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SpaceX lançará 60 satélites para oferecer internet a partir do espaço

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O objetivo é conseguir internet com alta velocidade para 95% do planeta

Elon Musk mostrou em sua conta no Twitter qual a aparência dos satélites Starlink, que a Space X deverá enviar ao espaço, na próxima quarta-feira (15/05). Esses satélites fazem parte do plano de oferecer internet a partir do espaço, enviando mais de 11.000 deles para a órbita baixa da Terra.

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Os 60 satélites fazem parte de um teste que Space X precisa realizar antes de completar este processo, assim como fez com Tintin A e Tintin B, em 2018.

 

A corrida de internet no momento tem vários concorrentes. A Amazon tem o Projeto Kuiper, um plano para oferecer internet a partir do espaço para até 95% do planeta, e que envolve 3.226 satélites. Similarmente, a OneWeb quer lançar 900 satélites atavés de 21 lançamentos com o mesmo objetivo.

O plano de Musk, no entanto, é um pouco mais ambicioso. O número total de satélites Starlink que planeja lançar no espaço é estimado em cerca de 12.000. Como parte dos testes, a SpaceX lançará 60 satélites carregados em um foguete Falcon.

O próprio Musk reconheceu em seu perfil no Twitter que “há muitas coisas que podem dar errado nesta primeira missão”, e que mais seis lançamentos de 60 foguetes serão necessários para alcançar uma pequena cobertura de projeto, e outros 12 para alcançar uma cobertura moderada.

O projeto da SpaceX permitiria um acesso à internet de alta velocidade e com menos latência. Os satélites Starlink, conforme a própria empresa diz, oferecem um serviço de comunicação de banda larga sem fio e acesso de alta velocidade.

Para que o projeto aconteça, seria necessário colocar 4.425 satélites na órbita antes de 2024 e, depois, se juntariam a eles mais  7.500 dispositivos. A Space X parece ter o plano todo bem planejado, anunciando para FCC (Federal Communications Comission) que pretende minimizar os detritos espaciais, assim poderia colocar os Starlink em uma distância de 500 km, ao invés de 1.000km, como proposta inicial.

 

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“Wikipedia dos adolescentes” faz sucesso ao classificar famosos

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Site tem 20 milhões de visitantes únicos por mês

Você já ouviu falar de Jacob Sartorius ou Annie LeBlanc? Os jovens de 16 e 14 anos, respectivamente, são os donos dos perfis mais visitados no site Famous Birthday, que traz a biografia, data de aniversário e signo de famosos.

Com essas informações, o site americano tem se tornado uma bíblia dos adolescentes, que conseguem acompanhar também fotos, vídeos, rankings e estatísticas detalhadas de cada mídia social.

O site tem 20 milhões de visitantes únicos por mês. Isto é um milhão a mais do que o Entertainment Weekly e quatro vezes mais do que a Teen Vogue, também para adolescentes.

Além de pesquisar o nome do seu ídolo, é possível ver quem está mais popular em listas como aniversariantes do dia; nascidos por estados americanos e mais. Desse modo, o internauta passa mais tempo navegando entre as listas.

Quem não faz parte da geração Z – dos nascidos a partir de 1995 – também pode se divertir no site. Afinal, ele não nasceu, inicialmente, para publicar sobre uma legião de pessoas muito populares para uns e completos desconhecidos para outros.

A ideia de origem, em 2012, trazia nomes como de pessoas consagradas em Hollywood como do ator Tom Hanks e da cantora Madonna — coincidentemente aniversariante de 16 de agosto. Mas, um ano depois, o fundador Evan Britton percebeu buscas por nomes como Cameron Dallas e Nash Grier. Em seguida, ele constatou que essas pessoas não só existem, como são famosas no Youtube, Vine e outras plataformas de vídeo — como a mais recente febre TikTok.

“Percebi que havia uma grande diferença entre quem a indústria achava famosa e quem realmente tinha fama. Era outra maneira de ser verificado, porque essas pessoas não estavam na Wikipedia”, disse o fundador ao The Atlantic.

Para aprimorar as informações e a base de perfis famosos, a equipe do Famous Birthday entrou em contato direto com esses influenciadores, se tornou próxima deles e, atualmente, consegue checar informações e notícias diretamente com eles. Isso faz a plataforma confiável e ainda mais popular.

A classificação dos famosos por ranking também é motivo para que os adolescentes passem mais tempo no site. Os fãs podem classificar seus preferidos com “estrelas” o que faz com que eles compitam entre si para cada categoria.

A intenção do fundador agora é levar a popularidade do site para as redes sociais mais usadas pelos jovens. Para ele, mídias como o Instagram e TikTok são a nova MTV e não podem ser subestimadas.

 

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Huawei lança sistema operacional para substituir Android

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Segunda maior fabricante de celulares do mundo, chinesa usa sistema operacional Android, do Google, barrado em meio à guerra comercial de Trump

Huawei: empresa lançou seu próprio sistema operacional para uso em smartphones (/)

A empresa de tecnologia Huawei está determinada a fazer das barreiras comerciais uma vantagem competitiva. E um passo importante foi dado nesta sexta-feira. A empresa deu início nesta madrugada à edição 2019 de sua Conferência de Desenvolvedores, e aproveitou o evento para apresentar seu próprio sistema operacional para uso em smartphones e outros equipamentos.

Batizado de Harmony OS, o sistema operacional foi apresentado pela companhia como “completamente diferente” do iOS, da Apple, e do Android, do Google. A imprensa reportou que a Huawei já vinha trabalhando em um sistema próprio desde 2012, mas a pressão para desenvolvê-lo aumentou desde 15 de maio, quando o presidente americano, Donald Trump, em meio à guerra comercial entre EUA e China, colocou a Huawei numa lista proibida.

O ato proibiu companhias americanas de venderem para a empresa chinesa, o que faria a Huawei ter de parar de usar em seus celulares o sistema operacional Android, do Google. Trump prorrogou o prazo para o bloqueio efetivo, mas a extensão pode acabar em breve se as negociações com o governo chinês não avançarem.

Um dos maiores desafios para fazer o Harmony OS emplacar são os aplicativos, e a Huawei anda tentando engajar a comunidade para criar programas para seu possível novo sistema. Enquanto impulsiona a criação de novos aplicativos e dá suporte aos desenvolvedores, a empresa continuará usando o Android em seus aparelhos.

Na China, ferramentas como Google, Facebook e Twitter são bloqueadas, de modo que as sanções de Trump têm pouco impacto. A China sozinha já é um senhor mercado, e, só no país, a Huawei vende mais celulares que a Apple no mundo inteiro (cerca de 30 milhões para cada no segundo trimestre, segundo a consultoria IDC). Contudo, chegar ao resto do mundo é essencial para as metas de crescimento da empresa, que quer passar a sul-coreana Samsung e tornar-se a maior fabricante de celulares do mundo.

O bloqueio de Trump, contudo, pode já estar surtindo efeito na empresa. A Huawei divulgou que vendeu 59 milhões de celulares no segundo trimestre, 60% deles na China e tendo crescimento zero em relação ao primeiro trimestre. As barreiras comercial, reconheceu a companhia nesta sexta-feira, devem dificultar sua meta de liderança global em 2019.

 

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Carro elétrico da Tesla explode após colisão; veja o vídeo

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Veículo da montadora comandada por Elon Musk pegou fogo após um acidente na Rússia

Explosão: carro elétrico da Tesla entrou em chamas em Moscou, na Rússia (Reprodução/YouTube)

São Paulo – Um carro elétrico da montadora americana Tesla explodiu em Moscou, na Rússia, após colidir com um caminhão de reboque na noite de sábado (10).

O veículo, que ainda não se sabe se era um Model 3 ou um Model S, estava sendo conduzido por um homem de 41 anos que transportava duas crianças no banco traseiro. Apesar do carro ter sido completamente destruído, os passageiros ficaram relativamente bem. Enquanto as crianças sofreram apenas contusões, o condutor quebrou as duas pernas.

De acordo com relatos da imprensa local, o motorista afirmou que estava com as duas mãos no volante e estava utilizando um recurso de assistência de direção na hora em que o carro bateu contra o outro veículo que estava na pista da esquerda.

De acordo com relatos da imprensa local, a fabricante americana de Elon Musk pode não ser totalmente culpada pelo acidente, já que não está claro se o recurso de piloto automático do veículo estava ativado. Outro ponto é que o motorista afirmou não ter visto o caminhão de reboque na pista ao lado.

A Tesla não se manifestou sobre o assunto.

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