Nossa rede

Tecnologia

iPhone sobre rodas? Apple está prestes a fechar acordo com Hyundai para carro autônomo

Publicado

dia

O carro (que não será chamado de iPhone sobre rodas), deve ser batizado como “Apple Car”, e tem uma estimativa de produção para 2024

Tim Cook: CEO da Apple quer se aventurar também na terra dos carros autônomos (David Paul Morris/Bloomberg via Getty Images/Getty Images)

A Apple está cada vez mais perto da conclusão de seus planos para a criação de um carro autônomo. Segundo a emissora americana CNBC, a companhia liderada por Tim Cook está muito perto de finalizar um acordo com a Hyundai-Kia para fabricar seus carros elétricos e autônomos.

O carro (que não será chamado de iPhone sobre rodas), deve ser batizado como “Apple Car”, e tem uma estimativa de produção para 2024, mas fontes familiarizadas com o assunto afirmam que o acordo pode antecipar o lançamento do veículo.

De acordo com a CNBC, nenhum acordo ainda foi confirmado entre as duas companhias, mas afirmam que a Apple deve optar por trabalhar ou com outra fabricante de carros ou com mais uma empresa automotiva em adição à Hyundai.

Com a novidade, as ações da Apple subiram mais de 2%. As fontes entrevistadas pela CNBC apontam que a Apple deve escolher a Hyundai-Kia pelos benefícios que a união deve trazer. Para a Apple, o maior benefício de desenvolver um carro é entrar no mercado de mobilidade, avaliado em 10 trilhões de dólares e, segundo a analista Katie Huberty, da Morgan Stanley, a Apple, que tem 1/3 do mercado de smartphones que fatura 500 bilhões de dólares, precisaria de apenas 2% do mercado de carros autônomos para alcançar o mesmo tamanho do negócio dos iPhones.

Apesar da parceria com a Hyundai para a fabricação do carro, a gigante de tecnologia quer construir o Apple Car na América do Norte, com uma fabricante que permita que a maçã controle o software e o hardware que constituirá o veículo, ou seja, o carro seria da Apple, e não um modelo da Kia com um software iOS.

Para a Hyundai, os benefícios de trabalhar com a Apple têm a ver com a aceleração do desenvolvimento de seus próprios carros autônomos e elétricos.

Segundo a CNBC, os carros da Apple “não serão desenhados para ter um motorista”. “Eles serão veículos autônomos e elétricos desenhados para operar sem um motorista”, disse uma das fontes ouvidas pela emissora, o que pode significar que, pelo menos no começo, o Apple Car pode ter como foco o delivery de comidas ou de servir como veículos para robotáxis.

O que seria o Apple Car?

O projeto, conhecido como Titan, já existe desde 2014, quando a Apple começou a molhar os pés nas águas dos carros elétricos. Em algum ponto da história, no entanto, a dona do iPhone desistiu de se aventurar no setor automobilístico e voltou seus olhos para seus softwares. Em 2018, Doug Field, que trabalhava na fabricante Tesla, iniciou seus trabalhos na Apple para cuidar especialmente do projeto que, até então, estava na gaveta.

O novo veículo da Apple incluirá uma bateria que poderá reduzir “radicalmente” o custo de baterias e aumentará o alcance do carro, segundo fontes familiarizadas com o assunto. À Reuters, a Apple optou por não comentar o assunto.

“Se tem uma companhia no mundo que tem os recursos necessários para fazer isso, provavelmente é a Apple. Mas, ao mesmo tempo, não estamos falando de um celular”, afirmou um participante do projeto Titan.

Mesmo com a capacidade da Apple, produzir um carro é uma tarefa complicada — a Tesla, por exemplo, demorou 17 anos até conseguir ter um lucro sustentável com os seus veículos elétricos. De acordo com a Reuters, é possível que a fabricante do iPhone opte por ter um parceiro para manufaturar os carros ou que a empresa decida diminuir o escopo para apenas um sistema de direção autônoma que seria integrada com carros tradicionais.

“É o próximo nível. Como a última vez que você viu um iPhone”, disse outra fonte à Reuters. 

Clique para comentar

Comentar

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*

Tecnologia

WhatsApp vai limitar envio e leitura de mensagens para quem não aceitar nova política de privacidade

Publicado

dia

Por

Aplicativo disse que conta não será apagada, mas funcionalidades ficarão restritas. A partir de 15 de maio, novos dados serão compartilhados com o Facebook.

WhatsApp enviou aviso sobre mudança de privacidade no início do ano. — Foto: AFP

O WhatsApp publicou uma página explicando o que irá acontecer com os usuários que não aceitarem sua nova política de privacidade, prevista para entrar em vigor no dia 15 de maio.

O aplicativo disse que “por um breve período” ainda será possível receber ligações e notificações, sem detalhar por quanto tempo isso irá valer. Por outro lado, o envio e leitura de mensagens ficarão totalmente restritos.

A conta não será apagada e as pessoas ainda poderão concordar com os novos termos após a data de vigência, de acordo com uma página de suporte.

O que vai mudar?

A mudança na política de privacidade passou a ser comunicada no início de 2021 e prevê o compartilhamento de novos dados com o Facebook, dono do app. Segundo o WhatsApp, as novidades valem somente para conversas com empresas.

Os termos prevêem que d

ados gerados em interações com contas comerciais, como as de lojas que atendem pelo WhatsApp, poderão ser utilizados pelas empresas para direcionar anúncios no Facebook e no Instagram.

Embora o WhatsApp afirme que as novidades da política de privacidade estão centradas em interações com empresas, o novo texto indica a coleta de informações que não estavam presentes na versão anterior do documento.

Entre elas: carga da bateria, operadora de celular, força do sinal da operadora e identificadores do Facebook, Messenger e Instagram que permitem cruzar dados de um mesmo usuário nas três plataformas.

O aplicativo mostra em seus termos quais são os fins da coleta de dados, como utilização das informações para melhorias no serviço ou integração entre plataformas. Porém, não há um detalhamento individual sobre a finalidade dos dados armazenados pela companhia.

WhatsApp e Facebook poderão ler minhas mensagens?

Não. A companhia afirma que todas as mensagens – de texto, áudio, vídeo e imagens – são criptografadas de ponta a ponta, o que significa que somente o remetente e destinatário podem ver a mensagem.

O aplicativo também ressalta que não mantém registros sobre com quem os usuários estão conversando e que não compartilha listas de contatos com o Facebook, pontos vistos como preocupações de parte dos usuários.

WhatsApp terá novo alerta sobre mudança na política de privacidade — Foto: Divulgação

WhatsApp terá novo alerta sobre mudança na política de privacidade — Foto: Divulgação

A nova política de privacidade, porém, deixa de garantir a proteção da criptografia em conversas com contas comerciais.

Imagine, por exemplo, uma grande varejista que ofereça atendimento pelo WhatsApp. Os atendentes não respondem por um celular, mas por ferramentas que gerenciam os chats.

Como existe um terceiro armazenando e gerenciando interações com empresas, o aplicativo não consegue garantir a criptografia ponta a ponta para essas conversas.

Ver mais

Tecnologia

Yaman abre 150 vagas em tecnologia, todas com home office

Publicado

dia

Por

Oportunidades são voltadas para Desenvolvedores, Engenheiros de Qualidade e de Performance de Software e Profissionais de Segurança Cibernética

Ver mais

Tecnologia

Spotify adota home office permanente e funcionários poderão trabalhar de qualquer lugar

Publicado

dia

Por

Decisão está de acordo com várias empresas de tecnologia que planejam manter algumas das novas formas de trabalho que surgiram durante a pandemia covid-19

Spotify (Mustafa Ciftci/Anadolu Agency/Getty Images)

 A Spotify permitirá que seus funcionários trabalhem em qualquer lugar, disse a empresa sueca de streaming de música nesta sexta-feira, sacudindo ainda mais o futuro da vida profissional moderna.

Com o trabalho mudando para sistemas baseados em nuvem e as pessoas acessando reuniões online, os escritórios adaptaram um estilo de vida de trabalho remoto, já que as vacinas ainda podem levar boa parte do ano para serem concluídas.

O movimento do Spotify está de acordo com várias empresas de tecnologia que planejam manter algumas das novas formas de trabalho que surgiram durante a pandemia covid-19.

Salesforce.com e Twitter já mudaram para modelos de trabalho remoto híbrido ou permanente.

A empresa, que está avaliando seus espaços de escritórios em todo o mundo, viu um aumento no número de assinantes durante a pandemia, para 155 milhões no quarto trimestre.

 

 

Ver mais

Tecnologia

Antes parceira, a Intel quer provar que chip da Apple não é tão bom assim

Publicado

dia

Por

A Intel era a fornecedora de processadores para os computadores da empresa da maçã até 2020. Agora, a Apple produz seus próprios chips

Apple: companhia lançou seu processador para notebooks em novembro do ano passado (Bloomberg / Colaborador/Getty Images)

A Apple causou um estrondo no mercado de computadores quando, em novembro do ano passado, anunciou uma nova geração de MacBooks com processadores agora produzidos pela própria empresa da maçã. Os chips M1 foram elogiados pela capacidade de deixar os aparelhos mais rápidos e potentes. Mas, para a Intel, a antiga fornecedora de processadores para a Apple, eles não são tão bons assim.

Relatos dos sites PC World e Tom’s Hardware apontam que a Intel está compartilhando o resultado de diversos testes de benchmark para provar que seus chips Intel Core i7 são de 11ª geração são mais rápidos do que os processadores M1, produzidos pela antes parceira e agora rival americana.

A Apple informa que seu processador, com 5 nanômetros de distância, conta com processamento com CPU de 8 núcleos, 4 de alta performance e 4 de alta eficiência, que permite manter tarefas com alto nível de eficiência. Isso torna o chipset duas vezes mais poderoso do que os processadores de PCs e com um quarto do consumo energético.

O novo processador traz ainda placa gráfica integrada, na qual a Apple afirmou que tem a tecnologia mais avançada já desenvolvida em Cupertino. O chip tem processado neural com 16 núcleos, capaz de processar 1 trilhões de operações por segundo.

Os resultados dos testes exibidos pela Intel apontam que o Core i7 pode levar vantagem em alguns pontos. A Intel apresentou resultados melhores durante o uso dos notebooks para a navegação no Chrome, em tarefas realizadas em aplicativos do Office 365, em jogos e durante o uso de programas da Adobe.

A Intel também rebateu as críticas de que seus chips geravam um gasto maior de bateria dos aparelhos do que o M1. Segundo a empresa, as críticas são baseadas em boatos e que, na prática, os processadores da Apple não levam a melhor neste quesito ante os chips da Intel da categoria i7.

O problema é que os testes realizados pela Intel não são muito transparentes e levantam dúvidas sobre os critérios utilizados para a medição. Uma análise da velocidade dos aparelhos para realizar tarefas de inteligência artificial usou um programa da Topaz Labs que faz o uso de aceleração de hardware da própria Intel.

Outra questão é que a Intel realizou a troca das máquinas durante os testes com seu chip, mas não fez a mesma coisa quando realizou as medições com o processador M1, instalado em um MacBook Air. Além disso, o teste de bateria pode ter resultados questionados, já que o MacBook Pro é o aparelho da Apple mais parrudo neste quesito.

 

 

Ver mais

Tecnologia

Facebook remove postagens falsas sobre vacinas contra a covid-19

Publicado

dia

Por

A partir de hoje, o Facebook afirmou que irá deletar posts “que afirmam que a covid-19 foi uma doença criada por humanos”, entre outros

Facebook: rede social vai alterar regras de desinformações (Shana Novak/Getty Images)

Em mais um passo em direção a evitar a disseminação de notícias falsas e também de não repetir os acontecimentos de 2016, o Facebook passou a remover todas as postagens que contém notícias falsas sobre as vacinas do novo coronavírus.

Apesar de a rede social já ter começado a deletar postagens falsas, agora expandiu a lista de conteúdos que podem deixar de fazer parte da plataforma – o Facebook, uma das redes sociais mais usadas no mundo, com 2,7 bilhões de usuários, já foi utilizado para espalhar muitas informações falsas desde o início da pandemia, mas tem trabalhado para monitorar com mais avidez a situação das postagens dos usuários.

A partir de hoje, o Facebook afirmou que irá deletar posts “que afirmam que a covid-19 foi uma doença criada por humanos”, publicações afirmando que as vacinas não são eficazes na proteção do vírus, ou que é melhor ser infectado pelo vírus do que pegar a vacina.

Outra notícia falsa que voltou à tona nos últimos meses foi a de que as vacinas causam autismo – qualquer postagem dessa natureza, a partir de agora, será deletada, sem chance de recuperação, para “fazer com que a desinformacão deixe de alcançar um grande número de pessoas”.

“Vamos começar essa política imediatamente, com foco particular em páginas, grupos, e contas que violam essas regras, e vamos continuar a expandir a nossa política nas próximas semanas. Grupos, páginas, e contas no Facebook e no Instagram que compartilham repetidamente esse tipo de publicações serão removidas de vez. Também estamos pedindo para que alguns administradores de grupos ou membros que tenham violado as políticas sobre covid-19 para aprovar temporariamente todas as publicações dentro de um grupo. Afirmações sobre covid-19 ou vacinas que não violem essas regras, serão elegíveis para uma revisão feita por nosso grupo de checadores terceirizados, e, se forem marcados como falsos, serão etiquetados e removidos”, afirmou o Facebook em uma postagem em seu blog.

Além disso, o Facebook afirmou que vai melhorar seu mecanismo de pesquisas – quando um indivíduo pesquisar sobre assuntos relacionados sobre a vacina da covid-19 na rede social, o site fará um ranking relevante dos resultados e irá prover recursos de terceiros para conectar as pessoas com especialistas de informação sobre imunizantes. No Instagram, o alcance de contas que espalham notícias falsas sobre o vírus será reduzido. “No Instagram, em adição ao alcance das contas que espalham notícias falsas, nas próximas semanas nós tornaremos mais difícil achar contas que tentam fazer com que as pessoas tomem as vacinas”, disse o Facebook.

Ver mais

Tecnologia

Elon Musk pretende escrever um livro sobre Tesla e SpaceX

Publicado

dia

Por

Essa não é a primeira vez que o bilionário fala sobre escrever um livro. Ideia já foi sugerida em 2019

Elon Musk: bilionário quer contar sua história (Bloomberg/Getty Images)

Elon Musk já é o homem mais rico do mundo, dono de empresas como a fabricante de carros Tesla e a SpaceX, voltada para a exploração espacial, mas tudo isso parece não ser o suficiente para ele.

Agora, Musk anunciou que está escrevendo um livro sobre as duas companhias. Em seu perfil no Twitter, ele disse “é a hora de contar a história da Tesla e da SpaceX”. Em uma segunda publicação, “da Terra e de Marte”, para finalizar a série de tuites com “lições aprendidas”.

 

Quando um de seus 46 milhões de seguidores na rede social perguntou o que Musk queria dizer com seus tuites, e se ele estava planejando escrever um livro, a resposta foi “sim”. Outra teoria é a criação de um podcast, quase como a entrevista que ele fez para o Clubhouse no dia 31 de janeiro, com o CEO da Robinhood, Vlad Teney.

Mas essa não é a primeira vez que o bilionário fala sobre escrever um livro. Em 2019, ele disse que a história do começo de sua carreira “poderia ser um livro um dia”.

 

 

 

 

Ver mais

Hoje é

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Publicidade

Disponível nosso App

Publicidade

Escolha o assunto

Publicidade

Viu isso?