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domingo, 26/04/2026

Turismo explica a ficha digital para hóspedes

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Hotéis, pousadas, hostels e resorts no Brasil estão usando a Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH) Digital. Essa nova ficha substitui os papéis antigos e facilita a identificação dos hóspedes, seguindo as regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

O sistema, parecido com os check-ins de aeroportos, passou a ser obrigatório a partir de segunda-feira (20). Os convidados podem preencher a ficha digitalmente ou usar o Gov.br para agilizar o processo. Criada pelo Ministério do Turismo junto com o Serpro, a ficha pode ser preenchida antes da chegada, via link enviado pelo hotel, ou na recepção com um QR Code. Quem não tem celular pode pedir ajuda no local.

A ficha digital foi aprovada pelo Congresso e sancionada em 2024. O setor de hospedagem apoia a novidade, que começou a ser adotada em novembro do ano passado e elimina a burocracia do papel.

Para o viajante, o check-in fica muito rápido. Para os hotéis, há economia ao não precisar guardar papéis por muito tempo.

Gustavo Feliciano, ministro do Turismo, destaca a segurança do sistema e encoraja hotéis a adotarem a ficha digital. Ele diz que os dados são protegidos e a tecnologia ajuda a melhorar a experiência de hóspedes e trabalhadores, principalmente com o turismo crescendo no Brasil.

O Ministério do Turismo esclarece as principais dúvidas sobre a ficha digital:

  • A ficha digital começou agora? Não. A coleta de dados já era feita pela lei de 2008, só que agora está digitalizada e mais segura.
  • Alguém pode usar os dados indevidamente? Não. O Gov.br apenas confirma a identidade do hóspede para evitar fraudes.
  • Os dados podem ser vistos por qualquer pessoa? Não. Eles são protegidos com criptografia e só podem ser acessados pelo Ministério em registros gerais, ou individualmente por ordem judicial.
  • A ficha traz informações sobre gastos dos hóspedes? Não. Ela só ajuda a entender o fluxo turístico e apoiar a segurança.
  • O check-in ficou mais difícil? Não. Com o Gov.br, é rápido e pode ser feito pelo QR Code, link ou equipamento do hotel.
  • É preciso fazer o check-in antes de chegar? Não. Pode ser feito antes ou na hora, com ajuda do atendente.
  • O sistema custa para os hotéis? Não. O uso é gratuito, só pode haver custos com softwares contratados pelos hotéis.
  • Quem ainda não usa pode aderir? Sim. O Ministério do Turismo oferece apoio para quem quer se adaptar.

O Ministério está ajudando os hotéis a se adaptarem, mostrando os benefícios para hóspedes e para a gestão dos negócios. São 19.231 estabelecimentos inscritos no Cadastur que precisam se ajustar, mesmo que já usem sistemas próprios. Uma página com orientações está disponível para todos.

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