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Como reforçar as bactérias que aumentam a imunidade e ajudam a emagrecer

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Conheça esse exército admirável e o que a ciência tem a dizer sobre prebiótico, probiótico e posbiótico

Para quem acha que bactéria é sempre coisa ruim, saiba que seu corpo, assim como o de todo mundo, abriga dez vezes mais bactérias do que células. E o impacto desse batalhão na saúde pode ser positivo, sim. Tanto que as estrelas deste ano na maior feira mundial de alimentação saudável e orgânica, realizada em Anaheim, na Califórnia (EUA), foram os iogurtes, bebidas e smoothies enriquecidos com micro-organismos do bem. Até a rede de cafeteria Starbucks não perdeu tempo: já apresentou lá fora uma versão de seu suco verde, Evolution Fresh, enriquecido com prebióticos (fibras solúveis) e probióticos (bactérias aliadas).

Não bastasse a lista de nomes esquisitos nesse universo, existe mais um: posbióticos – você leu certo! São substâncias fabricadas pelas bactérias aliadas, que, assim como os pre e os probióticos, ajudam a manter a microbiota saudável, com um número maior de micro-organismos amigos e menor de inimigos – equilíbrio ideal para que o intestino cumpra bem suas funções, como absorver os nutrientes dos alimentos e dispensar o que não é necessário.

“O intestino tem a capacidade de distinguir as substâncias inofensivas das perigosas, um mecanismo de proteção que evita que o organismo adoeça”, diz a médica nutróloga Isolda Prado, da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran). E, como faz o trabalho de seleção sozinho, sem acionar o sistema nervoso central, é considerado um órgão inteligente.

Mais um motivo para o intestino ganhar o status de segundo cérebro: produz parte da serotonina, o neurotransmissor do bem-estar, além de ser responsável por 80% da nossa imunidade. Mas, claro, o ambiente deve estar propício. Daí a importância de você reforçar o trio pre, pro e posbiótico. Vem conhecer melhor essa turma.

Prebióticos

(Olha_Afanasieva/Thinkstock/Getty Images)

 

Se você come frutas, hortaliças, legumes e leguminosas todos os dias, fica bem abastecida de prebióticos – fibras solúveis e fermentáveis que servem de alimento para o exército de bactérias probióticas. As melhores fontes: alho, cebola, alho-poró, alcachofra, maçã, chicória, cenoura, lentilha, ervilha, manga, pera, melancia, cogumelos, couve-flor, aveia, farelo de trigo, linhaça, batata-doce, batata yacon e biomassa de banana verde.

Probióticos

As bactérias dessa linhagem podem ser obtidas a partir dos alimentos, mas são poucas as opções com os micro-organismos (entre eles, lactobacilos e bifidobactérias) que sobrevivem ao trânsito no aparelho digestivo e colonizam o intestino. “Eles estabelecem o equilíbrio do ambiente e, com isso, inibem o aumento das bactérias nocivas”, explica
 a nutricionista carioca Cátia Ruthner.

Como ainda ajudam na absorção de nutrientes, na eliminação de toxinas e na redução do colesterol, as bactérias probióticas deixam você mais resistente a doenças e menos propensa a ganhar peso. Os iogurtes enriquecidos com lactobacilos vivos são as opções mais conhecidas, mas agora as bebidas fermentadas têm se destacado.

(bhofack2/Thinkstock/Getty Images)

Já ouviu falar na kombucha? À base de chá (verde) ou infusão (hibisco) e naturalmente gaseificada, favorece o intestino e melhora
 a digestão. Reunidas numa colônia (batizada scoby – symbiotic colony of bacteria and yeast), no formato de um disco, que flutua sobre o líquido enquanto ele fermenta, as bactérias quebram o açúcar – e, nessa transição, prevalece a acidez. Por isso, não estranhe 
o gosto exótico misturado a um leve amargor do chá e notas adocicadas das frutas usadas para saborizar a bebida.

Existe ainda o kefir de leite ou água, o kimchi (vegetais com molho apimentado), o chucrute (conserva de repolho) e o rejuvelac – líquido obtido a partir da fermentação de grãos (trigo, aveia, cevada) para a produção de queijo vegano.

Posbióticos

Bem alimentadas (graças aos prebióticos), as bactérias probióticas produzem os posbióticos – ácidos graxos, como o butirato, que melhoram o tecido que reveste a parte interna do intestino. A ação beneficia especialmente as mulheres: “Impede a proliferação da Candida albicans
 – fungo presente naturalmente na vagina mas que, em excesso, desencadeia a candidíase”, diz a nutricionista Eliane Tagliari, de Curitiba.

Quando esse desequilíbrio acontece, espere por inchaço, coceira e corrimento. Os posbióticos ainda inibem o crescimento de bactérias como a salmonela (provoca vômitos e diarreias fortes) e a Escherichia coli (causa infecção urinária), segundo estudo italiano publicado no Journal of Clinical Gastroenterology.

 

Simbióticos

(Farion_O/Thinkstock/Getty Images)

Menos conhecidos, mas não menos eficientes, os simbióticos são suplementos que associam os prebióticos e os probióticos, geralmente manipulados, em sachê ou cápsula, sob prescrição médica. São recomendados
para tratar a diarreia provocada pelo uso de antibióticos ou por intolerância ao glúten (além da retirada do glúten, claro), prisão de ventre, determinadas alergias, infecção urinária e até doenças de pele.

“Associados ao tratamento específico, os simbióticos contribuem para diminuir o processo inflamatório desencadeado por diversos tipos de acne, dermatite atópica e psoríase”, diz a dermatologista Karla Assed, do Rio de Janeiro. Já o potencial antioxidante, segundo a médica, dá uma força no rejuvenescimento. “A ciência está empenhada em descobrir as espécies mais indicadas e as quantidades ideais para tratar muitos outros problemas com
 os simbióticos”, complementa Karla. Fique ligada!

Outros fatores que influenciam na microbiota

O conjunto de bactérias que habitam
 o intestino é tão individual quanto 
a impressão digital: sua microbiota não coincide com a da sua irmã,
 mãe ou tia. “O tipo de nascimento (cesárea, parto natural), tempo de amamentação, convívio com animais domésticos, contato com bactérias, fungos e parasitas, assim como o uso de antibióticos e os hábitos alimentares, definem a composição da microbiota”, explica Cátia.

E, dependendo do momento e da situação, o cenário muda. Quando você toma antibiótico ou faz uma viagem para um lugar sem saneamento básico, a microbiota sofre impacto. Ela volta ao normal à medida que a rotina é retomada, mas demora cerca de seis meses – isso se você estiver saudável! Então não hesite em apostar nos pre e probióticos e, com isso, garantir os posbióticos. 

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A roupa certa para melhorar sua performance

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Peças tecnológicas dão aquela força para você superar seus limites. Descubra como conforto, flexibilidade e proteção térmica interferem nos resultados

(DiCorpo/Divulgação)

Para alcançar o melhor desempenho e superar limites – sem abrir mão da saúde, segurança e bem-estar –, o mercado fitness investe nas últimas tecnologias. Quem não se lembra da revolução que o maiô fast skin provocou entre os atletas da natação, em 2000? Desenvolvido por cientistas, técnicos de diversas áreas e um grupo de elite de nadadores, a ideia era incorporar às vestimentas dos nadadores as características da pele do tubarão, o animal mais veloz dentro d’água. Assim surgiu o maiô de elastano e poliamida, com menos de 1 mm de espessura e superfície com sulcos em “V”, que diminuem a resistência da água sobre o corpo, tornando o atleta mais rápido. Resultado: nas Olimpíadas de Sydney, 13 dos 15 recordes mundiais foram quebrados por nadadores que vestiam o fast skin.

Apesar de serem desenvolvidas com foco nos atletas de alta performance, essas inovações vão, aos poucos, sendo incorporadas às roupas de corrida, da academia e de outras modalidades praticadas por quem também quer melhorar seu desempenho. “As tecnologias voltadas para o esporte procuram oferecer bem-estar, reduzir o estresse muscular e, consequentemente, a sensação de cansaço, proteger de lesões e até mesmo driblar questões climáticas, como o excesso de sol nas atividades ao ar livre. Dessa forma é possível potencializar o treino e alcançar melhores resultados, com segurança e conforto”, conta o personal trainer Eliseu Sousa, de São Paulo.

Um bom exemplo de como a tecnologia já é empregada no desenvolvimento de roupas esportivas para o dia a dia é o trabalho desenvolvido pela marca DiCorpo, do Rio Grande do Sul. As peças são confeccionadas com tecidos que permitem a troca térmica do organismo com o ambiente, de forma que o calor e os vapores da transpiração se dispersem antes da formação do suor. Além disso, algumas peças são feitas com tecidos que exercem compressão uniforme sobre o corpo, protegendo e firmando a musculatura, permitindo uma boa execução e amplitude dos movimentos.

“Contamos, ainda, com o infravermelho longo, uma tecnologia têxtil incorporada ao tecido de leggings e bermudas, que estimula a microcirculação sanguínea e aproveita o calor corporal para promover benefícios, como o aumento da elasticidade da pele e a diminuição da celulite, além de reduzir a fadiga muscular. Mas é importante lembrar que para cada modalidade de esporte existem modelagens específicas”, explica Camila Vitorazzi, coordenadora de estilo da DiCorpo, que sugere:

– Para corrida: blusas ou camisetas com controle térmico e peças de baixo com compressão nas coxas. “Para as mulheres que praticam esportes de alto impacto, destacamos a importância do uso de tops para a sustentação do busto.”

– Para esportes outdoor: peças com Fator de Proteção Ultravioleta 50+, que protegem contra raios solares UVA e UVB, previnem fotoenvelhecimento, queimaduras, manchas e câncer de pele, bloqueando 98% dos raios solares nocivos.

– Para ciclismo: peças da parte de baixo, como bermudas ou calças, bem ajustadas ao corpo. “Se forem amplas podem enroscar na transmissão”, alerta. Outra dica importante é o uso de roupas e acessórios coloridos para tornar a prática mais segura, pois facilitam que o ciclista seja visto pelos demais condutores.

– Para musculação: modelos que não interfiram no uso dos aparelhos ou reduzam a ampla flexibilidade na execução dos movimentos (como detalhes salientes ou zíperes em lugares inapropriados).

Camila ainda ressalta que o uso de roupas inadequadas pode gerar prejuízos, como esforço desnecessário, acidentes, desconforto, irritações na pele, acúmulo de suor e consequente proliferação de bactérias e fungos.

De olho no que é tendência de mercado, a DiCorpo lança um catálogo para cada estação do ano, oferecendo novidades constantes. Seja em relação à tecnologia têxtil, à moda, novas texturas, tingimentos e estamparia, a cada coleção a marca surpreende, mostrando que a prática esportiva pode e deve ser confortável, segura e prazerosa.

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8 passos para você adotar um estilo de vida saudável na quarentena

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Alguns hábitos fazem um bem danado para o corpo e a mente. Veja quais são e como adotá-los

(The Lazy Artist Gallery, Pexels/Reprodução)

Cuidar mais de si nunca foi tão importante quanto agora. E, embora pareça difícil adotar um estilo de vida saudável na quarentena, essa atitude pode fazer toda a diferença para o seu corpo e mente. Pensando nisso, listamos 8 passos que vão te ajudar com o autocuidado de dentro para fora. Confira:

Passos para um estilo de vida saudável

1. Faça um diário alimentar

Sabe aquele caderno de anotações que está esquecido na gaveta? Nele, você pode anotar todas as suas escolhas alimentares ao longo do dia – e perceber quais itens poderiam ser substituídos por opções mais saudáveis. “Ao longo da semana, você terá uma noção melhor da qualidade da comida que ingeriu”, diz a nutricionista Glauce Carvalho, da Clínica Saúde Carvalho, de São Paulo.

2. Trace objetivos

“Reeducar sua rotina, com alimentação saudável e atividade física, só vai dar certo se for um projeto de vida. Mas é importante também celebrar as conquistas menores.” Trace dois objetivos, um a médio e outro a longo prazo. Cada etapa deve ser comemorada.

3. Use as redes sociais a seu favor

As redes sociais podem trazer motivação. Por isso, vale seguir perfis de pessoas que são inspirações para você — seja um instrutor de ioga e meditação, uma pessoa que fale sobre autoaceitação ou um nutrólogo. Desse modo, você sempre terá dicas sobre como ter um estilo de vida saudável.

Mas também é preciso ter cautela, alerta a nutricionista. “Existe muita informação errada na internet. Consultar um especialista também é importante para avaliar qual alimentação é melhor para você”. E nada de exagerar também: excesso de informação, principalmente aquela que nos deixa preocupado ou angustiado, pode ter o efeito contrário e gerar desânimo.

4. Pratique exercícios físicos!

Inserir exercícios na rotina vai fazer a diferença na disposição e até qualidade do sono. “Se movimentar é essencial para aumentar o gasto calórico, mas é preciso tomar cuidado com as compensações. Muitas vezes a desmotivação vem quando se come mais do que se gasta”, alerta Glauce.

Quem se mexe mais tem mais chances de estar contente. Um estudo científico inédito publicado em janeiro de 2017 na revista PLOS One mostrou que as pessoas que possuíam uma vida mais ativa eram mais felizes no dia a dia.

5. Livre-se do que não te faz bem

Por que não fazer uma limpeza geral na despensa de casa e na geladeira? Seja honesto consigo mesmo: guloseimas, processados e ultraprocessados podem até ser deliciosos, mas quando consumidos com muita frequência, fazem mal para o corpo. Por isso, diminua o estoque de bolachas recheadas, sucos e comidas açucaradas e faça mais receitas saudáveis da BOA FORMA. Pegue esta dica: “Quando for às compras, tenha uma lista dos alimentos em mãos e vá direto aos produtos que precisa.”

6. Organize a sua rotina

Manter a rotina durante a quarentena é essencial para a sua saúde mental e faz parte de um estilo de vida saudável. Anotar todas as tarefas diárias em uma agenda, por exemplo, não só ajuda o cérebro a se organizar melhor como também nos traz um certo conforto. Mas lembre-se que estamos em um momento excepcional. Não se cobre tanto e adapte seu cotidiano de acordo com os afazeres a mais que surgiram com o isolamento social.

A mesma coisa é válida para as refeições. Separar um dia para organizar a alimentação da semana inteira é uma opção que pode impedir que, em dias de muito cansaço, você se renda a ingredientes maléficos ao organismo. “Os alimentos pré-cozidos e congelados, como brócolis, couve flor, sopas, caldos e carnes refogadas, deixam a vida mais simples. Desse modo, você terá uma boa parte do cardápio organizada. Depois, é só descongelar e fazer um sanduíche ou um prato mais leve”, ensina a especialista.

7. Cuide da mente

A combinação alimentação equilibrada + exercícios físicos é a receita clássica para quem quer adotar um estilo de vida saudável. Mas falta um fator muito importante nessa equação: a saúde mental! Distraia a mente com a leitura, meditação ou até práticas como a ioga.

8. Não seja tão duro consigo mesmo

Ser focado é muito importante, mas radicalismo pode gerar frustração. A dica para manter um estilo de vida saudável com equilíbrio é saber escutar suas vontades: permita-se comer as coisas que você gosta muito, ou até tirar um dia para descansar e ser “improdutivo”. Tudo na medida certa.

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Cabelo danificado: sinais que seus fios não estão saudáveis

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Queda, falta de brilho e pontas duplas são indícios de que os fios estão enfraquecidos. Especialista aponta como reverter esses danos

(Bennie Lukas Bester, Pexels/Reprodução)

Estresse, ansiedade, má alimentação… Muitos são os motivos para você estar com os cabelos danificados nesta quarentena. O problema é que, uma hora, os fios começam a pedir (ou até implorar) por cuidados específicos, enviando sinais de que não estão saudáveis.

“O primeiro alerta é a quebra repentina, até mesmo nos fios sem química”, diz a médica tricologista Ana Carina Junqueira, de São Paulo. Segundo ela, esse processo, somado à falta de brilho, ao excesso de oleosidade e ao ressecamento, indica baixa quantidade de proteínas e minerais essenciais para a saúde do cabelo.

Cada cabeça, uma sentença

Mas, apesar de os sinais surgirem de formas semelhantes, eles se manifestam de maneiras diferentes em cada tipo de fio. “Os cacheados, por exemplo, perdem o movimento, ficam rígidos e sem definição”, explica Ana Carina. Já os grisalhos, quando precisam de tratamento, começam a ficar opacos e ressecados, enquanto os alisados com progressiva sofrem com a queda abundante. No caso do cabelo tingido, o principal indício de que algo não vai bem é quando o tom fica diferente da cor desejada. “O fio fraco não absorve o pigmento, ou seja, o resultado é uma coloração manchada”, diz a médica. E, por fim, os loiros, que, segundo Ana Carina, são os mais suscetíveis à quebra. “Tudo começa com o surgimento de pontas duplas, às vezes até triplas, que depois, do nada, arrebentam.”

Cabelo danificado: Testes aliados

  • Elasticidade A elasticidade do fio indica a quantidade de água mantida dentro da fibra e, dependendo do resultado, é também a prova de que você está com os cabelos danificados.  Uma das maneiras de descobrir é esticar um fio usando as duas mãos – se ele franzir, não voltar à forma inicial rapidamente ou romper, é sinal de enfraquecimento.
  • Porosidade Há, ainda, o teste de porosidade, que consiste em mergulhar um fio em um pote de água. O ideal é que ele fique na superfície, caso contrário, é preciso lançar mão de produtos nutritivos e reconstrutores.

Mas a especialista alerta: “Mesmo sendo testes simples, é preciso realizá-los com a ajuda de um profissional especializado para que ele interprete o resultado da maneira certa e recomende o tratamento adequado”. Além disso, muito salões possuem hoje máquinas de análise capilar, que verificam com uma câmera de aumento, se os fios estão porosos ou quebradiços.

Revertendo os danos dos cabelos danificados

Antes de mais nada, é fundamental identificar e resolver o que ocasionou esse enfraquecimento – alimentação inadequada, procedimentos químicos, estresse… “Na maioria das vezes é preciso dispensar a tintura e o secador, além de mudar a alimentação”, diz Ana Carina. A segunda medida é blindar os fios aplicando óleos ou cremes sem enxágue e filtro solar, além de caprichar na hidratação em casa e no salão. Fórmulas ricas em antioxidantes também são ótimas aliadas para bloquear o ressecamento e ainda ajudam a tratar o couro cabeludo.

Para finalizar, a médica afirma que durante a operação resgate não é recomendado desembaraçar o cabelo no banho. “Quando os fios estão sensíveis, com muita queda ou quebra, é essencial remover a umidade antes de penteá-los para evitar que a fibra perca ainda mais proteína.”

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Estilo aviador é clássico e perfeito para todos os rostos

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Dourado, rose gold ou com cristais, veja 8 modelos dos óculos que combinam com quase todo tipo de rosto

 

Reprodução/Claudia.

Diante de tantos estilos de óculos de sol, por que não apostar no clássico modelo aviador? Motivos não faltam. Eles são atemporais, genderless, e trazem um ar cool à produção, em qualquer estação.

Como surgiu?
O modelo foi lançado em 1936 a partir da necessidade de proteger os olhos dos integrantes da Força Aérea americana. Dois anos depois, em 1938, o nome recebeu o acréscimo “Aviator”, como f…

Foi no pós-guerra, no decorrer da década de 50, que os óculos aviador entraram para o radar da moda, permanecendo até os dias atuais. É sempre um dos mais buscados no mercado. O design tradicional trazia armação fina e metálica, nas cores prata ou dourado, com lentes em preto, marrom ou verde. Hoje em dia, o modelo se adapta a diversos estilos, com releituras diferenciadas, mas sempre respeitando o formato clássico, que fica harmônico em praticamente todo formato de rosto.

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Argilas: como usar na pele e onde comprar cada cor

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Elas viram ótimas máscaras faciais. Mas as diferentes cores são indicadas para tipos de pele específicos. Entenda

 

(Pexels/Pexels)

Verde, roxa, vermelha, preta… São muitos os tipos de argilas existentes no mercado. Se usadas na pele, elas prometem as mais diferentes funções: controlar a oleosidade, melhorar a acne, acalmar e promover o efeito detox. Há até uma terapia alternativa feita com o produto natural: a geoterapia, que trabalha a purificação dos corpos. Mas afinal, qual comprar e como utilizar?Verde, roxa, vermelha, preta… São muitos os tipos de argilas existentes no mercado. Se usadas na pele, elas prometem as mais diferentes funções: controlar a oleosidade, melhorar a acne, acalmar e promover o efeito detox. Há até uma terapia alternativa feita com o produto natural: a geoterapia, que trabalha a purificação dos corpos. Mas afinal, qual comprar e como utilizar?

O que são as argilas?

Nada mais do que o resultado do envelhecimento dos cristais das rochas, as argilas são compostas por partículas extremamente pequenas de silicato minimizado (ou silicato de alumínio), além de diversos oligoelementos, como o silício, titânio, magnésio, cobre e zinco. “As diferentes fontes de extração produzem silicatos minimizados de diferentes tipos e concentrações”, explica a farmacêutica e bioquímica Fernanda Chauvin, (@dra.fernandachauvin) CEO da Ellementti Dermocosméticos.

De acordo com a quantidade dos minerais presentes na argila, ela terá um de seus efeitos potencializados, diz a especialista. Porém, as diversas constituições não modificam sua principal atuação, que é a ação absorvente, cicatrizante e anti-séptica.

Como usar as argilas?

Diluídas em água para máscaras. Ou em cremes. “Também estão presentes em xampus e sabonetes, podendo ser utilizadas de uma a duas vezes na semana”, aconselha Fernanda.

Muita gente diz que, ao aplicar no rosto, você deve aguardar cerca de 20 minutos, mas não pode deixar a mistura secar. Por isso, é indicado que você borrife água de tempos em tempos. “Na verdade, caso a argila seque, fica difícil tirá-la, o que pode causar irritação da pele por conta do processo de remoção” complementa a farmacêutica.

“O que eu aconselho é fazer uma primeira máscara com água, para que ela absorva o máximo de toxinas. Pode ser retirada no chuveiro. Depois, há a possibilidade de fazer uma segunda aplicação, dessa vez com algumas gotas de óleos essenciais — os poros estarão bem abertos e ela fará um trabalho de reposição de nutrientes, minerais e ativos vindos dos óleos”, indica Joel Aleixo (@joelaleixo), alquimista da AlkhemyLab. Evite a água da torneira para preparar a sua argila por conta do cloro — prefira água mineral.

Alguns naturalistas afirmam ainda que ela deve ser deixada no sol por cerca de 30 minutos antes do uso. Assim, sua atividade piezoelétrica (capacidade de gerar tensão elétrica por resposta a uma pressão mecânica) armazenará energia e aumentará suas propriedades.

Quais as cores e indicações?

Argilas

(Mutzii, Unsplash/Reprodução)

Quem nos ajuda com essa questão é Joel Aleixo:

  • Branca:

“É purificante e anti-inflamatória, a cor branca se dá pela enorme quantidade de cálcio e magnésio. É muito hidratante, calmante e cicatrizante.”

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  • Verde:

“Possui muitos minerais. Gosto muito da argila verde, porque é praticamente a argila mais completa que existe na natureza. Ela não tem uma especificidade mineral, tem praticamente todos os minerais, e é excelente como nutriente para a pele. Também diminui muito a oleosidade, absorvendo o óleo que fica acumulado na pele. Pode ser usada no couro cabeludo, especialmente porque elimina parasitas da região.”

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  • Dourada/amarela:

“Poderosa para detox, também é hidratante e rejuvenescedora.”

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 (Americanas/Divulgação)

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  • Preta:

“Esta é uma argila vulcânica. As argilas pretas são mais nobres, e inclusive, mais difíceis de achar no mercado, pois vêm de vulcões. São argilas quentes que favorecem um aumento da temperatura do lugar.”

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  • Marrom:

“Bastante indicada para peles mais sensíveis. É antisséptica, cicatrizante e suavizante.”

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  • Rosa:

“Ótima para quando você está com alguma vermelhidão na pele. Por exemplo, quando sabe que ali sairá algum cabelo encravado.”

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  • Cinza:

“Tem propriedades cicatrizantes e anti-inflamatórias, sendo também uma boa opção para as peles mais oleosas.”

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  • Roxa:

“Ela dá firmeza, elasticidade e tônus para a pele.”

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  • Vermelha:

“É regeneradora celular, uma argila mais quente, com muito ferro, que influencia na queima de gordura.”

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Pés ressecados durante a quarentena: causas e soluções

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Dermatologistas explicam porque eles estão ressecados mesmo sem o uso de calçados

(Unsplash/Reprodução)

Em época de frio, é comum os pés ficarem mais ressecados devido aos banhos quentes e à menor ingestão de água mas, em meio ao isolamento social consequente do coronavírus, esses podem não ser os únicos culpados. Descubra as causas para os pés ásperos durante a quarentena, como reverter e qual o melhor calçado para ficar dentro de casa.

Como o ressecamento ocorre

“A pele na região da planta dos pés tem em média seis milímetros e é composta pela epiderme, que possui a camada lúcida. Ela é uma área mais rica em corneócitos, que produzem queratina, por isso ela é mais espessa”, explica Cláudia Marçal, dermatologista membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), da American Academy Of Dermatology (AAD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD).

Alguns fatores fazem com que ocorra o acúmulo excessivo dessa queratina, o que resulta em pés mais ásperos e espessos. “A produção maior da queratina é uma resposta do corpo de autoproteção, para proteger a região”, completa.

Causas dos pés ásperos

  • Sujeira

“Os pés descalços, em contato direto com o chão, deixam a pele exposta a poeira e impurezas, fazendo com que ela perca a umidade natural e resseque”, diz Paola Pomenranztzeff, dermatologista membro da SBD e da SBCD.

  • Atrito

Segundo Paola, o atrito constante com o chão pode desgastar os pés, fazendo com que ele produza mais queratina para se proteger.

  • Banho quente

A alta temperatura faz com que o corpo perca o manto de proteção natural da pele. Em contrapartida, a epiderme produz mais queratina.

  • Excesso de peso

Se você ganhou alguns quilos durante a quarentena, seus pés podem estar estranhando. “O sobrepeso gera uma maior pressão sobre os pontos de apoio e, como mecanismo de defesa, e pele se prolifera mais para prevenir bolhas e lesões, ficando mais áspera”, explica Kédima Nassif, dermatologista e tricologista, membra da SBD, SBCD e da Associação Brasileira de Restauração Capilar.

  • Psoríase e outras doenças dermatológicas desencadeadas com fatores emocionais

Algumas condições dermatológicas genéticas são pioradas com o estresse (muito comum em tempos de coronavirus).

Posso ficar descalço dentro de casa?

As profissionais concordam que, dentro de casa, a melhor opção é colocar meias, pantufas ou um chinelo confortável. “Não fique descalço pois o calçado protege a sola contra o atrito e as impurezas do chão, que ressecam a pele”, diz Kédima.

Como melhorar os pés ásperos

Se o excesso de pele na região é muito, Claudia ensina que deve ser feita uma esfoliação, mas sem o uso de lixas. “Quanto mais agressivo for o tratamento, maior será o efeito rebote da pele, produzindo ainda mais queratina para compensar”, diz. Em vez disso, a profissional indica o uso de esfoliantes de base natural. “Como solução caseira, podemos usar sal grosso em uma emulsão de óleos naturais ou então misturar açúcar e mel. A esfoliação em si, por sua vez, deve ser feita em movimentos circulares e seguida de hidratação na região”, completa Claudia.

Para essa segunda etapa, de hidratação, preste atenção nos ativos presentes no creme. “Em termos gerais, manteigas e cremes ricos em uréia, com baixo teor de ácido salicílico, podem ajudar”, indica Kédima.

E, no dia a dia, para evitar que seus pés cheguem nesse ponto, Paola explica que você deve usar os calçados adequados, beber bastante água, evitar banhos quentes e hidratar diariamente. “Idealmente, passe o creme após o banho, com a pele ainda úmida”, hora em que a absorção pela pele é maior. E espere até que o creme seque antes de colocar meias. “Muitas pessoas passam o hidratante e já vestem meias, mas elas absorvem o hidratante, roubando da hidratação dos pés”, diz Paola, que também dá a dica de “encapar os pés”, embrulhando a região em plástico filme por 20 minutos após a hidratação, para potencializá-la.

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terça-feira, 4 de agosto de 2020

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