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domingo, 31/05/2026

Colômbia encerra votação e inicia contagem dos votos para presidente

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A Colômbia terminou a votação para eleger o novo presidente do país neste domingo, 31 de maio. As urnas foram fechadas às 18h no horário de Brasília, e a apuração dos votos já começou, com expectativa de divulgação do resultado ainda na noite de hoje.

Mais de 41,2 milhões de eleitores estavam aptos a votar no primeiro turno da eleição presidencial, que vai definir quem governará o país entre 2026 e 2030.

Onze candidatos disputam o cargo. Caso nenhum deles alcance a maioria absoluta, os dois mais votados vão para o segundo turno em 21 de junho.

A eleição ocorre em um cenário de forte polarização política, aumento da violência armada e discussões sobre o legado do atual presidente Gustavo Petro.

Entre os favoritos nas pesquisas estão o senador Iván Cepeda, representante do Pacto Histórico e aliado político de Gustavo Petro; o advogado de direita Abelardo de la Espriella, do movimento Defensores da Pátria; e a senadora conservadora Paloma Valencia, do Centro Democrático, sucessora política do ex-presidente Álvaro Uribe.

Também participam da eleição o ex-governador Sergio Fajardo, de centro-esquerda, e a ex-prefeita de Bogotá, Claudia López.

Propostas dos principais candidatos

  • Iván Cepeda defende a continuidade das políticas sociais do governo atual, o aprofundamento das negociações de paz e maior atuação do Estado na economia e nos serviços públicos.
  • Paloma Valencia aposta em uma linha conservadora e rígida na segurança, prometendo aumentar efetivos militares e policiais, combater o narcotráfico com mais rigor e interromper negociações com grupos armados. Na economia, propõe cortes de impostos, fortalecimento do setor energético e redução do déficit fiscal.
  • Abelardo de la Espriella tem uma proposta mais radical na segurança pública, com planos de construir grandes prisões, aumentar penas e intensificar operações militares contra organizações criminosas. Inspirado em líderes da América Latina, ele também quer cortar gastos públicos, simplificar processos econômicos e ampliar a exploração de petróleo e gás.

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