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Brasil é 5º maior alvo de cibercrimes; perdas globais somam US$ 6 trilhões

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Estudo de consultoria alemã mostra que país sofreu mais de 9 milhões de ataques no primeiro semestre, mais do que todo o ano de 2020

Apenas EUA, Reino Unido, Alemanha e África do Sul sofreram mais ataques de hackers no primeiro semestre do que o Brasil (Witthaya Prasongsin/Getty Images)

Mais constantes e cada vez mais sofisticados, os cibercrimes causam prejuízos cada vez maiores às empresas. Apenas neste ano, as perdas globais podem chegar a US$ 6 trilhões – três vezes o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil -, de acordo com estudo conduzido pela consultoria alemã Roland Berger. A percepção de especialistas é a de que esse tipo de crime irá se aperfeiçoar ainda mais com o tempo, com as companhias tendo de gastar cada vez mais para se proteger de ataques com pedidos de resgate.

O Brasil tem sido um dos principais alvos globais. O levantamento da Roland Berger aponta que o país já ultrapassou o volume de ataques de hackers do ano passado apenas nesse primeiro semestre, com um total de 9,1 milhões de ocorrências, considerando apenas os de “ransomware”, que restringem o acesso ao sistema infectado e cobram resgate em criptomoedas para que o acesso possa ser restabelecido. Esse número coloca o país na quinta posição mundial de ataques, atrás apenas de EUA, Reino Unido, Alemanha e África do Sul.

“O tema de cibersegurança já vem evoluindo no Brasil e no mundo na última década. Hoje, isso não tem apenas relação com a segurança dos dados, mas de infraestrutura”, diz o sócio-diretor e especialista em Inovação da Roland Berger, Marcus Ayres. Segundo ele, quando o ataque ocorre na infraestrutura, a empresa deixa de operar e tem prejuízos. “O custo disso é gigante.”

Para Ayres, a preocupação das empresas brasileiras cresceu diante dos mais recentes ataques. No entanto, ele frisa que as companhias precisam entender que, para mitigar danos, é necessário que o tema seja contínuo, e não uma ação pontual para se ajustar alguma eventual fragilidade do sistema.

“A segurança digital vai muito além do TI. As empresas acordaram para a importância do tema e têm buscado dar robustez à segurança, mas ainda precisam ter essa visão multidisciplinar e entender que isso é algo contínuo”, afirma Ayres.

Os ataques podem mudar de perfil com o tempo, e os cibercriminosos são criativos. Assim, os negócios têm de estar preparados para essa dinâmica do mundo digital. Algo importante, nesse sentido, é a empresa já ter um plano de contingência, caso um ataque ocorra, observa o executivo da consultoria alemã.

Segundo o especialista em cibersegurança da empresa de tecnologia NEC no Brasil, Daniel Aragão, há muitos tipos de ataques, mas o ransomware tende a ser o mais custoso, devido aos pedidos de resgate, que podem envolver cifras milionárias.

Aragão explica que uma das formas desses criminosos entrarem no sistema da empresa pode ser por meio de um e-mail, no qual o próprio funcionário abre um documento ou link fraudulento. A técnica, chamada “phishing”, provoca uma infestação do sistema, abrindo o acesso para que o ataque possa ser feito.

De acordo com o especialista, os cibercriminosos podem passar um tempo silenciosos, vasculhando o sistema em busca de vulnerabilidades da empresa, e fazer o ataque de fato posteriormente. Prova da sofisticação que a cada dia fica maior, ele conta que há grupos especializados em fazer essa infecção da rede da companhia, vendendo essa “porta de entrada” a outros criminosos. “Todos os dias há novos ataques e vulnerabilidades”, diz o executivo da NEC.

Preocupação

Na alta cúpula das empresas, as ameaças cibernéticas já são uma das principais preocupações, atrás apenas de crise de saúde trazida pela covid-19, que ainda permanece no primeiro lugar entre as dores de cabeça dos executivos.

Nas últimas semanas, as empresas que não tinham ainda colocado o tema no topo das prioridades mudaram de ideia após o ataque às Lojas Renner, que colocou o assunto ainda mais em evidência no Brasil.

Além da varejista, apenas neste ano sofreram ataques o Fleury, que ficou alguns dias sem conseguir efetuar exames, e a JBS, que pagou US$ 11 milhões de resgate ao ataque hacker em sua operação nos Estados Unidos, que também afetou negócios na Austrália e no Canadá. O custo desses ataques pode ir muito além do pagamento de resgate. A varejista de moda, por exemplo, disse que não efetuou esse pagamento, mas ficou alguns dias sem vender pelo e-commerce.

Cálculo da Roland Berger mostra que, considerando os dados de 2020, os ataques cibernéticos causaram danos de US$ 385 mil por empresa, em média, nos maiores países europeus. Os principais setores alvo, conforme o levantamento, são varejo, finanças, hotelaria e manufatura.

‘Hacker do bem’

As empresas também estão buscando os chamados “hackers do bem”, contratados para simular um ataque. Eles vasculham vulnerabilidades, fazem o acesso e pegam o máximo de dados que conseguem. A partir daí, a firma tem mapeadas suas fragilidades para poder enfrentá-las. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Netflix fará excursões gratuitas em locações de filmes e séries

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As visitas guiadas gratuitas de 2 horas serão realizadas de 11 a 17 de julho, em Londres, Paris e Madri

(Reprodução/Getty Images)

Filmes e séries são capazes de transportar quem assiste para diferentes cidades e épocas. Seja na série Bridgerton, pela Londres do século XIX, ou a atual Paris, em que Emily Cooper circula na série Emily em Paris. Porém, em julho, fãs das séries poderão realmente conhecer a fundo suas séries preferidas com visitas guiadas aos locais de filmagem dos conteúdos da Netflix.

Durante o verão no no Hemisfério Norte, a Netflix fará parceria com a empresa de viagens Sandemans New Europe. Poderão ser visitadas três capitais europeias: Londres, Paris e Madri.

As visitas guiadas gratuitas de 2 horas serão realizadas por uma semana, de 11 a 17 de julho. Durante o trajeto, além de conteúdos sobre as produções, também serão informadas curiosidades sobre a história do cinema e do entretenimento nas cidades.

Em Madri, será possível conhecer os bastidores das séries Cable Girls, EliteMoney Heist e Valeria, em passeios pela Gran Vía, Callao e o distrito de Chueca.  “Os guias turísticos vão te ensinar sobre os estrondosos anos 1920, os glamorosos anos 1950 e o movimento Movida Madrileña dos anos 1980”, segundo a Netflix.

Em Paris, os passeios serão focados nas séries Emily em Paris, Lupin e a próxima produção Notre-Dame, incluindo os Jardins de Luxemburgo, o Panthéon, a catedral de Notre-Dame e a Ponte Neuf.

Já em Londres, os passeios cobrirão as séries Anatomy of a Scandal, Bridgerton, Enola Holmes, The Crown e Top Boy em locais como St. James’s, West End e Lancaster House.

Os tours em Madri e em Londres serão oferecidos em inglês e espanhol. Em Paris, os tours serão oferecidos em inglês, francês e espanhol.

Informações sobre os agendamentos podem ser encontrados em netflix.neweuropetours.eu/.

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Bancos adotam o WhatsApp para atrair clientes avessos a aplicativos

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Instituições financeiras miram o WhatsApp porque muitos clientes ainda não usam aplicativos de bancos

(Nasir Kachroo/NurPhoto/Getty Images)

Uma cena curiosa se repete nas portas de agências bancárias em dia de pagamento do INSS ou de auxílios do governo: pessoas fazem filas para entrar e sacar dinheiro, ao mesmo tempo que mandam e recebem mensagens por meio do WhatsApp. Para os bancos, isso significa que há uma parcela do público que usa smartphone, mas ainda não está em seus aplicativos. Por isso, as instituições financeiras miram o WhatsApp.

Uma das mais utilizadas do País, a plataforma da Meta é uma ponte entre os bancos e esse público, segundo especialistas, porque simplifica a linguagem do atendimento. No lugar dos menus dos aplicativos, entra uma conversa, como a que o cliente costuma ter na agência física. No “Zap”, porém, o papo é com a inteligência artificial.

O Bradesco, por exemplo, criou a BIA, que interage com o usuário em suas plataformas. “Para nós, o WhatsApp é um canal, mas o que estamos fortalecendo é a convergência do cliente”, diz Eder Lima responsável pela experiência digital de pessoas físicas do banco. Segundo ele, a intenção é acostumar o cliente a “falar” com a BIA em qualquer canal.

No Banco do Brasil, os usuários também conversam com uma máquina inteligente. “Exploramos a conversação. O nosso assistente no WhatsApp não tem cara de URA (atendente eletrônico que identifica dígitos) porque isso não é conversacional. Incentivamos a pessoa a falar”, diz César Caseiro, líder da escola de robôs do banco. “O conceito da linguagem no digital é ter o tom de voz (linguagem) do cliente”, observa Sergio Biagini líder de serviços financeiros da consultoria Deloitte.

Andrea Carpes, diretora de atendimento ao cliente do Itaú, diz que os primeiros serviços levados para o app foram os mais fáceis e de maior demanda, como a emissão da segunda via de boletos. “O primeiro critério foi incluir o que tinha mais volume nas centrais de atendimento”, diz. Hoje, é possível abrir contas correntes pelo WhatsApp.

São vários os motivos que afastam o cliente do app do banco, incluindo o receio de gastar parte do plano de dados. “Em geral, as pessoas de uma classe social mais baixa e que tendem a ser mais jovens têm necessidades financeiras mais simples. Eventualmente, o WhatsApp atende a essas necessidades”, aponta Silvio Marote, sócio da consultoria Bain.

DO SAC AO EMPRÉSTIMO

A experiência dos bancos é recente. O BB passou a atender por WhatsApp em 2018; o Itaú entrou em 2019; a Caixa Econômica Federal (CEF), em 2020, inicialmente para dar suporte aos clientes na pandemia da covid-19, durante a qual o banco distribuiu o auxílio emergencial pago pelo governo. O Santander também colocou o pé no acelerador devido à pandemia. “Vínhamos discutindo isso há bastante tempo e, com a pandemia, se tornou mais urgente acelerar essa agenda”, afirma Marcela Ulian, superintendente executiva de negócios digitais do banco.

O Santander tem 7 milhões de clientes que usam a plataforma, e identificou que parte deles tem celulares Android com baixa capacidade de armazenamento, o que com frequência os leva a optar pelo aplicativo de mensagens da Meta em detrimento de outras plataformas.

Pesquisa do WhatsApp encomendada à Kantar apontou que, no Brasil 47% dos adultos conectados à internet realizam transações bancárias via aplicativos de mensagem. “O WhatsApp é usado massivamente no Brasil, onde a população é aberta a novas tecnologias e o sistema financeiro é bastante avançado”, disse a empresa por escrito.

RECURSOS

Com os cinco maiores bancos por lá, a corrida é para agregar funções. O Santander, por exemplo, espera dobrar o número de serviços na plataforma até o fim do ano, para 80. Os empréstimos pessoal e consignado estão nessa lista.

No início do mês, o BB foi o primeiro grande banco do País a oferecer empréstimos pessoais, para correntistas com limites pré-aprovados. “Clientes que nunca haviam contratado crédito conosco foram predominantes (nos primeiros dias)”, conta Pedro Bramont, diretor de negócios digitais e open finance da instituição.

O BB já liberou mais de R$ 2,5 milhões pela plataforma, 75% para clientes que não tinham crédito pessoal com o banco. Neste ano, pretende levar todas as linhas voltadas a pessoas físicas ao app além de soluções de investimentos e agronegócio. Em paralelo, desenvolve o piloto do atendimento via Alexa, a assistente de voz da Amazon.

Algo que ainda está por equacionar é a análise de crédito. “Para poder dar todas as possibilidades de crédito, precisamos ter uma análise de crédito muito bem feita em um tempo muito curto”, afirma Andrea, do Itaú. É algo mais complexo do que emitir a segunda via de uma fatura – mas os bancos estão abraçando o desafio.

Parceria entre bancos e plataforma esbarra em clima de competição

Os maiores bancos do País ampliam a oferta de serviços no WhatsApp, ao mesmo tempo que o aplicativo de mensagens expande seu serviço de transferências. O momento é de cooperação, mas também de competição.

No ar desde 2021, o Pagamentos no WhatsApp é operado por meio do cadastro de cartões pré-pagos ou com função débito pelos usuários. São aceitos cartões de bancos como Bradesco, Itaú, Banco do Brasil, Nubank e Inter, com bandeiras Visa e Mastercard. A Cielo, controlada por BB e Bradesco, opera o serviço, que será estendido a pessoas jurídicas. “Faz parte da estratégia, pois sabemos que isso é muito valioso para os negócios”, disse um porta-voz do aplicativo.

Os bancos veem no WhatsApp um canal importante, mas não abrem mão de ter esse cliente nos aplicativos proprietários. “Se amanhã houver um novo canal (relevante), vamos interagir lá, mas lembrando que estamos fortalecendo a BIA (inteligência artificial do banco), e não o canal”, diz Eder Lima, responsável pela experiência digital de pessoas físicas do Bradesco. Hoje, de 30% a 40% das interações da BIA são feitas pelo “Zap”.

“Ainda que a experiência seja muito interessante, há soluções em que a integração de serviços financeiros vai ser mais adequada no nosso aplicativo”, diz Pedro Bramont, diretor de negócios digitais e open finance do Banco do Brasil. O BB tem 11 milhões de usuários, pelo critério de usuários únicos nos últimos 90 dias. No primeiro trimestre deste ano, foram 129,3 milhões de interações, mais que o dobro do mesmo período de 2021.

Marcela Ulian, superintendente executiva de negócios digitais do Santander Brasil, acha difícil o WhatsApp substituir os apps de banco. “Nosso serviço tem um nível de complexidade e exige um nível de segurança, para algumas coisas, muito relevante.” Ainda assim, o aplicativo tornou-se inescapável, em especial após a pandemia.

“Hoje em dia, se o cliente está lá, eu tenho de estar. Se eu falar que não estarei porque é um risco para mim, é porque ele virou um risco para mim”, diz Andrea Carpes, diretora de atendimento ao cliente do Itaú.

Sócio da consultoria Bain, Silvio Marote considera natural que os bancos estejam no WhatsApp, dado que empresas de vários outros setores também estão. “É uma questão de quão parceiro pode ser um concorrente. O WhatsApp está numa condição em que é difícil ficar de fora.”

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Instagram bugado? Usuários relatam problemas nos Stories

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O aplicativo aparenta estar com problemas desde terça-feira, 28

Instagram: app aparenta estar com bugs nos Stories (Lorenzo Di Cola/Getty Images)

Desde a noite de terça-feira, 28, usuários do Instagram estão reportando problemas no aplicativo. Os bugs persistem até a tarde desta quarta-feira, 29.

As reclamações são centradas na ferramenta de Stories, as publicações que duram 24 horas.

Problemas para tirar fotos

Usuários afirmam não conseguir tirar fotos e depois criar uma postagem, além de problemas na visualização dos Stories dos amigos, que ficam reaparecendo.

Alguns comentários no site Down Detector, que registra reclamações de páginas fora do ar, apontam problemas no carregamento do feed e nas mensagens diretas.

O Instagram ainda não se manifestou sobre os bugs. Por enquanto, não há previsão de quando os Stories devem voltar ao normal.

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Karaokê no Spotify? Plataforma testa função no aplicativo

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Alguns usuários foram ‘premiados’ com o recurso no app, mas empresa não dá esperanças de que ele estará disponível para todos no futuro

Spotify: plataforma pode estar testando função Karaokê (Christian Hartmann/Reuters)

Alguns usuários do Spotify, plataforma de streaming de músicas, já possuem a opção que permite que se cante junto com as canções reproduzidas, e até avalia a qualidade musical das “performances”. Trata-se de um momento de testes da nova funcionalidade de Karaokê, que deve ser oferecida a todos os usuários do aplicativo no futuro.

O modo karaokê permite que os usuários cantem junto com as músicas ao mostrar as letras e reduzir ou eliminar as vozes das canções. Aqueles que foram “premiados” com a nova funcionalidade no app e já resolveram testar, relatam que ao fim da experiência, há uma nota de zero a 100, presumidamente baseada no quão boa foi a cantoria da música – como é tradicional nos karaokês comuns.

Exemplos compartilhados pelos usuários mostram que o aplicativo disse a eles que estavam “80% corretos” na apresentação da música, com um recado de que estão “no caminho para a fama”.

Todos esses detalhes são partes do teste. Alguns podem encontrá-los no aplicativo, mas outros podem nunca obtê-los, uma vez que não houve um anúncio oficial. E, aparentemente, não há um critério para que a funcionalidade surja no aplicativo, restando apenas aguardar por uma atualização.

Usuários que não obtiveram o recurso lamentaram nas redes sociais, pedindo o acesso a ele o quanto antes.

O Spotify não deu informações detalhadas sobre a funcionalidade ou seu lançamento. Em comunicado ao The Independent, a empresa indicou que o recurso pode nunca chegar a todos os usuários de fato.

“No Spotify, é rotineira a condução de um certo número de testes, em um esforço para melhorar a experiência dos nossos usuários”, disse um porta-voz. “Alguns desses testes acabam pavimentando o caminho para uma experiência de usuário mais ampla, e outros servem apenas como aprendizados importantes. Nós não temos mais notícias para compartilhar sobre nossos planos futuros neste momento”, finalizou.

(Agência O Globo)

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5G será lançado em Brasília daqui alguns dias, diz presidente da TIM

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As operadoras que arremataram lotes no leilão do 5G têm até o fim de setembro para começar a ofertar os serviços em todas as capitais do País

5G: tecnologia estará disponível em Brasília daqui alguns dias, de acordo com presidente da TIM (Getty Images/Getty Images)

O presidente da Telebrasil e da TIM Brasil, Alberto Griselli, afirmou nesta terça-feira, 28, que em “alguns dias” a tecnologia 5G será lançada em Brasília.

“Estamos esperando a liberação. O 5G vai virar realidade no Brasil”, disse Griselli durante abertura do Painel Telebrasil 2022 Summit. Como mostrou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), Brasília deve ser a primeira capital a ter o sinal liberado para a ativação do 5G no Brasil.

As operadoras que arremataram lotes no leilão da tecnologia no ano passado têm até o fim de setembro para começar a ofertar os serviços em todas as capitais do País.

Na palestra, Griselli listou o que chamou de conquistas do setor nos últimos 12 meses, como o leilão do 5G e a reorganização do mercado com a saída da Oi, que concluiu a venda de seus ativos móveis para a TIM, Claro e Vivo.

De acordo com o presidente da Telebrasil e da TIM Brasil, com a transação e o processo de migração dos clientes, os consumidores podem experimentar uma melhora significativa na qualidade dos serviços, do ponto de vista de cobertura e sinal.

“Essa reorganização é mais um passo na evolução do modelo de competição baseado em volume e em valor, e com mais atenção em inovação e na qualidade ao cliente”, disse.

Griselli afirmou ainda que o segmento de telecomunicação cresceu na geração de empregos diretos, e demonstrou resiliência “forte” e centralidade na economia brasileira nos últimos anos. “Lembrando que somos uma indústria antinflacionária”, disse.

(Estadão Conteúdo)

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É hora de dar tchau ao Hangouts; serviço será desativado no segundo semestre

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O destino dos usuários que ainda usam o mensageiro é o Chat, app de proposta bastante similar

Google Hangouts: o aplicativo nunca vingou como um mensageiro popular (Foto/Reprodução)

Os últimos sobreviventes que ainda “habitam o app” mensageiro Hangout, do Google, terão de dizer adeus ao serviço. Nesta segunda-feira, 27, a empresa do buscador afirmou que começará a migrar as contas para o Chat, um aplicativo de proposta similar.

Para quem usa o Hangouts em dispositivos móveis, um aviso será emitido pedindo para que seja realizada a migração. No entanto, o aplicativo ainda poderá ser usado até novembro, e a empresa diz que os usuários terão “pelo menos” um mês de aviso antes que a página da plataforma comece a redirecionar automaticamente para o site do Chat.

O Google também promete transferir as conversas automaticamente para o aplicativo mais recente.

O movimento da empresa é eliminar gradualmente a marca Hangouts em favor de seus serviços de mensagens mais recentes, então não é surpresa que a companhia finalmente tenha decidido encerrar a plataforma.

E, embora nunca tenha se firmado como um app popular, o obsoleto Hangouts teve seus fãs devotos. Contudo, segue pelo mesmo destino do antecessor Google Talks.

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