As redes de ensino que desejam usar a Prova Nacional Docente (PND) para selecionar professores da educação básica precisam se inscrever até 31 de maio. A inscrição é feita pelos secretários de educação no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec).
A PND não é um concurso e não substitui totalmente os processos seletivos locais. Mas pode substituir as provas objetiva e discursiva. A adesão é opcional e as redes podem definir como usar a PND em seus próprios editais.
Quem já participou em 2025 deve confirmar interesse para manter a adesão em 2026, que passará a valer por tempo indefinido. Antes das inscrições para candidatos, que começam em junho, o Ministério da Educação (MEC) divulgará a lista dos participantes para informar os professores sobre a PND.
A PND tem duas partes: uma com 30 perguntas objetivas e uma discursiva sobre competências pedagógicas, conhecimentos gerais e raciocínio lógico; e outra com 50 perguntas objetivas sobre a área específica do professor, analisando conhecimentos e resolução de problemas.
Em 2026, além das 17 áreas avaliadas em 2025, serão adicionadas quatro novas áreas: dança, teatro, ciências da natureza e letras espanhol. O candidato deverá escolher uma das 21 áreas disponíveis.
A PND faz parte do Programa Mais Professores para o Brasil, que valoriza o papel dos docentes na aprendizagem dos estudantes e no sucesso das políticas educacionais. O programa busca melhorar a formação dos professores, incentivar sua entrada na rede pública e oferecer oportunidades de desenvolvimento profissional contínuo.
