Marcelo Antônio Marques Pereira, de 46 anos, conhecido como “Mad Max”, morreu após um confronto com a Polícia Militar em Aparecida de Goiânia. Ele era acusado de liderar uma quadrilha responsável por roubos a bancos e explosões de caixas eletrônicos em Goiás.
De acordo com a Polícia Militar, Marcelo tinha pelo menos 15 passagens por explosões e comandava ações criminosas em várias cidades do estado. Somente em Goiás, ele participou de pelo menos oito ataques a bancos.
Durante a operação, foram encontrados em sua casa explosivos, munições, radiocomunicadores, coletes e roupas usadas em crimes.
Histórico de crimes
Marcelo esteve envolvido em explosões em Goiânia, Minaçu e Itaberaí. Ele estava entre os criminosos mais procurados por sua atuação organizada. Em 2016, a Polícia Civil prendeu Marcelo em uma ação contra uma quadrilha que atacava caixas eletrônicos.
Em 2019, outros integrantes do grupo foram detidos por fabricar bombas usadas nos ataques.
Investigações e operações
A polícia monitorava o grupo desde a morte de outro suspeito, Crenilton Ferreira Barreto, de 44 anos, também morto em confronto em Goiânia. Na casa de Crenilton, foram encontrados explosivos e armas.
Devido à grande quantidade de explosivos, o Bope realizou a detonação controlada do material para garantir a segurança da população.
Com a morte de Marcelo, a polícia acredita ter desarticulado uma das principais lideranças desse grupo criminoso em Goiás, mas as investigações continuam para identificar outros membros e possíveis ações futuras.

