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sexta-feira, 13/03/2026




Filho de síndico que matou corretora em GO é liberado, diz defesa

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Em Brasília

Maicon Douglas de Oliveira, filho do síndico que matou a corretora Daiane Alves, foi liberado na última quinta-feira (19), conforme informou a defesa dele. Ele havia sido detido sob suspeita de ajudar o pai a esconder provas.

A liberação aconteceu a pedido da Polícia Civil. O pai dele, Cléber Rosa de Oliveira, confessou o crime. As investigações descartaram a participação do filho no assassinato ocorrido em janeiro.

Os advogados celebram a decisão. Em nota, afirmaram que as provas apresentadas comprovam que Maicon não teve envolvimento no homicídio da corretora.

A soltura de Maicon foi determinada pela autoridade policial responsável após a defesa apresentar provas testemunhais e documentais que confirmam sua inocência total nos fatos investigados.

Maicon foi preso no dia 28 de janeiro, suspeito de ajudar o pai a comprar um celular em nome dele, mas Cléber declarou à polícia que o filho não participou do crime.

Inicialmente, os policiais suspeitavam que mais alguém teria participado do assassinato por sua rapidez, porém as evidências mostraram que Cléber planejou e matou a vítima sozinho.

A defesa de Maicon sempre afirmou que ele não teve qualquer envolvimento direto ou indireto no crime, ressaltando que a confissão da autoria foi feita exclusivamente por seu pai, e agora aguardam a revogação da prisão.

Relembre o caso

A corretora Daiane Alves foi assassinada enquanto tentava religar a energia de seu apartamento. Segundo a investigação, o síndico Cléber Rosa de Oliveira abordou Daiane no subsolo do prédio enquanto ela filmava os relógios de energia. Cléber relatou que houve uma discussão, mas não explicou como a vítima foi morta.

O síndico colocou o corpo dela no porta-malas de um carro e o abandonou. A polícia apurou que o síndico já havia cortado a energia do apartamento em outras ocasiões.

Havia apenas dez câmeras no prédio, nenhuma delas nas escadas, locais onde Cléber teria circulado. O subsolo, onde o crime aconteceu, também é uma área sem câmeras.




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