Mais de um milhão de mulheres e meninas ficaram sem o suporte essencial devido à redução nos fundos destinados à ajuda humanitária. Essa situação crítica afeta diretamente a segurança e o bem-estar desses grupos, que dependem desse apoio para sobreviver em contextos de vulnerabilidade.
Organizações que atuam na área de assistência ressaltam a urgência de restabelecer os recursos para evitar um agravamento das condições já precárias enfrentadas por essas pessoas. A ausência dessa assistência compromete o acesso à saúde, alimentação e proteção.
Especialistas alertam que a diminuição da ajuda humanitária pode ter consequências duradouras, ampliando desigualdades e colocando em risco os direitos básicos das mulheres e meninas afetadas.
