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AL: quase 21 mil servidores públicos receberam R$ 13 milhões de auxílio emergencial indevidamente

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Foto: Metrópoles

Exatos 20.970 servidores públicos – municipais e estaduais – efetivos e comissionados  em Alagoas receberam indevidamente o auxílio emergencial pago pelo Governo Federal em socorro às famílias mais carentes durante a pandemia do novo coronavírus.

Foram mais de 13,6 milhões recebidos indevidamente e que terão de ser devolvidos. E esse valor pode ser maior, considerando que o levantamento da CGU levou em  consideração o recebimento de 1 cota por servidor, podendo ter acontecido de uma mesma pessoa ter recebido mais de uma parcela.

A informação foi divulgada nesta terça-feira, pelo superintendente da Controladoria Geral da União em Alagoas, Moacir Rodrigues de Oliveira,  em entrevista ao à da TV Cidadã, emissora do Tribunal de Contas de Alagoas.

Moacir Rodrigues/CGU-AL: valor pago pode ser ainda maior

Prefeituras

Moacir disse ainda que até agora 70 municípios alagoanos disponibilizaram os dados para o cruzamento da CGU, em parceria com órgãos de controle, como o Tribunal de Contas do Estado de Alagoas e o Ministério Público de Contas de Alagoas. O superintendente afirmou também que este trabalho continua, para identificar pessoas que não se enquadram nos critérios pré-estabelecidos, mas estejam recebendo ou receberam o benefício.

O presidente do TCE-AL já determinou à diretoria de RH notificar os 10 servidores identificados para se justificarem com urgência, sob pena de demissão após processo administrativo.

Veja a relação, atualizada, até hoje (14), dos municípios que já disponibilizaram os dados para o cruzamento da CGU:

https://www.tceal.tc.br/view/documentos/doc140720201620250000005f0ddb49b5539.pdf

https://www.tceal.tc.br/view/documentos/doc140720201524450000005f0dce3d51bac.pdf

Confira a entrevista concedida ao jornalista Valtenor Leôncio. https://www.youtube.com/watch?v=3yntjHGB5hc

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Parque da Cidade será administrado pela Secretaria de Esporte

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Pasta quer padronizar quiosques e criar Praça do Atleta Paralímpico

O Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek terá um novo gestor: a Secretaria de Esporte e Lazer. O remanejamento da unidade será oficializado após a publicação de Decreto no Diário Oficial do DF (DODF). Anteriormente, o espaço era gerido pela Secretaria Executiva das Cidades, da Secretaria de Governo.

Secretária de Esporte e Lazer, Celina Leão adianta algumas medidas que estão nos planos da pasta ao assumir toda a estrutura do parque, entre elas a padronização dos quiosques, a identidade visual e a Praça do Atleta Paralímpico.

Sobre a praça ela diz: “Será um espaço onde poderão frequentar, que terá um jardim sensorial e uma pista de caminhada para deficientes. É uma ideia inclusiva”, aposta.

Os parques do DF foram reabertos gradualmente após a publicação do Decreto nº 40.997, em 17 de julho. Os locais foram autorizados a funcionar das 6h às 21h, sendo obrigatório o uso de máscaras pelo público, a exemplo do que já fazem os servidores.

“O Parque da Cidade é um lugar que a gente percebe que pode ser melhorado, ampliada toda aquela entre estrutura ali. Então nós vamos trabalhar um olhar especial para o Parque e fazer todos os investimentos de melhoria para que as pessoas tenham mais opções de lazer”, acrescenta Celina Leão.

Fundado em 11 de outubro de 1978, a estrutura está localizada no coração da capital e se transformou em ponto de encontro diário para milhares de brasilienses. O Parque reúne o trabalho do quarteto ícone da capital. Com projeto de Oscar Niemeyer, obra paisagística de Burle Marx e área urbanística desenvolvida por Lúcio Costa, além de colecionar azulejos de Athos Bulcão.

O Parque da Cidade tem uma área de 420 hectares conta com dezenas de churrasqueiras, quadras de futebol, de areia, de beach tennis e poliesportivas, além de playgrounds, conjuntos sanitários, parques infantis e pontos de encontros comunitários (PEC). Boa parte da estrutura está restrita devido à pandemia causada pelo novo coronavírus (Covid-19).

 

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UBSs recebem 300 mil testes sorológicos; saiba quando fazê-lo

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Doados pela Receita Federal e aprovados pela Fiocruz, esses exames já estão disponíveis nas regiões Norte, Central, Centro-Sul e Leste

As unidades da rede pública de saúde do Distrito Federal dispõem de dois tipos de testes para detectar a Covid-19: o RT-PCR (swab nasal), considerado pelos especialistas a técnica padrão-ouro no diagnóstico da doença, e o sorológico, que detecta anticorpos IgM em plasma ou soro. Os dois testes são feitos em pessoas que apresentam sintomas da Covid-19.

O exame que requer a coleta de sangue estará disponível, a partir desta terça-feira (4), em todas as UBSs das regiões de saúde Norte, Central, Centro-Sul e Leste. Nas regiões de Saúde Sul e Sudoeste, os exames não serão feitos em todas as unidades. Desta forma, quem reside nessas regiões deve procurar a unidade básica referência de sua quadra e, caso essa UBS não faça o teste, haverá o encaminhamento para fazê-lo em outra unidade, ou hospital.

Quem tiver sintomas da Covid-19 e residir em Ceilândia ou Brazlândia deve procurar a UBS mais próxima de sua casa onde será atendido, avaliado e, caso necessário, poderá ser encaminhado para fazer o teste na UPA ou hospital.

Quando pode ser feito
Em caso de sintomas da doença causada pelo novo coronavírus Sars-CoV-2, o cidadão deve procurar a UBS mais próxima de sua residência. Após avaliação criteriosa, o profissional de saúde indicará o exame ideal a ser feito. O teste RT-PCR é recomendado para pacientes que apresentam sintomas a partir do terceiro dia até o sétimo.

O sorológico é feito a partir do décimo dia dos sintomas, porque a produção de anticorpos IgM contra a Covid-19, pelo organismo humano, começa entre o sétimo e o décimo dia após a exposição viral, sendo o décimo quarto o pico do nível de IgM, que começa a diminuir posteriormente.

Por isso, é orientado que as coletas com esse tipo de exame ocorram, preferencialmente, nesse período após a exposição viral, em que há maior concentração desse anticorpo.


Teste Swab
É utilizado um cotonete para colher amostra da mucosa do fundo do nariz. Já o sorológico, diferente do teste rápido em que se colhe uma gota de sangue, é feito a partir da coleta de sangue venoso em um frasco para que a amostra seja processada em centrífuga de laboratório. Todas as unidades básicas de saúde estão abastecidas com os testes swab.


Resultado

O resultado do teste sorológico será disponibilizado após 48 horas. A equipe da UBS referência da região de residência também entrará em contato, por telefone, para informar o resultado, como já é feito com os testes RT-PCR.


Análise
Os 300 mil testes sorológicos que foram doados pela Receita Federal ao DF requerem processamento em laboratório para se obter o resultado. Como a maioria das unidades básicas não dispõe de estrutura para centrifugação, a Secretaria de Saúde organizou o fluxo de coleta na Atenção Primária.

Antes de serem distribuídos aos laboratórios, uma amostra dos testes foi encaminhada para análise no Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para avaliação.

As unidades testadas apresentaram desempenhos de sensibilidade e especificidade satisfatórios, conforme laudo encaminhado à Secretaria de Saúde. Dessa forma, estão de acordo com os valores declarados pelo fabricante, que são: sensibilidade de 91,29% (variando entre 87,58% e 94,18%); especificidade de 98,34 % (variando entre 95,81 e 99,55%).

Com informações da Secretaria de Saúde/DF

 

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Sarampo: dose zero da vacina está disponível para bebês de seis a 11 meses

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Essa faixa etária é mais suscetível a casos graves e mortes pela doença

No primeiro quadrimestre do ano, 8.208 crianças com menos de um ano foram vacinadas contra o sarampo no DF. Foto: Divulgação | Secretaria de Saúde

crianças com idade entre seis a 11 meses para tomarem a chamada “dose zero” da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo. O objetivo é intensificar a vacinação desse público-alvo, mais suscetível a casos graves e óbitos pela doença. Devido ao surto de sarampo no país, é necessário que as crianças sejam vacinadas o quanto antes nas unidades básicas de saúde (UBSs) do DF.

“Essa faixa etária tem risco de maior complicação e óbito em decorrência do sarampo, por isso é muito importante que sejam vacinadas. Todas as crianças menores de um ano têm potencial maior de gravidade. Lembrando que a ‘dose zero’ é indicada somente para os bebês de seis a 11 meses de idade”, diz Fernanda Ledes, enfermeira da área técnica da Secretaria de Saúde.

A tríplice viral está disponível na rotina dos serviços de todas as salas de vacinas. Ela previne também contra rubéola e caxumba.

Um agravante da situação tem sido a baixa cobertura vacinal desse público-alvo no DF devido à pouca procura pelo serviço, mesmo antes da pandemia do novo coronavírus.

No primeiro quadrimestre do ano, 8.208 crianças com menos de um ano foram vacinadas contra o sarampo no DF, o que representou apenas 55,8% de cobertura vacinal. “O ideal é que, pelo menos, 95% dos bebês estejam vacinados”, ressaltou Fernanda Ledes.

A “dose zero” foi instituída pelo Ministério da Saúde em agosto de 2019 e não tem período determinado para acabar. A ação é uma resposta imediata em decorrência do aumento de casos da doença em alguns estados.

O Ministério da Saúde tem um planejamento de compra da vacina, tendo como base o número de pessoas que devem ser vacinadas, considerando as ações de rotina; as ações de bloqueio para interromper a cadeia de transmissão; e as doses adicionais para crianças de seis a 11 meses.

Dose zero

A “dose zero” não substitui e não será considerada válida para fins do calendário nacional de vacinação da criança. Assim, além dessa dose que está sendo aplicada agora, os pais e responsáveis devem levar os filhos para tomar a tríplice viral aos 12 meses de idade (1ª dose); e aos 15 meses (2ª dose) para tomar a vacina tetra viral ou a tríplice viral + varicela, respeitando-se o intervalo de 30 dias entre as doses.

A vacinação de rotina das crianças deve ser mantida independentemente de a criança ter tomada a “dose zero” da vacina.

*Com informações da Secretaria de Saúde

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Sanear-DF higienizará 97 escolas públicas de Ceilândia

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Mais de 50% dos colégios já foram sanitizados por equipes do programa

Das 686 escolas públicas espalhadas pelo DF, 355 foram sanitizadas em apenas uma semana | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília

As 97 escolas públicas de Ceilândia recebem nesta semana a higienização necessária para combater o novo coronavírus. Responsável pela ação preventiva, o programa Sanear-DF começou, nesta segunda-feira (3), pela Escola Classe 12. Mesmo sem alunos, os colégios continuam recebendo servidores e pais de estudantes que buscam atividades para os filhos, além da Cesta Verde – arranjo composto de frutas e vegetais, juntamente com produtos básicos não perecíveis.

Veja mais no vídeo:

Das 686 escolas públicas espalhadas pelo Distrito Federal, 355 foram sanitizadas em apenas uma semana nas seguintes regiões administrativas: Candangolândia, Estrutural, Gama, Guará, Lago Sul, Recanto das Emas, Samambaia, Santa Maria e Taguatinga. A sanitização das unidades escolares será feita a cada 15 dias, em ciclos. Quando chegar a vez da última escola, o serviço retornará para a primeira e assim por diante, até o fim do ano letivo.

“Nosso objetivo nesta parceria é preparar todos os ambientes escolares para a retomada das atividades presenciais com segurança sanitária para os estudantes, professores e toda a comunidade escolar”, afirma o secretário de Educação, Leandro Cruz.

O coordenador Regional de Ensino de Ceilândia, Marcos Antônio de Sousa, adianta que a previsão é sanitizar todos os centros de ensino ainda nesta semana. “Essa medida é associada a outras, como tapetes sanitizantes, álcool gel, máscaras, lavatórios e armários que desinfeccionam atividades recebidas por professores”, comenta.

Para o vice-diretor da Escola Classe 12, Paulo César de Almeida, a ação traz tranquilidade para a comunidade escolar que continua frequentando o colégio. “Estamos organizando tudo o que acontece aqui, como a entrega de materiais e alimentos, para que não ocorram aglomerações. Com esse tipo de medida, ficamos mais seguros e, consequentemente, mais confortáveis no ambiente”, destaca Paulo.

Cerca de 70 agentes do programa se revezam pelas cidades e utilizam hipoclorito de sódio para combater o coronavírus | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília

Sanear/DF nas escolas

Ao todo, 15 equipes do Sanear-DF atuam nas escolas do DF. São cerca de 70 agentes que utilizam hipoclorito de sódio, princípio ativo da água sanitária, para combater o coronavírus.

O primeiro colégio a receber a ação foi o Centro de Ensino Médio Urso Branco, no Núcleo Bandeirante. O secretário-executivo das Cidades, Valmir Lemos, explica que o Sanear-DF nas escolas faz parte de uma série de ações que o governo local tem executado para combater a doença.

“Estamos trabalhando para minimizar as possibilidades de contagem. Nosso objetivo é oferecer segurança para toda a comunidade escolar do DF”, salienta.

O programa foi proposto pela Secretaria Executiva das Cidades e pela Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde (Dival), em virtude do Decreto nº 40.550, de 23 de março de 2020.

Também fazem parte desse projeto as administrações regionais do DF; as secretarias de Comunicação, Transporte e Mobilidade, Segurança Pública, Políticas Públicas, Educação e DF Legal; o Serviço de Limpeza Urbana (SLU); o Departamento de Trânsito do DF (Detran-DF); o Departamento de Estradas de Rodagem (DER/DF); e a Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb).

* Com informações da Secretaria de Educação

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Transplantes de medula óssea estão suspensos no DF por falta de medicamento

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Instituto de Cardiologia confirma falta de insumos e diz que procedimentos devem ser retomados em agosto. Unidade é única do Centro-Oeste a atender pelo SUS.

Fachada do Instituto de Cardiologia do DF — Foto: TV Globo/Reprodução

O Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (ICDF) suspendeu a realização de transplantes de medula óssea em pacientes com câncer devido à falta de medicamentos. O hospital é o único a realizar o procedimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em toda região Centro-Oeste.

De acordo com o ICDF, o serviço está mantido apenas para procedimentos que não envolvem doadores, no caso de transplantes “autólogos”. Já os “alogênicos” – quando o paciente recebe células de familiares – e os “não aparentados”, células do banco de doadores de medula, estão suspensos desde abril.

“[Os transplantes] foram interrompidos temporariamente […] para adequação de insumos específicos para sua realização”, disse a direção do instituto em nota . O ICDF é administrado pela Fundação Universitária de Cardiologia (FUC). A estimativa de retorno é para o “final de agosto de 2020”.

Já a Secretaria de Saúde afirmou que, em janeiro, foi informada pelo ICDF de que o instituto “estava com dificuldades em adquirir alguns insumos e custear alguns procedimentos necessários ao transplante de medula óssea (TMO) alogênico”.

Falta remédio

O GDF também informou que a ala que seria usada para receber pacientes com leucemia, linfomas e mielomas foi destinada para o tratamento de pessoas com a Covid-19 durante a pandemia.

A secretaria disse ainda que os procedimentos de transplante são pagos pelo Ministério da Saúde e, após o faturamento, a secretaria do DF repassa o valor do serviço executado ao Instituto de Cardiologia. A reportagem aguarda um posicionamento da pasta federal sobre a falta da Filgrastima.

Longa espera

UTI Móvel estacionada em frente ao Instituto de Cardiologia do DF (ICDF) — Foto: TV Globo/Reprodução

UTI Móvel estacionada em frente ao Instituto de Cardiologia do DF (ICDF) — Foto: TV Globo/Reprodução

Com o procedimento suspenso, os pacientes com câncer e que necessitam de um transplante de medula óssea no Distrito Federal enfrentam a incerteza da espera. Já quem entrou na Justiça devido à urgência do procedimento foi encaminhado para a realização do transplante em São Paulo.

De acordo com fontes ouvidas , até este sábado (1º), cerca de 20 pessoas aguardavam por um transplante de medula óssea no DF. Se o procedimento clínico não for feito em tempo hábil, o paciente pode ir a óbito.

O ICDF não informou, no entanto, o total de pessoas à espera do transplante. De acordo com médicos hematologistas, o paciente pode ser curado caso tenha a possibilidade de receber células do próprio corpo. Já para pacientes que necessitam de doadores, a substituição das células do sangue, feita por meio do transplante, é a única chance de cura.

ICDF em crise

Em outubro de 2018 o Instituto do Coração do Distrito Federal suspendeu a marcação e a execução de procedimentos eletivos – aquele sem urgência, agendados previamente. À época, o hospital disse enfrentar instabilidade financeira e um “sério desabastecimento de insumos”.

Ao G1, o ICDF responsabilizou o governo do DF. Em um ofício enviado à Secretaria de Saúde, o hospital acusa a pasta de não realizar os pagamentos dos dois contratos vigentes. Já o GDF negou essa falha nos repasses.

Outros transplantes

O Instituto de Cardiologia do DF é uma instituição sem fins lucrativos que realiza atendimentos de alta complexidade cardiovascular e transplantes desde 2009.

Apesar da interrupção do atendimento a pacientes com câncer, o ambulatório e a enfermaria do ICDF seguem funcionando.

De janeiro a julho deste ano, o instituto realizou 90 procedimentos de transplantes. Neste período, 38 passaram por cirurgia de fígado, outros 24 de medula óssea, 14 de rim, 9 de coração e 5 de córneas.

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Enem 2020: pré-vestibular no DF abre 180 vagas gratuitas para estudantes de baixa renda

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Aulas serão pela internet. Oportunidade é para alunos de todo país; inscrições vão até dia 12 de agosto.

Caderno de provas do Enem 2019 – 1º dia — Foto: Ana Carolina Moreno/G1

Um curso pré-vestibular do Distrito Federal está com 180 vagas abertas para estudantes de baixa renda estudarem de maneira gratuita. Desta vez, a preparação dos alunos será para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), previsto para os meses de janeiro e fevereiro de 2020.

As aulas do Galt Vestibulares serão online, nos períodos matutino, vespertino e noturno, por conta da pandemia do novo coronavírus. Candidatos de todo o país podem se inscrever pela internet, até o dia 12 de agosto. O processo seletivo é limitado a até 1 mil inscritos, segundo a organização.

O curso preparatório atua no DF desde 2015. As aulas são voltada para alunos da rede pública e para bolsistas de escolas particulares (veja abaixo como participar). As aulas começam no dia 29 de agosto.

Pré-requisitos

Para participar da seleção, os candidatos devem pagar a quantia de R$ 15 para cobrir os custos operacionais. Depois disso, o aluno não precisará pagar mais nenhuma taxa.

Para concorrer a uma vaga no cursinho é preciso atender aos seguintes critérios:

  • Ter concluído ou estar matriculado no último ano do ensino médio em escola pública ou em escola particular na condição de bolsista integral, e ter cursado os dois primeiros anos em escola pública ou em escola particular na condição de bolsista integral.
  • Ter finalizado ou estar matriculado no último ano do ensino médio, tendo estudado em escola particular sem bolsa integral durante o ensino médio, desde que esteja inscrito no Cadastro Único.
  • Possuir celular, tablet ou computador com acesso à internet para acompanhar as aulas na modalidade a distância, realizar simulados e outras atividades.

Processo seletivo

O processo seletivo para escolha dos novos alunos será composto por duas etapas: avaliação e entrevista – ambos acontecerão pela internet. Os candidatos classificados na avaliação, ou seja, que estiverem entre os 360 primeiros classificados, passarão por uma entrevista social.

As entrevistas ocorrem no dia 23 de agosto, e os horários de cada candidato serão disponibilizados no site e nas redes sociais, bem como enviados por e-mail.

Após a seleção, os estudantes aprovados terão acesso, de graça, às aulas de todas as disciplinas, atendimento com psicólogos, simulados, monitorias e acesso a plataformas de ensino de instituições parcerias do cursinho.

Vagas para todo país

Segundo um dos fundadores do Galt, Rubenilson Cerqueira, a ideia de expandir o processo seletivo para todo país surgiu depois que a pandemia do coronavírus exigiu que o cursinho adotasse o ensino à distância.

“Acreditamos que podemos ajudar outros brasileiros que não têm condições de preparo. Além do fato de estarmos na modalidade EAD desde o início da pandemia”, explica.

Serviço:

Curso preparatório para o Enem

  • Inscrições: até 12 de agosto pelo site do Galt Vestibulares
  • Taxa: R$15
  • Entrevista para seleção: 23 de agosto
  • Total de vagas: 180
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terça-feira, 4 de agosto de 2020

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