A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) aumentou de 81,0% do Produto Interno Bruto (PIB) em maio para 81,9% em junho, conforme informou o Banco Central. Em valores totais, a dívida passou de R$ 10,622 trilhões para R$ 10,809 trilhões.
O ponto mais alto registrado na série foi em dezembro de 2020, quando chegou a 87,6%, influenciado pelas ações fiscais no começo da pandemia da covid-19.
No nível mais baixo, em dezembro de 2013, a dívida bruta correspondia a 51,5% do PIB.
Segundo o método do Fundo Monetário Internacional (FMI), a DBGG subiu de 94,2% do PIB em maio para 95,8% em junho.
A DBGG inclui os governos federal, estaduais e municipais, excluindo o Banco Central e empresas estatais. Ela é usada como um dos parâmetros para avaliação da capacidade de pagamento do País pelas agências internacionais de risco. Na prática, quanto maior a dívida, maior o risco de inadimplência do Brasil.
Dívida Líquida do Setor Público
A Dívida Líquida do Setor Público (DLSP), que considera as reservas internacionais do Brasil, subiu de 67,9% do PIB em maio para 68,5% em junho, alcançando R$ 9,034 trilhões.
Estadão Conteúdo.
