias eletivas aquelas que podem ser programadas, ao contrário dos procedimentos de emergência. São exemplos de cirurgias eletivas aquelas cirurgias agendadas para catarata, hérnias e vesícula. O estado não divulgou ainda a lista dos procedimentos incluídos na medida.

A suspensão de cirurgias eletivas é uma medida que foi adotada em diversos locais do país ao longo da pandemia. Segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM), em 2020, o Brasil deixou de realizar ou adiou pelo menos 2,8 milhões de cirurgias eletivas.

Casos de covid-19
De acordo com o último balanço do Ministério da Saúde, nas últimas 24 horas, o país registrou 97,9 mil casos de covid-19 e 174 mortes em decorrência da doença. Assim como no restante do Brasil, o Rio de Janeiro registrou salto no número de casos confirmados de covid-19.

Diversos estados passaram a retomar ou adotar novas medidas de restrição para aglomerações ou para a realização de determinadas atividades diante do aumento dos casos de covid-19 puxado pela disseminação da variante Ômicron.

De acordo com os dados oficiais, são 503 casos de pessoas infectadas pela variante Ômicron, com incidência confirmada em 16 unidades da Federação, Rio de Janeiro, com (133) e São Paulo (121). Também foram registradas duas mortes, uma em Alagoas e outra em Goiás. Há 796 casos e duas mortes pela nova variante em investigação.

Cuidados
Diante do aumento de casos, a SES tem orientado as pessoas a continuarem com os cuidados para prevenir o contágio. A população deve usar máscara, completar o esquema vacinal contra a covid-19, respeitar o distanciamento social, evitando aglomerações, limpar sempre as mãos e deixar o ambiente ventilado.

Agência Brasil

 

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Médicos alertam para alta incidência de pedras nos rins no verão

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A SBU aponta também maior risco de cistite

© Fernando Frazão/Agência Brasil

A Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) alerta para o aumento de casos de pedras nos rins em até 30% durante o verão, já que há o aumento da transpiração e, em alguns casos, sem a hidratação adequada para supri-la. Além disso, a entidade aponta maior risco de cistite, uma infecção na bexiga, também nessa época.

Para prevenir a incidência das pedras nos rins, a SBU afirma que é preciso adotar alguns hábitos, como aumentar o consumo de água, diminuir o sal da comida, fazer atividade física e comer menos carne vermelha. Aumentar a ingestão de sucos cítricos também é uma forma de proteger o corpo da formação de cálculos renais, apontou a SBU.

“Estima-se que 1 em cada 10 pessoas, no Brasil, sofra de cálculo renal e, geralmente, acomete jovens entre os 20 a 35 anos, sendo mais frequente em homens. Cerca da metade destas pessoas terão um novo episódio de cálculo ao longo dos 10 anos”, informou a entidade.

Outro alerta da sociedade médica é relacionado à negligência ou tratamento inadequado, o que pode evoluir para deterioração dos rins, redução em sua função e até casos de nefrectomias – retirada do órgão – decorrentes de obstrução devido à presença da pedra ou a infecções renais associadas aos cálculos.

Já em relação à cistite, que também é favorecida pelo calor e a umidade típicos do verão, costuma causar sensação de bexiga cheia, urgência para urinar e ardência no canal uretral.

Hábitos que podem ajudar a prevenir tal condição incluem evitar ficar longos períodos sem urinar; tomar líquidos em quantidades apropriadas; combater a constipação intestinal; fazer a adequada higiene íntima; praticar exercícios físicos; e evitar ficar com roupa de banho molhada por longos períodos.

Por Agência Brasil

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Deslizamento destrói imóveis históricos em Ouro Preto; veja vídeos

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Morro da Forca desabou parcialmente nesta quinta-feira e atingiu casarão tombado do século XVII

(Reprodução/Reprodução)

Um deslizamento de terra na cidade mineira de Ouro Preto destruiu casas na manhã desta quinta-feira. Imagens feitas por populares mostram o momento em que parte do Morro da Forca desaba no centro histórico do município mesmo sem chuva.

Pelo menos dois imóveis históricos e tombados foram atingidos. Um deles, um casarão do século XVII, pertence à prefeitura de Ouro Preto. Até o momento, não há informações de vítimas.

O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 8h30 para realizar uma vistoria no local. O colapso ocorreu por volta das 9h10. Após o desabamento, o local foi isolado. Moradores da região também foram retirados de suas casas.

 

 

Segundo a Defesa Civil, ainda há uma instabilidade do talude. Se houver outro desmoronamento, há a possibilidade de um hotel e um restaurante serem atingidos.

— É importante destacar que a atuação preventiva do CBMMG juntamente com a Defesa Civil Municipal de Ouro Preto foi decisiva para que não existissem vítimas nesse caso, uma vez que o local já se encontrava isolado e evacuado preventivamente — disse o tenente Pedro Aihara, porta-voz do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais.

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram moradores correndo para se protegerem após o desabamento, que atingiu a rede elétrica e provocou a interrupção do fornecimento.

 

 

A prefeitura informou que a Receita Municipal suspendeu temporariamente o atendimento presencial. Os serviços online também estão indisponíveis.

Em entrevista à GloboNews, prefeito Ângelo Oswaldo disse que há riscos de novos desmoronamentos, mas afirmou que as áreas já estão sendo monitoradas e isoladas pela Defesa Civil. Ele explicou que essas ocorrências são comuns no município, embora desta vez o volume de terra tenha sido bem maior.

— Temos várias áreas de risco. Algumas que foram ocupadas indevidademente e por isso o risco aumentou muito mais. Tem possibilidade de deslizamento. Tudo está sendo monitorado — disse o prefeito Ângelo Oswaldo em entrevista à GloboNews. — Faz parte do solo ouro-pretano. Felizmente nenhuma pessoa foi vitimada e nenhum monumento importante no centro histórico foi destruído. Não tivemos nenhum dano maior ao patrimônio cultural.

 

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Em uma semana, casos da ômicron quadruplicam no Brasil

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Entre segunda-feira e ontem, foram quase 71 mil registros de infectados pela variante, contra aproximadamente 18,7 mil da semana anterior. Segundo os dados do Conass, a média móvel disparou e é a maior desde 29 de julho do ano passado

(crédito: Myke Sena/MS)

O Brasil teve, nas últimas 24 horas, 70.765 novos casos de covid-19, de acordo com dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Com o avanço da ômicron, o número diário de registros quase quadruplicou se comparado com o total registrado uma semana atrás — em 4 de janeiro foram 18.759 novos registros.

A média móvel de novos casos nos últimos sete dias atingiu 43.660, a maior desde 29 de julho de 2021, quando a média móvel de sete dias ficou em 45.094. O total de registros de covid-19, agora, chega a 22.629.460 desde o início da pandemia e são 620.238 mortes de infectados pelo novo coronavírus.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, reconheceu, ontem, a variante como “prevalente” no país. Ele admitiu que há um aumento nos registros de infecções, mas acredita que isso não será suficiente para impactar a rede de saúde nem provocar uma disparada no número de mortes por causa do alcance da vacinação contra a covid-19.

“Estamos assistindo ao aumento de casos. E, como em outros países que tem uma campanha (de vacinação) forte como a nossa, a nossa expectativa é de que não tenha um impacto em hospitalização e em óbitos”, disse Queiroga.

Segundo o ministro, embora tentativas tenham sido feitas para evitar a entrada da ômicron, é difícil impedir que a cepa circule. “Tentou-se impedir que a variante entrasse pelo aeroporto, mas entra, independentemente de qualquer tipo de medida sanitária que se queira adotar”, explicou. Ele exortou, ainda, estados e municípios a se juntarem ao Ministério da Saúde na compra de testes para detecção da covid, pois, como disse, a aquisição não é exclusividade do governo federal.

Um levantamento da plataforma Our World in Data, da Universidade de Oxford, divulgado na última semana, mostrou que a cepa corresponde a mais da metade dos novos casos da covid-19 no país. A pesquisa apontou que a variante já era responsável por 58,33% dos casos rastreados no Brasil nas duas últimas semanas de dezembro. Até 13 de dezembro, porém, o índice de infectados com a mutação era de 2,85%.

Precauções
O recrudescimento da pandemia devido à ômicron levou a uma revisão da retomada dos regimes presenciais de trabalhos e estudos no país. As universidades federais de Pernambuco (UFPE), Rio Grande do Sul (UFRGS) e Goiás (UFG) anunciaram avaliar a situação a fim de decidir sobre a suspensão das atividades nos câmpus. Já as federais do Rio de Janeiro (UFRJ), de Lavras (UFLA-MG) e de Santa Catarina (UFSC) já definiram que ficarão no modelo remoto pelo menos até o final do mês.

Já o governo de São Paulo pretende restringir novamente eventos com aglomerações em todo o estado devido à alta taxa de transmissibilidade da ômicron. A decisão do Comitê Científico de Combate à Covid-19, que se reuniu ontem, deve ser anunciada hoje.

“Não há, nesse momento, nenhuma indicação e necessidade de fechamento ou restrições ao comércio e ao setor de serviços, assim como ao agronegócio e à indústria. Há, sim, cautela e recomendação expressa para que as pessoas usem máscaras o tempo todo”, afirmou o governador João Doria (PSDB).

A ômicron foi identificada pela primeira vez no Brasil em 30 de novembro de 2021. Mais contagiosa que as demais, a cepa fez, até agora, apenas uma vítima fatal no país — um homem de 68 anos, morador de Aparecida de Goiânia (GO), que apresentava um quadro preexistente de comorbidades.

 

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Sobe para 24 o número de mortos no período chuvoso em Minas

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Novos casos entraram na lista da Defesa Civil do estado, entre eles o de um homem eletrocutado na Serra do Cipó, na Grande BH

Em Santana do Riacho, um homem morreu ao ser atingido por um raio durante uma escalada no Morro da Pedreira (parte mais escura), na Serra do Cipó – (crédito: Corpo de Bombeiros/Divulgação)

Chegou a 24 o número de pessoas que morreram em ocorrências durante as chuvas que atingem Minas Gerais há várias semanas. O boletim foi atualizado pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec) na manhã desta quarta-feira (12/1).

Os novos casos que passaram a integrar o boletim começam pela morte de um homem de 55 anos que estava desaparecido desde o dia 8 após um deslizamento de terra em Ouro Preto, Região Central de Minas. A casa dele foi destruída pela lama.

Também foram localizados os corpos das duas mulheres de 55 e 79 anos que tiveram o carro levado pela enxurrada em Perdigão, Centro-Oeste de Minas, após a subida de um córrego. O caso também foi em 8 de janeiro.

Em Santana do Riacho, na Grande BH, ontem (11/1), um homem de 34 anos morreu ao ser atingido por um raio enquanto escalava o Morro da Pedreira, na Serra do Cipó. Uma mulher que estava com ele sofreu queimaduras leves e foi levada ao Hospital Risoleta Neves, na Região de Venda Nova, em BH.

Por fim, nessa terça, um homem foi vítima de desabamento em Contagem. Testemunhas disseram que o muro da empresa onde ele trabalhava caiu sobre ele. “Ainda segundo informações de populares, o que causou a queda do muro foi um forte vendaval que ocorria no momento do acidente”, diz a Cedec. O corpo foi resgatado por militares dos bombeiros.

Vale lembrar que, conforme a Defesa Civil de Minas, as 10 mortes ocorridas em Capitólio, no Sudoeste de Minas, depois que uma rocha se desprendeu do cânion do Lago de Furnas e atingiu barcos de turistas, ainda não entraram no boletim porque o caso está sob investigação.

Ainda de acordo com o boletim de hoje, chegou a 341 o número de municípios em situação de emergência, aumento de mais de 135% em relação ao boletim de ontem, que contabilizava 145 localidades com o decreto.

Os desabrigados já somam 3.992 pessoas. A classificação é para pessoas que necessitam de abrigo público como habitação temporária em função de danos ou ameaças de danos em suas casas.

Já o número de desalojados é de 24.610. São pessoas que também precisaram sair de seus imóveis, diante do risco, mas que se deslocaram para as casas de parentes ou amigos.

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