Carlos Bolsonaro, pré-candidato ao Senado, criticou nesta segunda-feira (1º/6) a falta de reação da oposição em relação à contratação de uma empresa associada ao Primeiro Comando da Capital (PCC) durante a gestão do ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado.
Ele apontou que a direita está agindo de forma diferente após o envolvimento discreto do partido Novo com Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Essa crítica ocorreu em meio às manifestações do pré-candidato à Presidência pelo Novo, Romeu Zema.
Durante a administração de Ronaldo Caiado, foi contratado um grupo de saúde que recebeu cerca de R$ 209 milhões. Esse grupo tinha como fornecedores empresas relacionadas a Thiago Telles Batista de Souza, suspeito de participar de um esquema de lavagem de dinheiro do PCC em São Paulo.
“É necessário explicações antes de qualquer condenação, mas gostaria de ver mais reação da direita diante de fatos legais, já que agem diferente após o silencioso envolvimento do partido Novo com Vorcaro”, afirmou Carlos Bolsonaro em suas redes sociais.
Além disso, Henrique Vorcaro foi preso em maio e doou R$ 1 milhão ao partido Novo em 2022 durante a campanha de reeleição de Romeu Zema ao governo de Minas Gerais.
“Infelizmente apenas vejo silêncio e falta de percepção permitida mais uma vez”, completou Carlos Bolsonaro nas redes sociais.

