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Prévia da inflação oficial fica em 0,83% em junho, diz IBGE

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Gasolina e energia elétrica influenciaram no resultado

© Tomaz Silva/Agência Brasil

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, ficou em 0,83% em junho deste ano. A taxa é superior ao 0,44% de maio deste ano e ao 0,02% de junho de 2022. O dado foi divulgado hoje (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com o resultado, o IPCA-15 acumula taxas de 4,13% no ano e de 8,13% em 12 meses. A taxa trimestral do indicador, também chamada de IPCA-E, foi de 1,88%.

Em junho, a inflação foi puxada principalmente pelos transportes, que registraram inflação de 1,35% no mês. A gasolina, com uma alta de preços de 2,86% no mês foi um dos itens que mais influenciou a inflação de junho. Também foi observado aumento de custo de outros combustíveis: gás veicular (12,41%), etanol (9,12%) e óleo diesel (3,53%).

Outra alta importante em junho veio da energia elétrica, que ficou 3,85% mais cara no mês, e levou a inflação do grupo de despesas habitação para 1,67%.

O terceiro impacto mais importante do IPCA-15 de junho veio dos alimentos, que tiveram uma alta de preços de 0,41%. A inflação do grupo foi mais moderada do que no mês anterior (0,48%).

Os demais grupos de despesa tiveram as seguintes taxas: saúde e cuidados pessoais (0,53%), artigos de residência (1,38%), vestuário (0,88%), despesas pessoais (0,32%), comunicação (0,15%) e educação (0,03%). Agência Brasil

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Preços ao produtor no Brasil disparam em outubro para máxima em 6 meses

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Entre as 24 atividades analisadas, o IBGE apontou que 22 apresentaram alta em outubro, com destaque para refino de petróleo e produtos de álcool

Preços ao Produtor: também pesou com força a alta de 6,38% na atividade de outros produtos químicos (MAURO PIMENTEL/AFP/Getty Images)

Os custos do refino de petróleo pesaram e os preços ao produtor no Brasil aceleraram a alta a 2,16% em outubro, a mais forte em seis meses, mostraram dados divulgados nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em setembro, o Índice de Preços ao Produtor (IPP) havia subido 0,25%, e o resultado de outubro é o mais forte desde abril (+2,19, marcando uma série de mais de dois anos de inflação na indústria — a última taxa negativa do IPP foi em agosto de 2019. O resultado de outubro leva o índice a acumular em 12 meses avanço de 28,83%.

Entre as 24 atividades analisadas, o IBGE apontou que 22 apresentaram alta em outubro, com destaque para refino de petróleo e produtos de álcool (7,14%).

“Essa taxa é reflexo da variação do óleo bruto de petróleo, cujo preço vem aumentando no mercado internacional”, explicou o gerente da pesquisa, Alexandre Brandão. A atividade acumula no ano alta 60,38%, a maior taxa para outubro desde o começo da série histórica, em 2014.

Também pesou com força a alta de 6,38% na atividade de outros produtos químicos, ligada principalmente aos preços internacionais e ao custo de diversas matérias-primas, como a nafta. Além disso, a demanda da indústria por produtos químicos está aquecida, segundo o IBGE.

“É um setor diretamente afetado pelo refino de petróleo. Então, a alta no refino acaba puxando o resultado de outros produtos químicos”, explicou Brandão.

O IPP mede a variação dos preços de produtos na “porta da fábrica”, isto é, sem impostos e frete, de 24 atividades das indústrias extrativas e da transformação.

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Ibovespa abre dezembro em recuperação após tombo da véspera

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Bolsas globais corrigem perdas depois de liquidação no último pregão de novembro; dólar recua

Painel de cotações da |3 | Foto: Germano Lüders/EXAME

Ibovespa segue o tom positivo das bolsas globais e avança 1,33%, aos 103.269 pontos por volta das 10h15 desta quarta-feira, 1º. O movimento sinaliza um dia de recuperação para a bolsa brasileira após o tombo generalizado das bolsas globais ontem, que levou o Ibovespa para o quinto mês consecutivo de perdas.

Os investidores estavam receosos com a nova variante Ômicron da Covid e também reagiram à notícia de que os Estados Unidos podem rever sua política monetária antes do esperado. Hoje, no entanto, o cenário já é de correção.

“O mercado refletiu sobre a variante Ômicron e percebeu que as recentes quedas eram causadas por incerteza, e não pessimismo. É bom diferenciar porque, conforme os dados vão aparecendo, a incerteza vai passando”, afirmou Jerson Zanlorenzi, responsável pela mesa de renda variável e derivativos do BTG Pactual digital, no programa Abertura de Mercado desta quarta-feira.

Um dos temores era de que a variante fosse resistente às vacinas, o que pode não ocorrer em casos graves da doença, segundo testes preliminares. Zanlorenzi reforça ainda que o quadro de vacinação no Brasil está bem mais avançado do que na Europa, por exemplo, onde a pandemia voltou a preocupar por conta do alto número de não-vacinados.

Por lá, o índice pan-europeu Stoxx 600 avança 1,01%, enquanto os futuros americanos saltam após recuarem em torno de 1,7% na véspera. O Dow Jones futuro sobe 0,86%, o S&P 500 futuro registra alta de 1,2% e o Nasdaq futuro avança 1,34%.

O dia favorável ao risco também se traduz no câmbio, com o dólar comercial recuando 0,34%, sendo negociado a 5,616 reais.

As commodities também avançam, com o petróleo disparando. O WTI, negociado nos Estados Unidos, sobe 3,66% depois de cair mais de 5% ontem. Já o Brent, referência para os papéis da Petrobras, avança quase 4% após uma queda de 3,9% na véspera.

A forte valorização ocorre antes da reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados, a Opep+, que se reúne nesta quarta para um encontro de dois dias. Os  membros do cartel discutirão se irão aumentar a oferta ou manter as restrições, dado os potenciais efeitos da nova variante do coronavírus na demanda por petróleo.

Desde que a nova ameaça chegou ao mercado, o preço do petróleo Brent já caiu da casa dos 80 dólares por barril para 72 dólares. Segundo a Reuters, analistas estimam que a Opep+ irá acordar um aumento de produção de 400.000 barris por dia a partir de janeiro.

Os ventos também prometem ser positivos no mercado local. Em Brasília, é esperado que a PEC dos Precatórios seja colocada em votação hoje no Senado, após a aprovação ontem na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A PEC libera espaço fiscal em 2022 para o pagamento do novo programa social do governo, o Auxílio Brasil, por meio de uma manobra no cálculo da regra do teto de gastos. A aprovação é vista como positiva pelo mercado, que teme opções piores para as contas públicas.

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Nascidos em dezembro têm até o dia 31 para aderir ao saque-aniversário

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Prazo é para receber o benefício ainda neste ano

© Marcelo Camargo/Agência Brasil

Trabalhadores nascidos em dezembro têm, de hoje (1º) até 31 de dezembro, para aderir ao saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e receber o benefício ainda neste mês. A modalidade permite a retirada de parte do saldo da conta do FGTS, anualmente, no mês de aniversário.

Após esse prazo, nascidos em dezembro que fizerem a opção pelo saque-aniversário só vão realizar o saque no próximo ano.

A migração para a sistemática saque-aniversário não é obrigatória. Quem não fizer a opção, permanece com o saque-rescisão, sistemática tradicional, na qual o trabalhador, quando demitido sem justa causa tem o direito ao saque integral de sua conta FGTS, com a multa rescisória.

Como optar pelo saque-aniversário

A opção pelo saque-aniversário pode ser feita a qualquer momento pelos canais disponíveis: aplicativo do FGTS, no site fgts.caixa.gov.br, no Internet Banking Caixa ou nas agências do banco.

Os valores do saque-aniversário do FGTS ficam disponíveis para saque até o último dia útil do segundo mês seguinte ao da aquisição do direito de saque. No caso dos nascidos em dezembro, o dinheiro fica disponível até 28 de fevereiro.

Caso o trabalhador não retire o recurso até esse prazo, o dinheiro volta automaticamente para a conta do FGTS.

O resgate do dinheiro pode ser feito pelo aplicativo FGTS, disponível para tablets smartphones dos sistemas Android e iOS. Nesse caso, o trabalhador pode programar a transferência do dinheiro para qualquer conta em seu nome, independentemente do banco.

As retiradas também podem ser feitas nas casas lotéricas, terminais de autoatendimento e correspondentes Caixa Aqui, com o Cartão Cidadão, senha e documento de identificação.

Valores do saque

O valor a ser liberado varia conforme o saldo de cada conta em nome do trabalhador. Além de um percentual, ele receberá um adicional fixo, conforme o total na conta. O valor a ser sacado varia de 50% do saldo sem parcela adicional, para contas de até R$ 500, a 5% do saldo e adicional de R$ 2,9 mil para contas com mais de R$ 20 mil.

Tabela de valores do saque-aniversário
Caixa/Divulgação

Rescisão

O trabalhador optante pelo saque-aniversário terá direito à retirada parcial do seu FGTS anualmente, independentemente de rescisão de contrato de trabalho. Se ocorrer rescisão, o trabalhador poderá sacar somente o valor referente à multa rescisória, quando devida. Já o saldo remanescente da conta vinculada irá compor o saldo da parcela anual do saque-aniversário.

Por Agência Brasil

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IBGE: desemprego cai 1,6% e atinge em 12,6% no primeiro trimestre

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Queda na taxa de desocupação do país se estendeu a todas as regiões

© Rovena Rosa/Agência Brasil

 

A taxa de desemprego atingiu 12,6% no terceiro trimestre deste ano, o que significa queda de 1,6 ponto percentual na comparação com o segundo trimestre de 2021. O número de pessoas em busca de emprego no país recuou 9,3% e, com isso, chegou a 13,5 milhões. Os ocupados tiveram um crescimento de 4%, alcançando 93 milhões de pessoas. Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), foram divulgados hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, o crescimento da ocupação no período foi relevante. “No terceiro trimestre, houve um processo significativo de crescimento da ocupação, permitindo, inclusive, a redução da população desocupada, que busca trabalho, como também da própria população que estava fora da força de trabalho”, observou.

A população fora da força de trabalho é o contingente daqueles que não estão ocupados e nem buscando emprego. Com o crescimento no número de ocupados, o nível da ocupação, que é o percentual de pessoas em idade de trabalhar que estão no mercado de trabalho, subiu para 54,1%, enquanto no trimestre anterior tinha sido de 52,1%.

Doméstico

De acordo com a coordenadora, dentro desse crescimento, a informalidade representa 54%. Os empregados do setor privado sem carteira assinada (10,2%), que somaram 11,7 milhões de pessoas, estão entre as categorias de emprego que mais cresceram na comparação com o trimestre anterior. No mesmo período, o número de trabalhadores domésticos atingiu 5,4 milhões – o que equivale a uma expansão de 9,2%, o maior desde o início da série histórica da pesquisa, em 2012.

No primeiro trimestre do ano passado, seis milhões de pessoas eram trabalhadores domésticos. Se considerados apenas os trabalhadores sem carteira, houve aumento de 10,8%, sendo 396 mil pessoas a mais.

Segundo Adriana Beringuy esse é um processo de recuperação que já vinha ocorrendo desde junho. “A categoria dos empregados domésticos foi a mais afetada na ocupação no ano passado e, nos últimos meses, há uma expansão importante. Embora haja essa recuperação nos últimos trimestres da pesquisa, o contingente atual desses trabalhadores é inferior ao período pré-pandemia”, afirmou.

Conta própria

O contingente de trabalhadores por conta própria (3,3%) também cresceu. As 25,5 milhões de pessoas nessa categoria representam o maior número desde o início da série histórica da pesquisa. Aí estão incluídos os trabalhadores que não têm CNPJ, que cresceram 1,9% ante o último trimestre. Com isso, a taxa de informalidade chegou a 40,6% da população. São 38 milhões de trabalhadores nessa situação.

Conforme a pesquisa, o crescimento na ocupação também está relacionado principalmente às atividades de comércio (7,5%), que equivale a mais 1,2 milhão de trabalhadores; indústria (6,3%), 721 mil pessoas a mais; construção (7,3%) com 486 mil pessoas a mais; e serviços domésticos (8,9%), com adição de 444 mil pessoas.

Rendimento

O avanço no número de pessoas ocupadas não veio com melhorias no rendimento real habitual de todos os trabalhos. Ficou em R$2.459, uma queda de 4% relativo ao último trimestre e de 11,1% em relação ao terceiro trimestre do ano passado.

Com o valor de R$223,5 bilhões, a massa de rendimento ficou estável nas duas comparações. Para a coordenadora, esses números indicam que o aumento da ocupação foi puxado por postos de trabalho com salários menores. “Há um crescimento em ocupações com menores rendimentos e também há perda do poder de compra devido ao avanço da inflação”, completou.

Regiões

A queda na taxa de desocupação do país se estendeu a todas as regiões. No Sudeste, que é a região com o maior número de pessoas desempregadas (6,3 milhões), a taxa passou de 14,6% no segundo trimestre para 13,1%. No Nordeste, saiu de 18,3% para 16,4%. Ainda assim, a região permanece tendo a maior taxa de desocupação do país.

“Essa queda na desocupação no nível nacional também está sendo observada regionalmente em vários estados. Isso indica que há um processo de recuperação de trabalho que ocorre de maneira disseminada no país”, disse.

Mesmo com a a maior taxa de desocupação do país (18,7%), a Bahia apresentou estabilidade nesse indicador e no número de pessoas que estão buscando por uma vaga no mercado de trabalho (1,3 milhão). O número de ocupados do estado cresceu 6,5%. O motivo foi o aumento de trabalhadores domésticos (18,3%) e por contra própria (12,3%). Conforme a pesquisa, depois da Bahia, as maiores taxas de desocupação foram registradas por Amapá (17,5%) e Rio Grande do Norte (14,5%).

Entre os 93 milhões de pessoas ocupadas no Brasil, após a alta de 4,0% no terceiro trimestre, 66,4% de empregados, 4,1% de empregadores, 2,1% de trabalhadores familiares auxiliares e 27,4% de pessoas que trabalhavam por conta própria. Este último grupo foi maior no Norte (34,5%) e no Nordeste (31,1%). Conforme a pesquisa, dos 17 estados que tiveram taxas de informalidade maiores que a nacional, 16 são do Norte e do Nordeste. O Pará (62,2%) registrou a maior.

A coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE disse que essas regiões, de maneira geral, têm um percentual grande desse tipo de trabalho. “A informalidade é maior nessas duas regiões. E esse perfil de trabalhador está contribuindo para a recuperação do trabalho local. Parte importante do trabalho nessas duas regiões é atribuída aos trabalhadores informais, que tem nos trabalhadores por conta própria um contingente importante”, concluiu.

Pretos e pardos

Enquanto a taxa de desocupação das pessoas brancas (10,3%) ficou abaixo da média nacional, a dos pretos (15,8%) e dos pardos (14,2%) teve movimento contrário. Todos tiveram queda frente ao último trimestre. Os pardos representavam 46,8% da população fora da força de trabalho, seguidos pelos brancos (43,1%) e pelos pretos (8,9%). Já se comparada ao segundo trimestre, a participação dos pardos diminuiu e a dos brancos e pretos aumentou.

Na comparação com o terceiro trimestre do ano passado, o nível de ocupação aumentou para todas as pessoas. Os brancos saíram de 51,4% para 55,8%, os pardos, de 46,7 a 52,1% e os pretos, de 49,0% a 55,6%.

Reponderação

A divulgação de hoje da Pnad Contínua é com base na nova série elaborada pelo IBGE, a partir da reponderação das projeções por causa da mudança na forma de coleta da pesquisa durante a pandemia da covid-19. Com as medidas de isolamento social em março de 2020, a coleta começou a ser feita de maneira remota, excepcionalmente por telefone.

“A nova reponderação busca mitigar possíveis vieses de disponibilidade em grupos populacionais, intensificados pela queda da taxa de aproveitamento das entrevistas”, observou Adriana.

Pesquisa

De acordo com o IBGE, a Pnad Contínua é o principal instrumento para monitoramento da força de trabalho no país. “A amostra da pesquisa por trimestre no Brasil corresponde a 211 mil domicílios pesquisados. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham na pesquisa, em 26 estados e Distrito Federal, integrados à rede de coleta de mais de 500 agências do IBGE”, informou o Instituto.

A coleta de informações da pesquisa por telefone é feita desde 17 de março de 2020. A identidade do entrevistador pode ser confirmada no site Respondendo ao IBGE ou via Central de atendimento (0800 721 8181), conferindo a matrícula, RG ou CPF do entrevistador, dados que podem ser solicitados pelo informante.

Por Agência Brasil

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Economia

Desemprego cai para 12,6% e atinge 13,5 milhões, diz IBGE

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Em igual período de 2020, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 14,6%. No trimestre até agosto, a taxa de desocupação estava em 13,2%

Desemprego: Apesar da melhora na taxa de desemprego, a renda do brasileiro sofreu um baque (Jornal Brasil em Folhas/Flickr)

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 12,6% no trimestre encerrado em setembro, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta terça-feira, 30, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ainda assim, há 13,5 milhões de pessoas em busca de uma vaga.

O resultado ficou pouco acima do piso de 12,5% e levemente abaixo da mediana de 12,7% das expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, cujo teto era 13,3%.

Em igual período de 2020, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 14,6%. No trimestre até agosto, a taxa de desocupação estava em 13,2%.

A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.459 no trimestre encerrado em setembro. O resultado representa queda de 11,10% em relação ao mesmo período do ano anterior. Na comparação ante o segundo trimestre, o recuo foi de 4%.

A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 223.549 bilhões no trimestre até setembro, queda de 5,7% ante igual período do ano anterior.

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Economia

Ibovespa futuro cai com temores globais sobre variante Ômicron

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Preocupações com efeitos econômicos de nova cepa do coronavírus crescem em meio ao endurecimento de medidas restritivas

(Getty Images)

Ibovespa futuro recua 0,68%, às 9h46 desta terça-feira, 30, em linha com as bolsas internacionais, que operam em queda em meio às preocupações sobre os potenciais danos econômicos da variante Ômicron do coronavírus. Nos Estados Unidos, os índices futuros operam em terreno negativo, antes da abertura do pregão à vista, às 11h30. Na Europa, os principais índices de ações chegam a cair mais de 1%.

Além das preocupações com a nova cepa da covid-19, que tem aumentado as restrições no continente, o mercado europeu ainda lida com a inflação crescente. Divulgado nesta manhã, o Índice de Preço ao Consumidor (IPC) subiu acima do esperado na Zona do Euro, de 4,1% para 4,9%, jogando ainda mais pressão para que o Banco Central Europeu (BCE) adote políticas contracionistas para controlar a inflação. A expectativa era de que o IPC ficasse em 4,5%.

Por outro lado, a ameaça econômica da nova variante joga do lado contrário, de permanência de estímulos. O tema será abordado nesta terça em testemunho do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, no Senado americano.

Em discurso divulgado na última noite – e que deve ser lido hoje -, Powell pondera que o recente aumento de casos de covid e o surgimento da nova variante “representam riscos negativos para o emprego e a atividade econômica e aumentam a incerteza para a inflação”. Powell deve iniciar seu testemunho às 12h de Brasília.

Apesar das incertezas sobre a inflação, o primeiro impacto da variante tem sido sobre o as commodities energéticas, que vinham pressionando os índices de preços no mundo. Nesta manhã, o petróleo brent cai cerca de 3,2%, sendo negociado na casa dos 70 reais. Desde a última sexta-feira, 26, quando os temores sobre a nova cepa começaram a ser precificados de forma mais intensa pelo mercado, o petróleo já caiu mais de 13%.

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