O governo federal está considerando demolir a Ponte do Esqueleto, localizada entre Limeira e Cordeirópolis, no interior de São Paulo. Isso aconteceu após a jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, ser arremessada de uma altura de 40 metros durante a prática de rope jump, sem o uso de cordas de segurança.
A ponte, que está fechada para trânsito de veículos há 30 anos, é propriedade federal e fica numa área rural com trilhas usadas por ciclistas e esportistas radicais. Autoridades federais e municipais discutem ações para controlar o acesso ao local e avaliar a remoção da estrutura.
As prefeituras de Limeira e Cordeirópolis apoiam a demolição da ponte, e concordaram em trabalhar com o governo federal para proteger a área. Para isso, serão instaladas placas avisando sobre a proibição de entrada e barreiras físicas para impedir o acesso até que se decida o futuro da ponte.
A Ponte do Esqueleto nunca teve autorização para atividades esportivas, mas acabou virando um ponto turístico e local para esportes de aventura, como rope jump. Após a morte de uma ciclista em 2024, houve tentativas de bloquear o acesso, mas o local continuou frequente por esportistas.
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas caiu de aproximadamente 40 metros e morreu no local. O caso foi registrado como homicídio pela polícia. Três homens foram presos suspeitos de homicídio com dolo eventual, entre eles Luis Felipe Feliciano Egoroff, Vitor De Freitas Gonçalves e Maicon Fernandes Cintra. Eles não conseguiram explicar o que ocasionou a falta de segurança no salto.
As autoridades seguem investigando o ocorrido e buscam uma solução definitiva para garantir a segurança na região da ponte.
