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quarta-feira, 13/05/2026

Policial pediu para encontrar joia e parou agressões contra doméstica grávida

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Samara Regina, de 19 anos, é uma doméstica grávida que sofreu agressões severas no Maranhão. Ela relata que a patroa, Carolina Sthela, e um policial militar, Michael Bruno, a torturaram sob a acusação de ter furtado uma joia.

Segundo Samara, o policial ordenou que ela encontrasse um anel para que as agressões cessassem rapidamente. O incidente aconteceu na residência da patroa, localizada no município de Paço do Lumiar, na Grande São Luís.

A doméstica buscou pela casa toda, mesmo sem saber onde a joia estava, enquanto sofria agressões físicas e pressão por parte do policial. Em um momento de desespero, ele colocou a arma em sua boca e a agrediu com coronhadas, enquanto Carolina Sthela puxava seus cabelos.

Eventualmente, Samara encontrou o anel em um cesto de roupas sujas da patroa. Após isso, as agressões aumentaram, colocando sua saúde e a do bebê em risco.

Prisões e investigação

A empresária Carolina Sthela e o policial militar Michael Bruno estão presos no Maranhão devido aos crimes cometidos contra Samara. O caso está sendo investigado como tortura e lesão corporal gravíssima, com risco de aborto.

O delegado responsável, Walter Wanderley, da 21ª Delegacia de Polícia Civil de Araçagi, afirma que as investigações estão no início e que depoimentos já foram colhidos da vítima e dos acusados. O Tribunal de Justiça do Maranhão manteve a prisão preventiva de ambos.

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