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Um ano de coronavírus no Brasil: os bastidores da descoberta do primeiro caso oficial

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Por mais que o primeiro caso tenha sido detectado no Brasil no dia 26 de fevereiro de 2020, hoje sabe-se que o coronavírus já circulava por aqui muito antes disso

 

O infectologista Fernando Gatti estava descansando em casa quando seu celular tocou por volta das 20h do dia 24 de fevereiro de 2020, uma Segunda-Feira de Carnaval.

Do outro lado da linha, um médico que trabalhava no plantão do pronto-socorro do Hospital Israelita Albert Einsten, na zona sul de São Paulo, tinha uma pergunta importante: ele deveria ou não pedir um teste de covid-19 para um paciente que apresentava sintomas de gripe e tinha acabado de voltar de uma viagem à Itália?

Gatti, que é coordenador médico do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Einstein, não teve dúvidas, e orientou seu colega a realizar o exame.

Em poucas horas, já no dia 25, o laudo deu a notícia que todo o Brasil sabia que viria, mais cedo ou mais tarde: o primeiro caso de covid-19 havia sido oficialmente detectado no país.

Mas antes de entrar nos detalhes desta história, é preciso retroceder algumas semanas para entender qual era o clima e o contexto no Brasil e no mundo.

Casa arrumada para o caos

As primeiras notícias sobre uma “pneumonia misteriosa” que estava afetando algumas partes da China começaram a surgir na mídia internacional no final de dezembro de 2019.

A informação de que a doença era causada por um novo tipo de coronavírus foi transmitida por cientistas chineses e divulgada a partir do dia 8 de janeiro de 2020.

Rapidamente, a cidade de Wuhan, capital da província de Hubei, foi identificada como epicentro da crise sanitária e teve seus aeroportos, portos, ferrovias e rodovias bloqueadas, numa tentativa de conter a disseminação do agente infeccioso.

Mas já era tarde demais: logo apareceram casos em outras partes da China e o agente infeccioso foi identificado em países próximos, como Japão e Tailândia.

Wuhan

Getty Images Primeiro caso de uma ‘pneumonia por causa desconhecida’ foi registrado em Wuhan no início de dezembro de 2019

Os episódios de covid-19 se espalharam rapidamente para outros continentes e foram detectados na Europa e na América do Norte.

Portanto, havia a certeza quase absoluta que o vírus chegaria em algum momento ao Brasil ainda no primeiro trimestre de 2020.

“E nós sabemos que o público que utiliza os serviços do Einstein e de outros hospitais particulares costuma fazer muitas viagens internacionais, então já imaginávamos que o primeiro caso poderia ser diagnosticado aqui”, aponta Gatti.

Foi justamente pensando nessa possibilidade que o infectologista liderou uma verdadeira força-tarefa para organizar a instituição para o que viria pela frente.

“Desde o início de janeiro de 2020 nós fizemos treinamentos para deixar toda a equipe preparada e reforçamos os estoques de equipamentos de proteção, como as máscaras, os aventais, as luvas, os óculos e o face shield”, lembra.

Segundo Gatti, outra decisão importante foi a de ampliar a suspeita de covid-19 para todos aqueles que tivessem feito viagens internacionais e apresentassem sinais sugestivos de uma infecção respiratória.

“Naquele momento, a Organização Mundial da Saúde só preconizava a realização de exames para aqueles indivíduos com sintomas que tinham retornado da Ásia”, diz.

A orientação para todos os médicos que faziam plantões no Einstein era uma só: ligar para o Serviço de Controle de Infecção Hospitalar caso tivessem qualquer dúvida sobre a necessidade de fazer o teste para detectar o novo coronavírus nos pacientes que ingressavam pelo pronto-socorro da instituição.

O primeiro de 10 milhões

E esse protocolo foi seguido à risca naquela noite de 24 de fevereiro.

Poucas horas depois, já na madrugada do dia 25/02, Gatti recebeu uma nova ligação em seu telefone: o Laboratório de Biologia Molecular do Einstein havia concluído a análise da amostra de material colhida do paciente e tinha encontrado o novo coronavírus ali.

Entre janeiro e fevereiro, os cientistas da instituição haviam examinado cerca de 20 a 30 casos suspeitos por semana, mas todos voltavam com resultados negativos.

A virologista Rúbia Anita Santana, coordenadora do Setor de Biologia Molecular do Einstein, se recorda da dificuldade em encontrar materiais e insumos num momento em que as informações sobre o novo coronavírus estavam absolutamente desencontradas.

“Não existia no mercado nenhum kit de detecção pronto. Nós tivemos que desenvolver um novo produto do zero, para estarmos preparados quando a doença chegasse no Brasil”, conta.

Santana mal sabia que, passados alguns meses dessas primeiras experiências, ela e sua equipe precisariam fazer até 80 mil testes de covid-19 ao mês. “Reestruturamos completamente nosso espaço e nosso fluxo de trabalho. Foi muito desafiador”, destaca.

Ao receber a informação do laudo positivo, Santana, Gatti e a equipe do laboratório repetiram o exame novamente, para ter certeza de que não havia acontecido algum percalço no procedimento ou algum problema nos equipamentos do laboratório.

“Esse segundo teste foi processado durante a madrugada e, na manhã do dia 25, eu já estava no hospital quando ficamos sabendo que o resultado era mesmo positivo”, diz o infectologista.

Após a confirmação, o imunologista Luiz Vicente Rizzo, diretor do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, ficou responsável por levar a notícia ao alto comando do hospital.

“O protocolo já estava pronto e, quando o resultado saiu, as lideranças foram notificadas para seguir com o plano de divulgação”, descreve.

Antes de comunicar a imprensa e a sociedade, porém, as amostras do paciente foram enviadas para o Instituto Adolfo Lutz, que é o laboratório referência para a análise de doenças infecciosas no Estado de São Paulo.

Uma terceira rodada de testes, que se alongou pela tarde e pela noite da terça-feira (25/02), confirmou mais uma vez que se tratava mesmo do primeiro caso de covid-19 no Brasil.

O anúncio oficial foi feito no dia seguinte, na manhã da quarta-feira de cinzas, 26 de fevereiro, por Luiz Henrique Mandetta, o então ministro da Saúde.

“Agora, com o primeiro caso confirmado no Brasil, vamos ver como o vírus vai se comportar em um país tropical em pleno verão. É um vírus novo, que pode ou não manter o mesmo padrão de comportamento de transmissão que tem no hemisfério norte, com o frio”, discursou Mandetta naquele dia.

No mesmo evento, o então ministro da Saúde também descartou a possibilidade de fechar as fronteiras ou fazer testagem em aeroportos. “[Isso] não tem eficácia nenhuma, porque os pacientes podem ter o vírus sem apresentar sintomas. Essa é mais uma doença que a humanidade vai ter que enfrentar.”

Vale dizer, no entanto, que o caso identificado no Einstein, como descrito acima, foi o primeiro detectado de forma oficial.

Estudos posteriores divulgados a partir de maio de 2020 mostraram que o vírus já circulava pelo país muito antes dessa data — e se aproveitou das aglomerações e da falta de medidas de restrição para criar cadeias de transmissão Brasil adentro.

Evoluções e recaídas

À época, o primeiro diagnosticado com covid-19 no Brasil estava com 61 anos, morava em São Paulo e havia retornado de uma viagem pela Itália, onde permanecera entre os dias 9 e 21 de fevereiro.

A situação da Itália, mais especificamente na região da Lombardia, foi bastante dramática nos primeiros meses da pandemia. Cenas de caminhões militares transportando caixões pelas ruas da comuna de Bergamo foram um dos símbolos mais fortes da crise de saúde pública que abateu a Europa naquele momento.

Com incômodos como tosse, febre, dor de garganta e coriza, o paciente foi avaliado pelos médicos do Einstein e, como não apresentava sinais de complicação, acabou liberado para seguir o tratamento em casa, com orientações de quarentena bastante restritas.

Seu estado clínico era checado várias vezes ao dia por meio de conversas telefônicas e mensagens de WhatsApp.

“Uma semana depois, ele precisou ser internado porque a febre persistia. Durante a hospitalização, nós encontramos uma pneumonia bacteriana, que costuma ser um quadro associado a covid-19 em cerca de um terço dos casos”, estima Gatti.

Caminhões do exército italiano em comboio pelas ruas de Bergamo, na Itália

Getty Images Em Bergamo, na Itália, caminhões do exército foram recrutados para recolher os caixões dos mortos pela covid-19 e levá-los até os cemitérios e crematórios de cidades próximas

Após o tratamento adequado, a infecção nos pulmões acabou controlada e logo a alta hospitalar foi dada.

Gatti lembra que o paciente se mostrou bastante incomodado com a cobertura jornalística de sua condição de saúde. Ele sentia que as reportagens o apontavam como culpado por trazer a covid-19 ao Brasil — e hoje em dia não há dúvidas que o coronavírus já circulava por aqui antes de 26/02 e teve múltiplas entradas no país, com vários passageiros que retornaram já infectados de viagens internacionais.

O outro lado do consultório

Mas as complicações após o primeiro diagnóstico não se limitaram ao paciente. O médico também acabou sentindo abalos na própria saúde.

“Em março, eu tive um episódio de burnout e precisei tirar uma licença do trabalho durante dez dias”, revela Gatti.

Burnout é uma enfermidade psiquiátrica marcada pelo completo esgotamento físico e emocional que impede a pessoa de trabalhar ou fazer qualquer atividade.

O infectologista diz que parte de sua condição se deveu à frustração de lidar com uma doença nova, em que não havia conhecimento suficiente para oferecer o melhor tratamento a quem precisa de ajuda.

“Nós perdemos muitas vidas e é muito difícil comunicar a família. Depois de cada dia, sempre ficava pensando o que podia ter feito de diferente, de melhor, e não encontrava respostas”, comenta.

A crise só foi superada graças ao apoio psiquiátrico. “Nós precisamos falar mais sobre o esgotamento e a sobrecarga de trabalho que afetam todos os profissionais de saúde que estão na linha de frente da pandemia”, alerta Gatti.

Um ano depois, as lições

Passados 12 meses do primeiro diagnóstico oficial, o Brasil contabiliza mais de 10,2 milhões de casos e quase 250 mil mortes pela covid-19.

Até o momento, o Brasil é o país com o segundo número mais alto de óbitos de todo o mundo e o terceiro na quantidade de infectados em números absolutos.

Mas o que será que um ano de pandemia nos deixou de ensinamento? A BBC News Brasil fez essa pergunta para os três profissionais que estiveram envolvidos com o episódio dos dias 24, 25 e 26 de fevereiro de 2020.

Para Rizzo, a covid-19 escancarou a necessidade de investimentos na ciência colaborativa dentro do Brasil e no mundo.

“Enquanto cientistas, precisamos estar mais abertos para trabalhar em conjunto e entender que é impossível viver sem pesquisa. Se nós tivéssemos mantido os estudos sobre o Sars-CoV, o vírus causador da Síndrome Aguda Respiratória Grave (Sars) de 2003, talvez hoje entendêssemos um pouco melhor o coronavírus atual e já tivéssemos tratamentos para ele”, analisa.

O especialista destaca a façanha do desenvolvimento de uma vacina em menos de um ano e do esforço para estudar e conhecer os possíveis efeitos de diversos medicamentos contra a covid-19.

Santana sublinha a necessidade de lidar com o imprevisível e, de certa maneira, estar preparado para isso.

“O coronavírus fez a gente voltar ao jardim de infância da virologia e reaprender muito do que sabíamos sobre doenças infecciosas. Ele tem características únicas, muito diferentes daquilo que já tínhamos visto”, raciocina.

Por fim, Gatti entende que a comunicação e o trabalho em equipe foram decisivos para salvar muitas vidas.

“A pandemia deixou ainda mais nítida a noção de que a saúde não depende só do médico. A equipe multidisciplinar composta de enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, nutricionistas e os demais profissionais é decisiva para a melhora do paciente”, defende o infectologista.

No cenário em que a vacinação contra a covid-19 está disponível e sinaliza que a pandemia acabará (num futuro ainda distante), os exemplos do passado recente nos permitem lembrar o início de um ano que mudou o Brasil e o mundo para sempre.

 

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Brasília

Ibaneis é o governador mais econômico do Brasil

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Governador não faz uso de carro oficial, de residência oficial e abre mão de salário

No ano de 2018, ainda em campanha, Ibaneis Rocha (MDB) disse que se eleito fosse, abriria mão de salário de governador, da residência oficial e de carros oficiais. “Eu fui presidente da Ordem e acabei com todos os carros de representação e também sem receber nada, então vou mostrar que é possível fazer política com honestidade”, pontuou.

Desse modo, Ibaneis honrou com sua palavra e agora como governador, abre, verdadeiramente, mão dos benefícios. O emedebista faz uso de seu carro, , mora em sua casa no Lago Sul e o seu salário é destinado para entidades filantrópicas.

Eliane Silva é moradora do DF e se surpreende com a iniciativa do governador, por nunca ter visto algo semelhante antes. “A atitude é inovadora, porque eu nunca vi alguém fazer algo desse modo em 31 anos de vida que tenho. É um gesto realmente lindo”, diz.

Nesse sentido, se torna claro que a missão do chefe do executivo local é apenas transformar a vida daqueles que moram no DF, por meio de quase 2.000 obras que impactam positivamente dia após dia na vida da população, em todos os setores, além dos programas sociais, como Cartão Prato Cheio, Cartão Material Escolar e Cartão Gás, que já beneficiaram mais de 700 mil famílias, ao invés de ostentar por meio da sociedade pagando. Com isso, há uma economia muito grande nos cofres públicos.

 

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Vacinas contra covid-19 nesta sexta (20/5) no DF

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pontos de vacinação

 contra covid-19

Quarta dose ou segundo reforço

  • UBS 1 Lago Norte
    Horário de vacinação: das 8h às 16h30
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    Horário de vacinação: das 8h às 16h30
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    Horário de vacinação: das 8h às 17h
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    Horário de vacinação: das 8h às 17h
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    Horário de vacinação: das 8h às 17h
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    Horário de vacinação: das 8h às 17h
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    Horário de vacinação: das 8h às 17h
  • UBS 2 Cruzeiro
    Horário de vacinação: das 8h às 17h
  • Drive-thru da UBS 1 Asa Sul
    Atendimento somente para pessoas de 18 anos ou mais
    Horário de vacinação: das 18h às 22h
  • Estação Metrô 112 Sul
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  • Hospital Militar de Área de Brasília
    Horário: 7h30 às 12h30
  • UBS 1 Sobradinho
    Horário de vacinação: das 8h às 11h50 e das 13h às 17h
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    Horário de vacinação: das 8h às 17h
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    Horário de vacinação: das 8h às 17h
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    Horário de vacinação: das 8h às 17h
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    Horário de vacinação: das 8h às 17h
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    Horário de vacinação: das 8h às 17h
  • UBS 6 Santa Maria
    Horário de vacinação: das 8h às 17h
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    Horário de vacinação: das 8h às 17h
  • UBS 3 Guará
    Horário de vacinação: das 8h às 17h
  • UBS 2 Estrutural
    Horário de vacinação: das 8h às 17h
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    Horário de vacinação: das 8h às 17h
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    Horário de vacinação: das 8h às 17h
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    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30
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    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30
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  • UBS 7 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30
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    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30

Terceira dose ou dose de reforço

  • Drive-thru da UBS 1 Asa Sul
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    Horário de vacinação: das 8h às 17h
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    Horário de vacinação: 8h às 12h e das 13h às 16h30
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    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30
  • UBS 6 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30
  • UBS 7 Ceilândia
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  • UBS 8 Ceilândia
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    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30
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  • UBS 2 Brazlândia
    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h3
  • UBS 6 Brazlândia
    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30

Primeira e segunda dose

  • Drive-thru da UBS 1 Asa Sul

Atendimento somente para pessoas de 18 anos ou mais

Horário de vacinação: das 18h às 22h

  • Estação Metrô 112 Sul
    Horário: 9h às 17h
  • Rodoviária do Plano Piloto
    Horário de vacinação: das 7h às 20h
  • Hospital Universitário de Brasília
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h30 às 17h
  • UBS 1 Asa Sul
    Horário de vacinação: das 8h às 17h
  • UBS 1 Sobradinho
    Horário de vacinação: das 8h às 11h50 e das 13h às 17h
  • UBS 2 Sobradinho II
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 17h
  • UBS 4 Planaltina
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 17h
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    Horário de vacinação: das 8h às 17h
  • UBS 1 Itapoã
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  • UBS 3 Paranoá
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  • UBS 2 São Sebastião
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  • UBS 1 Núcleo Bandeirante
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  • UBS 1 Riacho Fundo I
    Horário de vacinação: das 8h às 17h
  • UBS 2 Riacho Fundo II
    Horário de vacinação: 8h às 12h e das 13h às 16h30
  • UBS 2 Taguatinga
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  • UBS 3 Taguatinga
    Horário de vacinação: das 8h às 17h
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    Horário de vacinação: das 8h às 17h
  • UBS 8 Samambaia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h
  • UBS 2 Recanto das Emas
    Horário de vacinação: das 8h às 17h
  • UBS 1 Águas Claras (Areal)
    Horário de vacinação: das 8h às 17h
  • UBS 1 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30
  • UBS 2 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30
  • UBS 3 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30
  • UBS 5 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30
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    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30
  • UBS 7 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30
  • UBS 8 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30
  • UBS 9 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30
  • UBS 10 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30
  • UBS 11 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30
  • UBS 12 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30
  • UBS 15 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30
  • UBS 16 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30
  • UBS 17 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30
  • UBS 1 Brazlândia
    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30
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    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30
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    Horário de vacinação: das 8h às 17h
  • Vacinação infantil (CoronaVac para crianças de 6 a 11 anos)
  • UBS 1 Lago Norte
    Horário de vacinação: das 13h às 17h
  • UBS 1 Cruzeiro
    Horário de vacinação: das 8h às 17h
  • UBS 1 Sobradinho II
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 17h
  • UBS 20 Planaltina
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 17h
  • UBS 1 Paranoá
    Horário de vacinação: das 13h às 17h
  • UBS 1 São Sebastião
    Horário de vacinação: das 8h às 12h
  • UBS 3 Itapoã
    Horário de vacinação: das 8h às 12h
  • UBS 3 Gama
    Horário de vacinação: das 8h às 17h
  • UBS 1 Santa Maria
    Horário de vacinação: das 8h às 17h
  • UBS 4 Guará
    Horário de vacinação: das 8h às 17h
  • UBS 2 Estrutural
    Horário de vacinação: das 8h às 17h
  • UBS 1 Candangolândia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h
  • UBS 2 Riacho Fundo II
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 16h30
  • UBS 5 Taguatinga
    Horário de vacinação: das 8h às 17h
  • UBS 4 Recanto das Emas
    Horário de vacinação: das 8h às 17h
  • UBS 12 Samambaia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h
  • UBS 1 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30
  • UBS 2 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30
  • UBS 3 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30
  • UBS 5 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30
  • UBS 6 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 7h30 às 18h30
  • UBS 7 Ceilândia
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Após dia mais frio da história, DF registra mínima de 3,2ºC nesta sexta-feira

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Baixa temperatura é resultado de uma massa polar que se iniciou no Sul do Brasil. Na quinta-feira (19), termômetros marcaram 1,4ºC; recorde anterior era de 1975.

Massa de ar frio que veio do Sul trouxe névoa e baixou a temperatura na capital federal. O Congresso Nacional ficou encoberto — Foto: Agência Brasil

Após o dia mais frio da história no Distrito Federala temperatura mínima registrada na capital nesta sexta-feira (20) foi de 3,2ºC, na estação meteorológica do Gama. O índice foi atingido na madrugada e é resultado de uma massa de ar frio que se iniciou no Sul do Brasil e avançou pelo Sudeste e Centro-Oeste.

Na quinta-feira (19), a capital bateu recorde, com mínima de 1,4ºC no Gama . Antes, a temperatura mais baixa tinha sido registrada em de julho de 1975, quando o Plano Piloto marcou 1,6ºC. A série histórica na capital teve início em 1961.

Atualização: no início da manhã desta sexta-feira, o Inmet informou que a mínima registrada no DF era de 4ºC. No entanto, o índice foi atualizado pelo instituto para 3,2ºC por volta das 7h30.

Nesta sexta, em Planaltina, os termômetros marcaram a mesma temperatura registrada no Gama. Já no Plano Piloto, a mínima foi de 5ºC. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), no Paranoá e em Brazlândia, o índice ficou em 6ºC e 9ºC, respectivamente.

O Inmet não informa a temperatura média para todo o DF. Os registros são divulgados de acordo com cada estação meteorológica, em diferentes regiões administrativas.

Segundo o instituto, para o fim de semana, a onda de frio perde força e as temperaturas começam a subir gradativamente. No sábado (21), no entanto, o dia pode amanhecer com mínimas em torno dos 5ºC.

Já entre domingo (22) e segunda-feira (23), os termômetros devem registrar temperaturas próximas aos 10ºC nas primeiras horas da manhã, com máximas de 25ºC.

Abrigo

 

GDF abre albergue para pessoas em situação de rua se abrigarem do frio — Foto: TV Globo/Reprodução

GDF abre albergue para pessoas em situação de rua se abrigarem do frio — Foto: TV Globo/Reprodução

Na noite desta quinta-feira, começou a funcionar um albergue para pessoas em situação de rua se abrigarem do frio. O local funciona no ginásio do CIEF, na 907 Sul, e é administrado pela Secretaria de Desenvolvimento Social.

O albergue fica aberto apenas para pernoite, das 21h às 8h, e tem capacidade para receber 100 pessoas. No local, há distribuição de lanche, cobertores e é possível tomar banho. Com pouca divulgação, nesta quinta-feira, apenas 14 pessoas se abrigaram no albergue.

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Relatório de ações do GDF Presente de 19 de maio de 2022

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Relatório das ações de 19 de maio de 2022

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Brasília

GDF e Fiocruz fecham parceria para melhorar atendimento em saúde mental

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Convênio, que visa aperfeiçoar os serviços prestados na rede pública, foi assinado pelo secretário de Saúde durante evento que marcou o Dia de Luta Antimanicomial

A Secretaria de Saúde (SES) e a Fiocruz Brasília assinaram convênio em pesquisa, desenvolvimento e inovação. Juntos, os órgãos vão realizar supervisão clínico-institucional voltada à rede de saúde mental do Distrito Federal, para promover a melhoria dos serviços prestados e garantir a integralidade do cuidado aos usuários. A parceria foi selada na tarde na quarta-feira (19), durante evento que marcou o Dia de Luta Antimanicomial.

Juntos, Secretaria de Saúde e Fiocruz vão realizar supervisão clínico-institucional voltada à rede de saúde mental do DF | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF

A psicóloga da Diretoria da Saúde Mental (Dissam), da SES, Brenda Abreu, explicou que a ideia do convênio surgiu a partir de portaria do Ministério da Saúde que, no fim de 2020, destinou recurso aos Centros de Atenção Psicossociais (Caps) para qualificar a assistência no contexto da pandemia de covid-19.

“Buscamos pensar em como poderíamos atuar nesse sentido, já que a supervisão clínico-institucional é uma demanda antiga. Depois de muita articulação entre a secretaria e a Fiocruz, firmamos o acordo”, destacou Brenda.

Ela salientou que o trabalho em conjunto com a Fiocruz “é um momento especial para toda nossa equipe”. A diretora da Fiocruz Brasília, Fabiana Damásio, também enalteceu a parceria com a pasta. “Esse convênio representa o trabalho que vem sendo construído na atenção primária à saúde do DF”, disse.

Palestra

Após a assinatura do acordo, no contexto do Dia de Luta Antimanicomial, a professora Maria Aparecida Gussi, da Universidade de Brasília (UnB), ministrou palestra sobre saúde mental na perspectiva psicossocial. O secretário de Saúde, general Manoel Pafiadache, falou sobre o tema e lembrou que, neste momento, após a baixa de casos e óbitos por covid-19, “naturalmente haverá grande demanda no que diz respeito à saúde mental.”

Luciana Claudino, que frequenta o Caps do Riacho Fundo há 19 anos, destacou o comprometimento do secretário de Saúde: “Me senti privilegiada”

O gestor também citou as Conferências Regionais de Saúde Mental, ocorridas nas regiões de saúde do DF durante o mês de abril. Essas reuniões antecederam a Conferência Distrital, a ser realizada nos dias 22 e 23 de junho. “Queremos que o evento local esteja à altura do que nossos pacientes merecem, para representarmos de forma satisfatória o Distrito Federal na conferência nacional, que ocorrerá em novembro”, diz Maria Aparecida.

Luciana Claudino, que representa os usuários dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), agradeceu o posicionamento do secretário. “É o primeiro secretário de Saúde que visita os Caps, que se compromete a ajudar e que realmente pensa na saúde mental. Eu me senti privilegiada”, disse Luciana.

Ela, que há 19 anos frequenta o Caps do Riacho Fundo, celebrou ainda a realização das Conferências de Saúde Mental. “Também fiquei muito feliz em saber que o secretário vai na Conferência Distrital. Para nós, a presença dele é muito importante”, ressaltou.

O evento contou com presenças do secretário-adjunto de Assistência à Saúde, Pedro Zancanaro; do coordenador da Atenção Primária à Saúde, Fernando Erick Damasceno; do subsecretário de Atenção Integral à Saúde, Oronides Urbano Filho; da diretora-substituta de Serviços de Saúde Mental, Rúbia Marinari Siqueira; da coordenadora de Atenção Especializada à Saúde, Camila Gaspar, e do representante dos usuários do Caps, José Alves.

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Brasília

Alunos da rede pública têm isenção de taxa no Enem, que inscreve até 21/5

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Estudantes da 3ª série do ensino médio das escolas públicas podem se inscrever gratuitamente. Aos não isentos, pagamentos podem ser feitos até o dia 27 deste mês. Provas serão aplicadas em novembro

As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022 terminam neste sábado (21). Elas podem ser feitas na Página do Participante, no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Estudantes que cursam a 3ª série do ensino médio na rede pública estão entre aqueles que têm direito à isenção da taxa. Para os que não estão isentos, o valor é de R$ 85 e deverá ser pago até 27 de maio por boleto bancário, pix ou cartão de crédito.

Este ano, a versão digital do Enem também será aplicada e realizada nas mesmas datas da versão impressa, em 13 e 20 de novembro. O Enem Digital é exclusivo para concluintes do Ensino Médio e para pessoas que já tenham terminado esta etapa. Nessa modalidade, o exame será realizado em laboratórios de informática de instituições escolhidas pelo Ministério da Educação (MEC). O local da prova será distribuído pelo Inep e divulgado no cartão de confirmação, próximo à data da prova.

A estrutura do exame será a mesma para as duas versões: quatro provas objetivas, constituídas por 45 questões cada, e a redação. Durante o processo de inscrição, o participante ainda deverá selecionar uma opção de língua estrangeira – inglês ou espanhol.

O DF conta com 81 mil estudantes, aproximadamente, cursando o ensino médio em 93 escolas da rede pública que atendem esta etapa educacional.

*Com informações da Secretaria de Educação

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