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Projeção do IPCA de 2021 sobe de 7,27% para 7,58% no Focus do BC

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O relatório Focus trouxe ainda a projeção para o IPCA em 2023, que seguiu em 3,25%. No caso de 2024, a expectativa continuou em 3,00%.

(crédito: Agencia Brasil)

A projeção do mercado financeiro para a inflação em 2021 aumentou novamente e se distanciou ainda mais do teto da meta perseguida pelo Banco Central (BC). Os economistas do mercado financeiro alteraram a previsão para o IPCA – o índice oficial de preços – este ano, conforme o Relatório de Mercado Focus, de alta de 7,27% para 7,58%. Há um mês, estava em 6,88%. A projeção para o índice em 2022 foi de 3,95% para 3,98%. Quatro semanas atrás, estava em 3,84%.
Há quatro semanas, essas projeções eram de 3,25% e 3,00%, respectivamente.
A projeção dos economistas para a inflação segue bem acima do teto da meta de 2021, de 5,25% e já equivale a mais que o dobro do centro da meta para o ano, que é de 3,75%.
A meta de 2022 é de 3,50%, com margem de 1,5 ponto (de 2,00% a 5,00%), enquanto o parâmetro para 2023 é de inflação de 3,25%, com margem de 1,5 ponto (de 1,75% a 4,75%).
Já para 2024 a meta é de 3,00%, com margem de 1,5 ponto (de 1,5% para 4,5%).
O BC deixou de publicar, no documento do Focus, as projeções sobre o Top 5. Estes dados podem ser consultados no Sistema de Expectativas de Mercado no seguinte endereço na internet: https://www3.bcb.gov.br/expectativas/publico/consulta/serieestatisticas
Previsões mensais
Os economistas do mercado financeiro alteraram a previsão para o IPCA em agosto de 2021, de alta de 0,60% para 0,67%, conforme o Relatório de Mercado Focus. Um mês antes, o porcentual projetado era de 0,45%.
Para setembro, a projeção no Focus foi de alta de 0,50% para 0,61% e, para outubro, foi de alta de 0,39% para 0,42%. Há um mês, os porcentuais indicavam elevações de 0,38% e 0,35%, nesta ordem.
A inflação suavizada para os próximos 12 meses passou de alta de 4,52% para 4,57% de uma semana para outra há um mês, estava em 4,38%.

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Cadastro Positivo avança e já reduz taxas de empréstimos

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Para o Cadastro Positivo, quanto mais informações na base de dados, melhor, de modo a produzir uma análise mais eficaz do risco de crédito

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O Cadastro Positivo entra em nova fase, com a inclusão de dados das contas de luz até o fim de março. Há expectativa também da entrada de informações das contas de gás, água e esgoto, além de dados sobre boas práticas ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês) de empresas, ainda em 2022.

Para o Cadastro Positivo, quanto mais informações na base de dados, melhor, de modo a produzir uma análise mais eficaz do risco de crédito, servindo de alternativa à “lista de negativados” e beneficiando bons pagadores com melhores condições em empréstimos.

Até o final do ano passado, as avaliações praticamente só contavam com dados do sistema financeiro. Só em setembro, o Cadastro Positivo passou a incluir dados das empresas de telecomunicações.

Mesmo assim, pesquisa do Banco Central e dos birôs de crédito, que transformam os dados em pontuação de risco de crédito, apontam redução média de 10,4% nas taxas cobradas e melhora das notas, desde que a adesão passou a ser automática, em 2019.

A Associação Nacional de Bureaus de Crédito (ANBC) contabiliza que os inscritos no Cadastro Positivo saíram de 6 milhões, em 2017, para mais de 100 milhões atualmente, sendo 95% pessoas físicas. A expectativa é de que o número chegue a 150 milhões, com a inclusão das contas de luz, gás, água e esgoto. Por outro lado, os pedidos para retirada de dados somam 360 mil, segundo a Boa Vista, um dos quatro birôs registrados pelo BC como gestores de banco de dados (GBDs) do Cadastro Positivo.

“Com a entrada de informações de telecomunicação, estimamos que 9 milhões de CPFs entraram no mercado, com a possibilidade de ter acesso ao crédito. Bancos e empresas de varejo que vendem a crédito não tinham acesso a essas pessoas. São pessoas que não são bancarizadas, mas que têm emprego, pagam suas contas de telefone”, diz Dirceu Gardel, presidente da Boa Vista.

Mesmo que o cadastro não esteja “completo”, BC e os birôs já encontram efeitos positivos. Em pesquisa divulgada ontem, com cerca de 2 mil consumidores, a Boa Vista reportou queda média de 10,4% das taxas cobradas no crédito pessoal não consignado, mesmo resultado apontado para redução média do spread (diferença entre a taxa que o banco cobra do cliente e a que ele paga na captação dos recursos) nessas operações no relatório do BC de maio de 2021.

O BC comparou tomadores de crédito com pontuações baseadas no Cadastro Positivo com aqueles que ainda não estavam cadastrados no banco de dados. A queda média chegou a 15,9% para os tomadores com melhor nota.

O presidente da ANBC, Elias Sfeir, avalia que o Cadastro Positivo também pode atenuar o aumento do custo final dos tomadores de empréstimos ao atuar sobre os spreads bancários. “Cerca de 35% do spread está ligado à inadimplência”, observa.

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Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA sobem em meio a onda de Ômicron

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Economistas preveem que as solicitações de auxílio-desemprego passarão a diminuir à medida que as infecções têm queda

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego subiram para 286 mil (Bryan Woolston/Reuters)

O número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego subiu de forma inesperada na semana passada, provavelmente porque uma onda de infecções por Covid-19 no inverno dos Estados Unidos atrapalhou a atividade empresarial, o que pode restringir o crescimento do emprego neste mês.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego subiram para 286 mil, em dado ajustado sazonalmente, na semana encerrada em 15 de janeiro, ante 231 mil na semana anterior, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira. Economistas consultados pela Reuters previam 220 mil pedidos para a última semana.

Os EUA estão relatando uma média de 732.245 novos casos de coronavírus por dia, de acordo com uma análise da Reuters a partir de dados oficiais, em um salto durante o inverno norte-americano impulsionado pela variante Ômicron. No entanto, há sinais de que os casos estão começando a diminuir em algumas regiões, incluindo Nova York.

Economistas preveem que as solicitações de auxílio-desemprego passarão a diminuir à medida que as infecções têm queda. Os pedidos caíram ante um recorde de 6,149 milhões alcançado em abril de 2020. As condições do mercado de trabalho seguem se apertando.

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Inflação desacelera em 6 de 7 capitais na 2ª quadrissemana de janeiro

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São Paulo foi a única capital a apresentar avanço na leitura feita pela FGV. A taxa registrou aceleração de 0,37% para 0,52%

Consumidores fazem compras em feira no Rio de Janeiro. (Ricardo Moraes/Reuters)

O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) desacelerou em seis das sete capitais pesquisadas na segunda quadrissemana de janeiro, na comparação com a primeira quadrissemana, informou nesta terça-feira, 18, a Fundação Getulio Vargas (FGV).

O IPC-S arrefeceu a 0,43% na segunda leitura do mês, após registrar 0,53% na primeira. A alta acumulada em 12 meses é de 9 52%, menor do que os 9,63% ocorridos no período até a primeira quadrissemana.

O alívio mais significativo no IPC-S Capitais foi registrado em Porto Alegre, onde a inflação desacelerou de 0,76% para 0,41%. Recife (0,64% para 0,34%), Brasília (0,22% para 0,02%), Salvador (0,73% para 0,58%), Rio de Janeiro (0,43% para 0,30%) e Belo Horizonte (0,74% para 0,65%) foram as outras cidades com descompressão da inflação na segunda quadrissemana.

São Paulo, por outro lado, foi a única capital a apresentar avanço nesta leitura. A taxa registrou aceleração de 0,37% para 0,52%, de acordo com a FGV.

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Preço do petróleo tem máxima em 7 anos por tensões e riscos geopolíticos

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Redução de oferta dos países produtores e até relações entre Rússia e Ucrânia elevaram barril 87,26 dólares

preço do petróleo atingiu, nesta terça-feira,18, um máximo em sete anos, impulsionado por perturbações na oferta, tensões geopolíticas e aumento da demanda, apesar dos temores de um avanço da variante ômicron do coronavírus.

O barril de Brent do Mar do Norte estava sendo negociado a US$ 87,26 (+0,9%) às 4h50 GMT (1h50 em Brasília), atingindo um máximo desde 30 de outubro de 2014, quando chegou a US$ 86,74.

O barril de West Texas Intermediate (WTI) seguiu a tendência, subindo para US$ 85,66, um nível que não era visto desde 2014.

Vários fatores contribuem para esse aumento.

Por um lado, a interrupção da produção “na Líbia, na Nigéria, em Angola, no Equador e, mais recentemente, no Canadá, devido ao frio extremo”, explicou Hussein Sayed, analista da Exinity.

A produção diminui em países como Angola, ou Nigéria, que contribuem com meio milhão de barris por dia a menos do que em meados de 2020.

“Os mercados continuam concentrados no delicado equilíbrio entre oferta e demanda, que parece ter um impacto bastante importante nas flutuações de preços durante a recuperação econômica pós-pandemia”, disse Walid Koudmani, analista da empresa XTB.

Tensões geopolíticas

As tensões geopolíticas entre Rússia e Ucrânia também desempenham um papel, podendo perturbar o fornecimento de gás para a Europa, ou no Golfo Pérsico, onde os rebeldes huthis do Iêmen reivindicaram um ataque contra instalações de fornecimento de petróleo nos Emirados Árabes Unidos.

Esses incidentes “aumentaram ainda mais os preços” do petróleo, afirmou o analista do ING Warren Patterson.

Em paralelo a essas pressões de oferta, a demanda continua aumentando, à medida que a economia global retorna gradualmente ao seu nível de atividade pré-pandemia, apesar das preocupações com o surgimento da variante ômicron.

Além disso, o preço do gás natural, que ainda está em patamar elevado, contribui para o aumento do preço do petróleo, pois provoca um “aumento da demanda por diesel e combustível em substituição ao gás natural”, diz Bjarne Schieldrop, da consultoria SEB.

Especialistas apontam a Organização dos Países Exportadores de Petróleo como solução para essa escalada, mas seus membros não querem reverter às pressas os cortes de produção decretados quando a pandemia chegou, quando os preços despencaram.

“Apenas os membros da Opep e seus aliados podem empurrar os preços para baixo, bombeando mais petróleo. Mas, em vez disso, eles provavelmente manterão sua estratégia de diminuir os cortes de produção, pois se beneficiam dos altos preços atuais”, disse Hussein Sayed.

A Opep e seus aliados (Opep+) anunciam há meses aumentos marginais em sua produção que não respondem às necessidades da demanda.

A Arábia Saudita reafirmou este ano o respeito a esses acordos e a importância desses tetos.

Isso leva muitos analistas a preverem que os preços continuarão subindo até ultrapassarem a barreira dos US$ 90 o barril, ou mesmo US$ 100.

Para Sayed, “o que parecia impossível meses atrás, agora é muito provável que aconteça”.

Analistas do Goldman Sachs avaliam que o Brent poderá atingir US$ 96 este ano, e US$ 105, em 2023, de acordo com uma nota publicada na segunda-feira.

 

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Na pandemia, mundo ganhou um novo bilionário a cada 26 horas, diz Oxfam

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Relatório da Oxfam mostra que há 55 bilionários no Brasil, com uma riqueza total de US$ 176 bilhões, que subiu 30% no mesmo período

Já a renda de 99% da população global caiu, e mais de 160 milhões de pessoas foram empurradas para a pobreza (halduns/Getty Images)

Desde o início da pandemia de Covid-19, decretada em março de 2020, um novo bilionário surgiu a cada 26 horas. Já os dez homens mais ricos do planeta mais que dobraram suas fortunas, de US$ 700 bilhões para US$ 1,5 trilhão, um crescimento de US$ 15 mil por segundo, ou US$ 1,3 bilhão por dia no mesmo período.

Fazem parte dessa lista Elon Musk, da montadora Tesla, de carros elétricos; Jeff Bezos, da gigante do varejo Amazon; Bernard Arnault & família, um dos controladores do grupo LVMH, com 75 marcas; Bill Gates, da Microsoft; Larry Ellison, da Oracle; Larry Page e Sergey Brin, ambos do Google; Mark Zuckerberg, do Facebook; Steve Ballmer, também da Microsoft; e o megainvestidor Warren Buffet.

A pequena elite mundial de 2.755 bilionários viu sua fortuna crescer mais durante a pandemia do que nos últimos 14 anos.

Já a renda de 99% da população global caiu, e mais de 160 milhões de pessoas foram empurradas para a pobreza no mesmo período. A desigualdade de renda contribuiu para a morte de uma pessoa a cada quatro segundos, e estima-se que 17 milhões de pessoas morreram de Covid-19 no mundo, uma escalada de mortes que não era vista desde a Segunda Guerra Mundial.

Os dados foram levantados pela Oxfam, ONG que atua em mais de 90 países na busca de soluções para a pobreza e a desigualdade social. Os dados sobre a desigualdade global foram compilados para embasar as discussões do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.

O Fórum começaria presencialmente hoje, mas foi adiado por causa do crescimento de infecções pela variante Ômicron. O encontro deverá acontecer no início do verão no Hemisfério Norte, no fim de junho. Ainda assim, hoje haverá um seminário on-line com várias autoridades sobre as preocupações globais mais urgentes.

— Se os dez homens mais ricos do mundo perdessem 99,99% de sua riqueza amanhã, eles continuariam mais ricos do que 99% de todas as pessoas do planeta. Eles têm hoje seis vezes mais riqueza do que os 3,1 bilhões mais pobres do mundo — afirma Katia Maia, diretora executiva da Oxfam Brasil.

Mais dez bilionários no Brasil

No Brasil, a Oxfam calcula haver atualmente 55 bilionários, com uma riqueza total de US$ 176 bilhões. Desde março de 2020, o país ganhou dez novos bilionários. A riqueza deles cresceu 30% na pandemia, o equivalente a US$ 39,6 bilhões. Os 20 maiores bilionários do país têm mais riqueza (US$ 121 bilhões) do que 128 milhões de brasileiros (cerca de 60% da população).

— No Brasil, também há uma ampla discrepância entre um grupo que prosperou muito exatamente em um momento de crise, em um cenário de desemprego elevado e aumento da fome — diz Jefferson Nascimento, coordenador da área de Justiça Social e Econômica da Oxfam Brasil.

Segundo a ONG, a miséria e a fome explodiram no Brasil durante a pandemia. Em dezembro de 2020, 55% da população brasileira se encontravam em situação de insegurança alimentar, o equivalente a 116,8 milhões de pessoas, e 9% se encontravam em situação de fome, ou 19,1 milhões de pessoas. Trata-se de um retrocesso a patamares de 2004.

No Brasil, a fome afeta mais as mulheres e pessoas negras. A entidade aponta que 11,1% dos lares chefiados por mulheres e 10,7% dos chefiados por pessoas negras estavam passando fome no fim de 2020, frente a 7,7% dos lares chefiados por homens e 7,5% dos lares liderados por pessoas brancas.

— Regredimos 17 anos na questão da insegurança alimentar e fome, e neste momento vemos reduções de políticas públicas nesse sentido. O Bolsa Família, um programa de 2003 e que era reconhecido internacionalmente, foi extinto e substituído pelo Auxílio Brasil, em um ano eleitoral — afirma Nascimento.

O relatório da Oxfam, intitulado “A Desigualdade Mata”, revela que a alta concentração de renda contribui para a morte de pelo menos 21 mil pessoas por dia no mundo. Segundo a entidade, a conta é conservadora e se baseia nas mortes globais provocadas por falta de acesso à saúde pública, violência de gênero, fome e crise climática.

O documento aponta ainda que a pandemia atingiu grupos raciais de maneira desigual. No Brasil, por exemplo, mesmo com o avanço da vacinação, a maior parte das mortes por Covid-19 se concentra nas periferias de grandes cidades. De acordo com Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), pessoas negras no Brasil têm uma vez e meia mais chance de morrer de Covid-19 do que as pessoas brancas.

— As desigualdades têm solução, porque elas são fruto de escolhas políticas. Do jeito que a economia global está estruturada, os mais ricos continuarão se beneficiando e lucrando, enquanto bilhões de pessoas, principalmente mulheres e população negra e de etnias minoritárias, ficarão no final da fila, sujeitas à pobreza extrema, à violência e à morte — afirma Katia.

A Oxfam defende que os governos “devem reescrever as regras dentro de suas economias que criam essas diferenças colossais, além de agir de modo a pré-distribuir a renda”, afirma o relatório.

Mais tributação sobre os ricos

A ONG também argumenta que os governos deveriam recuperar os ganhos obtidos pelos bilionários durante a pandemia, tributando essa nova riqueza por meio de impostos sobre o capital. Esse dinheiro, diz a Oxfam, deveria ser investido em políticas de saúde pública universal e proteção social, além de adaptação climática e prevenção contra violência de gênero.

Os cálculos da Oxfam têm por base fontes como a lista de bilionários da revista Forbes 2021, o Global Wealth Databook 2021 do Instituto de Pesquisa do Credit Suisse, que trata de dados sobre riqueza, além de dados divulgados pelo Banco Mundial.

A ONG lembra que as desigualdades também têm efeitos sobre as mudanças climáticas globais. Estima-se que as emissões dos 20 bilionários mais ricos do mundo sejam, em média, 8 mil vezes maiores que as emissões de bilhões de pessoas mais pobres. Toda a população global sofre com o aquecimento do planeta, mas os países ricos não conseguem lidar com os efeitos de sua responsabilidade por cerca de 92% de todas as emissões históricas.

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Preço do etanol cai em 17 estados na semana; média nacional recua 0,10%

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Nos postos pesquisados pela ANP, o preço médio do etanol caiu de R$ 5,051 para R$ 5,046 o litro

O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 4,329 o litro, em São Paulo (Busakorn Pongparnit/Getty Images)

Os preços médios do etanol hidratado caíram em 17 Estados na semana entre 9 e 15 de janeiro, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas. Em outros sete Estados e no Distrito Federal, os preços subiram, enquanto na Paraíba eles ficaram estáveis e no Amapá não foi possível comparar porque não houve levantamento na semana anterior.

Nos postos pesquisados pela ANP em todo o País, o preço médio do etanol caiu 0,10% na semana em relação à anterior, de R$ 5,051 para R$ 5,046 o litro.

Em São Paulo, principal Estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, a cotação média do etanol hidratado ficou em R$ 4,869 o litro, queda de 0,18% ante a semana anterior.

O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 4,329 o litro, em São Paulo, enquanto o menor preço médio estadual, de R$ 4,667, foi registrado em Mato Grosso.

O preço máximo, de R$ 7,699 o litro, foi verificado em um posto do Rio Grande do Sul. O maior preço médio estadual também foi o do Rio Grande do Sul, de R$ 6,466.

Na comparação mensal, o preço médio do biocombustível no País caiu 3,15%. O Estado com maior queda no período foi o Rio Grande do Sul, onde o litro desvalorizou 8,15% no mês.

Na apuração semanal, a maior queda porcentual de preço, de 3,84% também foi observada no Rio Grande do Sul; e a maior alta, de 1 24%, aconteceu em Mato Grosso.

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