Pular para o conteúdo
Dólar R$ 5,08 ▼ 0,57% Euro R$ 5,87 ▼ 0,00% Libra R$ 6,84 ▼ 0,18% Bitcoin R$ 333.134 ▲ 0,34%
Brasil

Doméstica grávida acusa patroa de agressão e cobra justiça

Segundo a polícia, Carolina arrastou a funcionária pelos cabelos, a agrediu com coronhadas e colocou uma arma na boca dela por desconfiar de que ela teria roubado uma joia

Samara Regina, doméstica grávida de seis meses, sofreu agressões graves por parte de sua patroa, Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, no Maranhão. A violência ocorreu sob a acusação de que Samara teria furtado um anel da patroa, o que ela nega.

O crime aconteceu em 17 de abril, na casa de Carolina. Durante a agressão, Samara foi obrigada a se ajoelhar enquanto o policial militar Michael Bruno, que estava presente, desferia coronhadas nela, e a patroa a agredia com tapas. Além disso, a empregada foi arrastada pelos cabelos pela residência, colocando em risco sua saúde e a do bebê.

A vítima conta que sofreu crises de ansiedade e nervosismo após o ocorrido, mas garantiu que o bebê está bem e saudável. Samara aceitou o trabalho por um mês para conseguir dinheiro para o enxoval do filho.

Publicidade

Samara também afirmou que Carolina já agrediu outras empregadas e que chegou a ser condenada em 2024 pelo crime de calúnia, por ter acusado uma babá injustamente.

Após denúncias, Carolina Sthela foi presa preventivamente em Teresina, Piauí. Ela e o policial militar permanecem presos no Maranhão. A investigação conduzida pelo delegado Walter Wanderley, da 21ª Delegacia de Polícia Civil de Araçagi, está tratando o caso como tortura e lesão corporal gravíssima, considerando o risco de aborto.

Esta situação levanta preocupações sobre os direitos dos trabalhadores domésticos e a importância de denunciar abusos para garantir proteção e justiça.

Boletim Imprensa Pública

Comece o dia bem informado

O essencial do DF, do Entorno e do Brasil, de graça, no seu e-mail.