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Festival Universitário de Cinema de Brasília começa nesta quinta-feira

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A mostra nutre o intuito de fomentar e apresentar obras produzidas por universitários de todo o país

O festival da Universidade de Brasília (UnB) abre espaço para debates acerca dos curtas exibidos
(foto: Acervo FestUni/Divulgação)

As produções audiovisuais são um dos fortes de Brasília, não é a toa que um dos principais eventos de cinema brasileiro é aqui da capital, que também atua como cenário em diversas produções cinematográficas brasileiras. É nesta onda audiovisual que tem início, nesta quinta-feira (10/10), a terceira edição do Festival Universitário de Cinema de Brasília (FestUni). A mostra nutre o intuito de fomentar e apresentar obras produzidas por universitários de todo o país.
O FestiUni nasceu em 2017, no mesmo ano do 50º aniversário da mais importante mostra de cinema da capital, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. As duas primeiras edições do Festival Universitário, inclusive, fizeram parte do grande evento audiovisual candango.
A professora da UnB Dácia Ibiapina destaca o conceito desse novo festival. “A ideia surgiu porque o Festival de Cinema de Brasília começou na UnB, por Paulo Emílio Sales Gomes, e se tornou esse grande e importante festival do país”. Em 2017, a coordenação da 50ª edição do Festival de Brasília convidou a UnB para participar das reuniões prévias e assim nasceu a ideia de criar este outro festival. “Esperamos que essa sementinha também germine ao longo de outros 50 anos”, almeja a professora.

Em meio a esta turbulência política, com cortes de verbas para as universidades públicas e sem o auxílio do Festival de Cinema de Brasília, que acontece na última semana de novembro, o FestUni foi buscar apoio dentro da própria UnB. “O contexto político é desfavorável para as universidades, para a cultura. É uma batalha que a gente resolveu travar para que o festival pudesse acontecer, então buscamos apoio da Faculdade de Comunicação da UnB, do Decanato de Extensão, da ADUnB, por exemplo”, relata Dácia Ibiapina.
Ao todo foram selecionados 21 curtas-metragens de todo o Brasil, que concorrem ao prêmio Jean-Claude Bernardet (ex-professor da UnB), homenageado que dá nome aos troféus de melhor filme, melhor direção e júri popular.
Além da mostra, oficinas também fazem parte do festival universitário e, um dos pontos-chave que a professora Dácia pontua, é a integração entre os estudantes de audiovisual e cinema dos diversos cantos do país. “Essa convivência é muito rica, o intercâmbio entre os alunos de diferentes universidades é muito importante. O festival é um espaço de formação, são muito diversificados. As aulas não são suficientes, a formação fica mais rica quando os alunos vão construindo filmes, ouvindo opiniões, conhecendo outros alunos e professores”.

3º FestUni

Auditório da ADUnB (Universidade de Brasília). De 10 a 13 de outubro. Confira a programação e mais informações no instagram @festuni. Entrada franca.
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Cultura

Exposição faz paralelo entre céu de Brasília e legado de Leonardo da Vinci; veja fotos

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Fotografias de Leonardo Caldas destacam fenômenos naturais em pontos turísticos da capital. Mostra fica em cartaz até 24 de novembro; entrada é gratuita.

Exposição faz paralelo entre céu de Brasília e legado de Leonardo da Vinci — Foto: Leo Caldas/Arquivo pessoal

O céu de Brasília foi o cenário escolhido pelo brasiliense Leonardo Caldas para inspirar as mais de 20 mil fotografias feitas por ele que imortalizam fenômenos da natureza.

Alguns registros de estrelas, eclipses e uma série de pores do sol foram compilados pelo astrofotógrafo em uma exposição no shopping Iguatemi, em cartaz até 24 de novembro. A entrada é gratuita.

Na mostra, além da beleza da atmosfera candanga, as imagens fazem um paralelo com obras do inventor, artista e cientista Leonardo da Vinci (1452-1519). A referência é uma homenagem aos 500 anos de legado do italiano, famoso pela pintura do quadro “Mona Lisa”

Foto de brasileiro é escolhida pela Nasa para site de astrofotografia — Foto: Arquivo Pessoal / Leo Caldas

Entre os registros, a foto do último eclipse total do sol (veja acima), em julho, ganha destaque na exposição. A imagem capta o momento em que os astros se sobrepõem e, no mesmo instante, um grupo de aves passa pelos céus.

A fotografia foi escolhida pela Nasa para o site Astronomy Picture of the Day (Apod), que publica a cada dia uma nova foto de fenômenos astronômicos pelo mundo.

“A imagem mostra a relação de sombras entre objetos circunferenciais”, explica Caldas. “Inclusive, pinturas de Da Vinci são conhecidas pelo destaque das sombras”.

“Ele pintava com sombras diferentes para destacar objetos e, na astronomia, aproveitamos o mesmo método.”

Aviões sobrevoam céu de Brasília; ao fundo, a lua — Foto: Leo Caldas/Arquivo pessoal

Aviões sobrevoam céu de Brasília; ao fundo, a lua — Foto: Leo Caldas/Arquivo pessoal

A exposição

Para selecionar as obras expostas, 16 fotografias ao todo, o artista brasiliense conta que priorizou as que possuíam maior relação com a obra de Da Vinci.

Na lista, fotos do momento em que aviões cruzam o céu de Brasília e, na rota minuciosamente estudada pelo fotógrafo, passam em frente à lua (veja acima). Em alguns registros, é possível perceber apenas a sombra da aeronave e, em outros, a simetria da lua que parece “repousar” sobre a asa do avião.

A quem perguntar sobre a relação entre aviões e Da Vinci, o fotógrafo lembra que o inventor italiano é responsável por uma série de esboços e estudos sobre voos. “Na época, ele não pensava em construir aviões, mas foi um dos primeiros a pensar no desenho das asas”.

Esboço de Leonardo da Vinci mostra paraquedas piramidal — Foto: Reprodução

Esboço de Leonardo da Vinci mostra paraquedas piramidal — Foto: Reprodução

Veja imagens

Fotógrafo de Brasília registra Via Láctea — Foto: Leo Caldas/Arquivo pessoal

Fotógrafo de Brasília registra Via Láctea — Foto: Leo Caldas/Arquivo pessoal

Fotógrafo de Brasília registra astros no céu  — Foto: Leo Caldas/Arquivo pessoal

Fotógrafo de Brasília registra astros no céu — Foto: Leo Caldas/Arquivo pessoal

Exposição faz paralelo entre céu de Brasília e obras de Leonardo da Vinci — Foto: Reprodução

Exposição faz paralelo entre céu de Brasília e obras de Leonardo da Vinci — Foto: Reprodução

O fotógrafo

Leonardo Caldas tem 43 anos e trabalha como professor de educação física na rede pública do Distrito Federal. Há 8 anos, ele faz fotografias de fenômenos naturais como hobby e publica as fotos nas redes sociais.

A paixão pela astronomia começou ainda na infância, segundo disse , quando ganhou um telescópio, aos 8 anos. “Era uma luneta simples, mas a família sempre estimulava”.

Desde então, ele se dedica ao estudo dos astros e até mesmo desenvolveu um método próprio para acompanhar os fenômenos naturais.

Programe-se

Homenagem aos 500 anos do legado de Leonardo da Vinci

  • Data: até 24 de novembro
  • Local: Shopping Iguatemi (2º piso) – SHIN CA 4 (Lago Norte)
  • De graça
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Cultura

Exposição reúne fotos inéditas da construção do 1º clube na orla do Lago Paranoá

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Mostra exibe 40 fotos, documentos e recortes de jornais de 1959 a 1970. Evento ocorre neste sábado (9) com entrada gratuita.

Fotografia exibida em mostra de comemoração aos 60 anos de fundação do Cota Mil Iate Clube, em Brasília — Foto: Cota Mil/Divulgação

O primeiro clube da orla do Lago Paranoá comemora 60 anos com uma exposição de fotografias inéditas de quando Brasília ainda estava em construção e o lago sequer tinha terminado de encher. As imagens resgatam a fundação do Cota Mil Iate Clube, em novembro de 1959 (veja algumas abaixo).

A mostra vai exibir, neste sábado (9), 40 imagens de um acervo de mais de 300 registros históricos, entre fotos, documentos e recortes de jornais datado entre 1959 e 1970. A entrada é gratuita.

Programe-se

Exposição 60 anos do Cota Mil Iate Clube

  • Data: 9 de novembro
  • Hora: das 10h às 17h
  • Local: SCES Tr. 2 Cj. 26/27 Lt. 2
  • De graça
Fotografia exibida em mostra de comemoração aos 60 anos de fundação do Cota Mil Iate Clube, em Brasília — Foto: Cota Mil/Divulgação

Fotografia exibida em mostra de comemoração aos 60 anos de fundação do Cota Mil Iate Clube, em Brasília — Foto: Cota Mil/Divulgação

Fotografia exibida em mostra de comemoração aos 60 anos de fundação do Cota Mil Iate Clube, em Brasília — Foto: Cota Mil/Divulgação

Fotografia exibida em mostra de comemoração aos 60 anos de fundação do Cota Mil Iate Clube, em Brasília — Foto: Cota Mil/Divulgação

Fotografia exibida em mostra de comemoração aos 60 anos de fundação do Cota Mil Iate Clube, em Brasília — Foto: Cota Mil/Divulgação

Fotografia exibida em mostra de comemoração aos 60 anos de fundação do Cota Mil Iate Clube, em Brasília — Foto: Cota Mil/Divulgação

Fotografia exibida em mostra de comemoração aos 60 anos de fundação do Cota Mil Iate Clube, em Brasília — Foto: Cota Mil/Divulgação

Fotografia exibida em mostra de comemoração aos 60 anos de fundação do Cota Mil Iate Clube, em Brasília — Foto: Cota Mil/Divulgação

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Cultura

Festival de Brasília divulga os filmes selecionados para Mostra Competitiva

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A mostra recebeu 701 inscrições de produções de todo o país

(foto: Lucas Batista/CB/D.A Press)

Com prêmios que chegam a R$ 50 mil, a 52ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro anunciou, em coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (6/11), os filmes selecionados para a Mostra Competitiva. O evento que celebra o cinema brasileiro recebeu ao todo 701 inscrições, sendo 189 longas-metragens e 512 curtas, número 12% maior do que o registrado na edição do ano passado.

Ao final, foram selecionados sete obras com duração igual ou superior a 70 minutos e 14 com duração inferior a 30 minutos para disputar o Troféu Candango em suas respectivas categorias.
Nesta edição, o Festival de Brasília, que ocorre entre 22 de novembro e 1º de dezembro, homenageia o ator Stepan Nercessian, que tem 49 anos de carreira. Além dele, o estrangeiro Marco Belloccio, e os brasileiros Vladimir Carvalho, um dos pioneiros do cinema brasiliense, e Daniel Filho terão obras exibidas em sessões especiais.
Entre as novidades deste ano está a venda on-line de ingressos pela plataforma Sympla, apenas para as sessões da Mostra Competitiva. O intuito da ação é evitar as longas filas que se formavam, nas edições anteriores, antes de cada exibição.

Confira os longas selecionados para Mostra Competitiva:

  • Volume morto, de Kauê Telloli (SP)
  • A febre, de Maya Da-Rin (RJ)
  • Alice Júnior, de Gil Barioni (PR)
  • O tempo que resta, documentário de Thaís Borges (DF)
  • Loop, de Bruno Bini (MT)
  • O mês que não terminou, da dupla Francisco Bosco e Raul Mourão (RJ); e
  • Piedade, Claudio Assis (RJ).

Confira os curtas selecionados:

  • A nave de Mané Socó, de Severino Dadá (PE)
  • Alfazema, de Sabrina Fidalgo (RJ)
  • Amor aos vinte anos, de Felipe Arrojo Poroger e Totó Loureiro (SP)
  • Angela, de Marília Nogueira (MG)
  • Ari y yo, de Adriana de Faria (PA)
  • Cabeça de rua, de Angélica Lourenço (MG)
  • Caranguejo rei, de Enock Carvalho e Matheus Farias (PE)
  • Carne, de Camila Later (SP)
  • Chico Mendes – Um legado a defender, de João Inácio (DF)
  • Marco, de Sara Benvenuto (CE)
  • Parabéns a você, de Andréia Kalábola (PR)
  • Pelanol, de Christina Mariani e Calebe Lopes (BA)
  • , de Júlia Zakia e Ana Flávia Cavalcanti (SP); e
  • Sangro, de Tiago Minamisawa, Bruno H Castro e Guto BR (SP).

Mostra Brasília BRB de Cinema

A 52ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro será palco também da Mostra Brasília BRB de Cinema. Dedicada, exclusivamente, a produções locais e com premiação total de R$ 150 mil, dividida entre os 13 ganhadores, a disputa será realizada entre 25 e 29 de novembro.

Confira os filmes selecionados para a Mostra Brasília BRB de Cinema:

Longas:

  • Mãe, filme de ficção com direção de Adriana Vasconcelos
  • Dulcina, documentário da diretora Glória Teixeira
  • Ainda temos a imensidão da noite, filme de ficção do diretor Gustavo Galvão; e
  • Mito e Música – A mensagem de Fernando Pessoa, dos diretores Rama de Oliveira e André Luiz Oliveira.

Curtas:

  • Claudia e o crocodilo, animação de Raquel Piantino
  • #SomosAmazônia, documentário do diretor João Inácio
  • O véu de Amani, filme de ficção da diretora Renata Diniz
  • A terra em que pisar, filme de ficção com direção de Fáuston da Silva
  • Escola sem sentido, ficção de Thiago Foresti
  • Ambulatório, documentário com direção de Júlia de Lannoy
  • Encanto feminino, ficção da diretora Fabíola de Andrade; e
  • Luis Humberto: o olhar possível, documentário dos diretores Mariana Costa e Rafael Lobo.
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