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Índia atinge recorde de vacinação contra Covid com distribuição gratuita

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O país está usando doses da vacina AstraZeneca fabricadas domesticamente e a Covaxin da empresa indiana Bharat Biotech

Vacinação contra Covid em Nova Délhi. (Adnan Abidi/Reuters)

NOVA DÉLHI (Reuters) – A Índia iniciou nesta segunda-feira uma campanha de âmbito nacional de administração de vacinas contra Covid-19 gratuitas a todos os adultos e atingiu recorde de 5 milhões de doses, depois de semanas de críticas segundo as quais uma distribuição caótica provocou escassez aguda e intensificou uma segunda onda mortal que matou centenas de milhares em abril e maio.

No início deste mês, o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, reverteu uma diretriz que instruía os Estados a fazerem suas próprias encomendas às farmacêuticas e a administrar doses a pessoas de 18 a 45 anos juntamente com hospitais particulares.

Como a maioria dos Estados está fechando centros de vacinação para a população mais jovem alegando escassez, uma maioria procurou hospitais particulares que cobravam de 9 a 24 dólares por dose, e as defasagens de suprimentos entre áreas urbanas e rurais aumentou.

O país está usando doses da vacina AstraZeneca fabricadas domesticamente e a Covaxin da empresa indiana Bharat Biotech. O governo indiano está tentando obter vacinas estrangeiras, como a da Pfizer, e descartou regras rígidas para permitir importações mais rápidas.

Especialistas alertam para uma possível terceira onda, já que somente cerca de 5% de todas as 950 milhões de pessoas autorizadas está totalmente inoculada com duas doses, apesar de as infecções diárias terem caído neste mês.

Na últimas 24 horas, a Índia relatou 53.256 infecções, a menor cifra desde 24 de março. As infecções atingiram um pico de cerca de 400 mil por dia em maio, e as mortes dispararam para cerca de 170 mil em abril-maio.

Como a maioria das cidades começa a suspender as restrições de lockdown, especialistas alertam que uma reabertura rápida poderia complicar o programa de vacinação – que precisa ser ao menos quatro vezes mais veloz.

As vacinações diárias atingiram um pico de 4,5 milhões no dia 5 de abril, mas desde então diminuem acentuadamente. Nos últimos 30 dias, a Índia aplicou uma média de 2,7 milhões de doses por dia.

Em Maharashtra, Estado do oeste que foi o mais atingido pela segunda onda, autoridades disseram que pessoas de 30 a 45 anos serão uma prioridade agora que os suprimentos escasseiam.

“Temos um estoque suficiente, que esperamos durar pelos próximos três a quatro dias, mas não vislumbramos suprimentos de estoque depois disso”, disse Santosh Revankar, autoridade de saúde de alto escalão do organismo civil de Mumbai, à Reuters.

O Estado permitiu que alguns negócios voltem a funcionar e suspendeu parcialmente as restrições ao transporte público, mas mantendo toques de recolher nos finais de semana em algumas cidades.

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ONU promove debates sobre mudanças climáticas no Brasil

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Organização lançou a campanha “Nós >> o movimento”

Lazer no Parque do Ibirapuera após a flexibilização do isolamento social durante a pandemia de covid-19.

A Organização das Nações Unidas (ONU) lançou hoje (22) a campanha “Nós >> o movimento”, com o objetivo de “aumentar o diálogo e as ações em torno das mudanças climáticas no Brasil”, por meio da promoção de debates sobre o tema até a realização da 26ª sessão da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, a COP26, a ocorrer de 1° a 12 de novembro, em Glasgow, Escócia.

De acordo com a entidade, estão previstas ações em espaços públicos, onde será mostrado o impacto que a questão climática causa na sociedade. A primeira ação será no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, onde totens digitais exibirão mensagens sobre como o clima está conectado com a saúde, o bem-estar, a proteção de áreas verdes e a promoção de ecossistemas mais saudáveis.

A campanha pretende ampliar a conscientização das questões sobre o clima, “mostrando de que maneira ele está conectado com desafios e problemas atuais do país, como desemprego, segurança alimentar e mobilidade, mas reforçando que as soluções estão disponíveis, e são acessíveis, práticas e realistas”, diz a entidade ao informar que pretende, com as ações, fortalecer indivíduos, comunidades, empresas e lideranças, articulando conexões e conversas sobre a agenda climática.

“Todos são convidados a participar, debatendo ações e compartilhando conteúdos. Por meio da contribuição de vários agentes que trabalham com proteção ambiental e justiça climática, além de pessoas interessadas em fazer parte dessa ação, “Nós >> o movimento” quer mostrar a urgência e a relevância da questão do clima”, detalhou, em nota, a ONU.

Materiais da campanha, histórias de quem está fazendo sua parte e outras informações sobre as mudanças climáticas podem ser obtidas a partir do site www.nosomovimento.com.br. Agência Brasil

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Crise política e pandemia disparam pobreza em Hong Kong

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A taxa de desemprego aumentou no início de 2021, atingindo seu maior índice em 17 anos, a 7,2%. Desde então, regrediu ligeiramente

(crédito: ANTHONY WALLACE/AFP)

Morando apertados em um quitinete, “Rainbow” e sua família mal conseguem se sustentar, assim como milhares de famílias que caíram na pobreza nos últimos dois anos, devido ao impacto da crise política e da pandemia da covid-19.

Já faz um ano que, quase todos os dias, o marido de “Rainbow” (apelido para preservar sua identidade) volta para o apartamento de 26 metros quadrados sem ter conseguido trabalho como eletricista.

“Antes da pandemia, trabalhava de 20 a 25 dias por mês. E agora só quatro ou cinco dias. Teve um mês em que não trabalhou”, lamenta esta mulher, de 43 anos.

Hong Kong é um dos territórios mais ricos do mundo, mas também um dos mais desiguais.

Seu Produto Interno Bruto (PIB) per capita é de cerca de US$ 48.000. E, mesmo depois de um ano de gastos públicos incomuns em função da pandemia, o governo local possui amplas reservas, em torno de US$ 116 bilhões.

Esta cidade de 7,5 milhões de habitantes tem cerca de 5.000 bilionários, um número que aumentou 48% em cinco anos, de acordo com o relatório anual sobre a riqueza da Knight Frank. E são 280.000 milionários.

A riqueza dos ricos aumenta, mas a pobreza também.

Nos últimos dois anos, o número de famílias que ganham o equivalente a US$ 1.170, ou menos, por mês, dobrou para 149.000, de acordo com um estudo recente do governo.

Pouca ajuda social

A família de “Rainbow” é uma delas. Há um ano, porém, sua renda era de quase o triplo.

No momento, tem conseguido limitar suas despesas diárias com alimentação ao equivalente a US$ 13 e faz o possível para que suas filhas, de 4 e de 18 anos, continuem a comer de forma equilibrada.

“Os adultos comem comida enlatada, e as crianças comem produtos frescos”, explica.

Esta ex-colônia britânica foi atingida pela pandemia, quando a economia já estava em recessão por meses de crise política e pelas manifestações em massa em 2019.

Essas manifestações protestavam contra a crescente tutela chinesa, apesar do princípio “Um País, Dois Sistemas”. A multidão também tomou as ruas contra o Executivo local – alinhado a Pequim – por sua incapacidade de conter as desigualdades e de resolver a crise imobiliária que faz de Hong Kong uma das cidades mais caras do mundo para se morar.

O avanço da pobreza em Hong Kong é alarmante, devido à baixa magnitude de subsídios sociais, afirma Lai Hiu-tung, da ONG Concern for Grassroot’s Livelihood Alliance.

“A maior parte da ajuda é excepcional e de curto prazo”, explica.

“Muitos desempregados”

Maggie, de 35 anos, é uma das centenas de pessoas que dependem da ajuda alimentar distribuída duas vezes por semana pela associação de Lai.

Depois de engravidar pela segunda vez, não encontrou trabalho como balconista e não tem mais um salário fixo para sustentar as duas filhas.

Seu marido, que também é vendedor, sofreu uma queda de 30% no salário mensal durante a pandemia.

“A política da empresa dele mudou, e ele recebe muito menos comissões”, acrescenta.

O casal pensou na possibilidade de trabalhar em plataformas de entrega de comida, mas há muita concorrência.

“Há muitos desempregados. Não somos os únicos procurando um segundo emprego”, lamenta.

A taxa de desemprego aumentou no início de 2021, atingindo seu maior índice em 17 anos, a 7,2%. Desde então, regrediu ligeiramente.

Os manifestantes acusam a chefe do governo local, Carrie Lam, de fechar os olhos para a situação econômica de seus eleitores e de se concentrar na repressão aos oponentes pró-democracia.

Recentemente, têm havido promoções entre os funcionários de alto escalão da área de segurança do governo. O ex-ministro da Segurança John Lee, por exemplo, tornou-se conselheiro de Lam, uma posição que lida, com frequência, com questões sociais.

Lam diz que fará da habitação o tema central de seu mandato, que termina no próximo verão.

Hoje, o tempo de espera para se ter acesso à moradia social é de em torno de 5,8 anos, 12 meses a mais do que quando Carrie Lam chegou ao poder.

A família “Rainbow” está à espera há sete anos e vive em habitações provisórias. Ainda assim, considera-se com sorte agora. Antes, sua família morava em um casebre como os que são construídos, ilegalmente, nos telhados dos prédios.

“Eu durmo mal e me sinto péssima” vendo nossas economias diminuírem, desabafa “Rainbow”.

E acrescenta: “todas as pessoas estão sob pressão”.

 

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Mineradora Rio Tinto avaliará poluição em Papua Nova Guiné

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Pressionada por organizações de defesa dos direitos humanos, a Rio Tinto disse que buscará “identificar e avaliar os impactos” da mina

(crédito: AFP / NESS KERTON)

A mineradora multinacional Rio Tinto aceitou investigar o legado ambiental e humano da gigantesca mina de Panguna, na ilha de Bougainville, em Papua Nova Guiné – anunciou a empresa anglo-australiana, acusada, entre outras coisas, de se isentar de sua responsabilidade de limpar os resíduos tóxicos.

A multinacional informou que abrirá uma investigação sobre esta mina de cobre e ouro. Centro da violenta guerra civil em Bougainville nas décadas de 1980 e 1990, esta mina continua poluindo os rios próximos mais de três décadas depois de seu fechamento, conforme denúncias de moradores locais.

Em 2016, a Rio Tinto cedeu o controle de suas ações na mina de Panguna para os governos de Papua Nova Guiné e de Bougainville. A população também acusa a mineradora de tentar evitar os custos de limpeza do local.

Panguna já foi a maior mina de cobre a céu aberto do mundo, representando, sozinha, até 40% das exportações de Papua Nova Guiné. Ficou em funcionamento de 1972 a 1989.

Seus danos ambientais causados e o benefício econômico nulo para os habitantes locais deflagraram fortes confrontos entre o Exército e os rebeldes separatistas. A guerra civil causou 20.000 mortes e ainda é o conflito mais violento no Pacífico, desde a Segunda Guerra Mundial.

Identificar e avaliar os impactos

Pressionada por organizações de defesa dos direitos humanos, a Rio Tinto disse que buscará “identificar e avaliar os impactos” da mina.

“É um primeiro passo importante para a abertura de um diálogo com aqueles que foram afetados pelo legado da mina de Panguna”, declarou o diretor-geral do grupo, Jakob Stausholm.

“Levamos este assunto muito a sério e estamos decididos a identificar e avaliar o papel que podemos ter tido em qualquer impacto negativo”, acrescentou.

Em um primeiro momento, a Rio Tinto financiará um painel independente de especialistas internacionais para avaliarem o impacto. Este anúncio deve reunir as organizações que militam pela criação de um fundo de indenização para as vítimas e pela restauração dos lugares afetados.

O custo da limpeza da área é estimado em US$ 1 bilhão.

“É um dia muito importante”, afirmou Theonila Roka Matbob, uma política local.

“Durante muitos anos, a mina de Panguna envenenou nossos rios com cobre. Nossas crianças estão doentes por causa da poluição”, completou.

O Centro Jurídico para os Direitos Humanos de Melbourne, que recebeu as queixas de mais de 150 habitantes de Bougainville, viu neste anúncio “um avanço importante” e prometeu “garantir que a avaliação conduza a uma ação rápida da Rio Tinto para ser responsabilizada por seu legado desastroso na ilha de Bougainville”.

Em 1998, um cessar-fogo foi alcançado e, em um referendo realizado em 2019, quase a totalidade dos eleitores (98%) desta ilha do Pacífico se declarou a favor da independência. Bougainville desfruta de autonomia desde 2005.

Seus líderes estabeleceram o ano 2027 como prazo para alcançar a independência total e abandonar Papua Nova Guiné.

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Expectativa de vida nos Estados Unidos caiu um ano e meio em 2020

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Afro-Americanos, latinos e homens hispânicos são alguns dos afetados e a causa de incidentes que vem aumentando é o uso excessivo de drogas

(crédito: NeONBRAND/Unsplash)

A expectativa de vida dos americanos caiu um ano e meio em 2020, segundo a agência federal de saúde pública que cita a pandemia como uma de suas causas.

Essa tendência foi acentuada nas minorias negra e hispânica, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (21/7) pelos Centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

A expectativa de vida dos americanos ao nascer caiu de 78,8 anos em 2019 para 77,3 anos em 2020, a menor desde 2003.

Para os afro-americanos, a expectativa de vida caiu 2,9 anos, de 74,7 anos em 2019 para 71,8 anos em 2020. Entre os latinos, caiu em três anos: de 81,8 anos em 2019, passou para 78,8 em 2020.

O declínio mais severo foi registrado entre os homens de origem hispânica, que perderam 3,7 anos de expectativa de vida, o que é 90% explicado pela pandemia de covid.

Outro fator incidente é o aumento das mortes por overdose de drogas, crise que ocorreu antes do coronavírus, mas que se agravou durante a pandemia. Mais de 90.000 pessoas morreram de overdose em 2020, um número nunca visto antes e relacionado ao aumento do uso de opioides durante a pandemia.

De 2014 a 2018, a expectativa de vida nos Estados Unidos diminuiu como resultado de overdoses de opiáceos sintéticos, como o fentanil.

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Emmanuel Macron, da França, outros dois presidentes e três primeiros-ministros podem ter sido espionados com programa

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Entre as pessoas que podem ter sido espionadas pelo software Pegasus, que invade smartphones sem que o dono saiba, estão pelo menos três presidentes e três primeiros-ministros que estão atualmente no poder. A informação foi publicada pelo “Washington Post” nesta terça-feira (20).

Veja quem são os líderes que têm números de telefones encontrados na lista:

Três presidentes

  • Emmanuel Macron, da França;
  • Barham Salih, do Iraque;
  • Cyril Ramaphosa, da África do Sul;

 

Três primeiros-ministros que ainda estão no poder

  • Imran Khan, do Paquistão
  • Mostafa Madbouly, do Egito
  • Saad-Eddine El Othmani, do Marrocos;

Três primeiros-ministros que já deixaram o poder:

  • Saad Hariri, do Líbano;
  • Ruhakana Rugunda, de Uganda
  • Charles Michel, da Bélgica

Um rei:

  • Mohammed VI, do Marrocos

O fato de o telefone estar na lista não significa que o telefone foi de fato invadido pelo Pegasus. Segundo o “Washington Post”, nenhum dos líderes de Estado aceitou uma vistoria em seus aparelhos para saber se eles realmente foram vítimas de espionagem.

No domingo, revelou-se que há uma lista de 50 mil números de telefones que podem ter sido invadidos pelo Pegasus, que foi desenvolvido por uma empresa de Israel chamada NSO Group.

Há centenas de dirigentes políticos na lista, segundo o jornal norte-americano.

O que é o Pegasus?

O Pegasus é uma ferramenta extremamente invasiva, que pode ligar a câmera e o microfone do celular, bem como acessar dados do dispositivo, convertendo-o em um espião de bolso.

Em alguns casos, ele pode ser instalado sem a necessidade de enganar o usuário para que ele faça um download, que é a maneira mais comum de invadir um aparelho.

Como surgiu a história?

A Forbidden Stories, uma organização sem fins lucrativos de Paris, e a Anistia Internacional conseguiram uma lista de 50 mil números de telefones que podem ter sido invadidos pelo malware israelense.

As duas entidades procuraram um grupo de 16 jornais internacionais para formar um consórcio que tenta descobrir quem são as vítimas da espionagem.

É esse consórcio que conseguiu identificar os mil primeiros nomes e tenta chegar aos 50 mil da lista.

Não foi revelado como a Forbidden Stories teve acesso aos 50 mil números de smartphones que foram invadidos.

O consórcio acredita que os números da lista são alvos em potencial dos clientes do NSO.

Resposta da empresa

O NSO Group disse que o relatório da Forbidden Stories elabora teorias sem comprovação e é cheio de suposições erradas. A empresa nega que tenha mantido uma lista de alvos em potencial.

A empresa afirma que o Pegasus é vendido apenas para agências governamentais que são aprovadas e que é usado apenas para perseguir terroristas e grandes criminosos. Além disso, o NSO Group diz que não tem acesso aos dados de seus clientes.

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Egito encontra antigo navio militar e covas gregas em cidade submersa

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Cidade Thônis-Heracleion era o maior porto do Egito no Mediterrâneo

© Ministério de Antiguidades do Egito/Divulgação via REUTERS

Mergulhadores encontraram raros destroços de um navio militar na antiga cidade submersa de Thônis-Heracleion – outrora o maior porto do Egito no Mediterrâneo – e um complexo funerário que ilustra a presença de mercadores gregos, afirmou o país nesta segunda-feira (19).

A cidade, que controlava a entrada ao Egito na foz de um braço ocidental do Nilo, dominou a região por séculos antes da fundação de Alexandria por Alexandre, o Grande, em 331 antes de Cristo.

Destruída e afundada junto com uma vasta área do delta do Nilo por vários terremotos e maremotos, Thônis-Heracleion foi redescoberta em 2001 na baía de Abu Qir, perto de Alexandria, agora a segunda maior cidade do Egito.

O navio militar, descoberto por uma missão egípcia e francesa liderada pelo Instituto Europeu de Arqueologia Submersa, afundou quando o famoso templo de Amun, ao qual estava atracado, desabou no segundo século antes de Cristo.

Um estudo preliminar mostra que o casco do navio de fundo chato de 25 metros, com remos e uma grande vela, foi construído mediante a tradição clássica e também tinha características da construções do Antigo Egito, afirmou o Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito.

Em outra parte da cidade, a missão revelou os destroços de uma grande área funerária grega, que data dos primeiros anos do quarto século antes de Cristo, disse. Agência Brasil

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