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Motorista de app é esfaqueada 14 vezes e grava ataque: “Tô morrendo”

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Audineth Aguiar, de 44 anos, acionou um aplicativo que grava o som interno do carro durante a agressão. Ela está internada

A motorista de aplicativo Audineth Aguiar, de 44 anos, foi esfaqueada ao menos 14 vezes na noite de sexta-feira (20/5), por um cliente, em Campo Grande.

Ela acionou um aplicativo que grava o som interno do carro e registrou a agressão. O áudio foi divulgado pelo G1 Mato Grosso do Sul.

“Eu tô cortada, eu tô morrendo. Me furou toda de faca. Olha aí, olha onde eu tô. Moço, me socorre, eu fui assaltada, ele me furou toda de faca. Sou Uber e tô toda furada, me ajuda a chegar até o posto”, diz a motorista na gravação.

Mesmo ferida, ela conseguiu chegar na unidade de saúde. A vítima perdeu muito sangue e está internada na Santa Casa. Os golpes atingiram o abdômen e o rosto. Audineth deu entrada na Santa Casa às 0h de sábado (21/5). Segundo boletim médico, a motorista está acordada, se comunica bem e respira sem auxílio de aparelhos.

(G1)

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Ciclone causa deslizamentos e queda de estruturas em SC; moradores precisaram deixar residências

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Quase 80 mil casas ficaram sem energia. Escorregamentos de terra impactaram e interromperam tráfego em vias urbanas e rodovias.

Coluna de concreto atingiu carro e deixou motorista gravemente ferido em SC — Foto: Redes Sociais/Divulgação

A chuva registrada entre a noite de terça-feira (9) e manhã desta quarta-feira (10) provoca prejuízos em diversas cidades de Santa Catarina. Parte de uma casa em construção desabou em Timbó. Em Balneário Piçarras, no Litoral Norte, um motorista ficou preso às ferragens depois que o carro foi atingido por uma coluna de concreto. O estado de saúde do homem é grave.

Em Criciúma, 30 moradores precisaram deixar as casas durante a madrugada. As ocorrências são provocadas por conta da passagem de um ciclone extratropical no Estado. Cerca de 79 mil unidades consumidoras em Santa Catarina começaram o dia sem fornecimento de energia.

Deslizamento de terra em Guaramirim — Foto: Polícia Militar/Divulgação

Deslizamento de terra em Guaramirim — Foto: Polícia Militar/Divulgação

 

Nesta manhã, a Defesa Civil informou que há risco ‘muito alto’ para deslizamentos, enxurradas e inundações em diversas cidades do Estado.

Sul

Em Criciúma, até a manhã desta terça 30 famílias foram retiradas de casa com auxílio da Defesa Civil por conta de alagamentos ou risco nas estruturas. Em torno de 15 pessoas foram para a casa de amigos e familiares. Outra parte foi levada para abrigos organizados pelo município.

Com o extravasamento da calha do rio que passa pela cidade, há registro de alagamentos nos bairros Sangão, Imperatriz, Vila Macarini, Vila Francesa, Vila Isabel e Cristo Redentor.

O principal ponto para abrigar as famílias é o Ginásio Municipal Irmão Walmir Orsi, no bairro São Luiz. A população também pode se abrigar no Salão Paroquial do Sangão.

Situação em Criciúma, uma das maiores cidades do estado — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Situação em Criciúma, uma das maiores cidades do estado — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Bairro Francesa, em Criciúma, no Sul, por volta das 6h desta quarta-feira — Foto: Deivid Morona/NSC TV

Bairro Francesa, em Criciúma, no Sul, por volta das 6h desta quarta-feira — Foto: Deivid Morona/NSC TV

Na cidade de Jaguaruna, também no Sul catarinense, a prefeitura suspendeu as aulas nesta quarta por conta da previsão do tempo. Também não haverá serviço de transporte escolar.

Grande Florianópolis

Em Florianópolis, a chuva deixa o trânsito lento na manhã desta quarta. Na entrada da Ponte Pedro Ivo, que dá acesso ao centro da Capital, uma placa caiu sobre a fiação, o que deixou parte do bairro Coqueiros sem iluminação.

No bairro da Lagoa da Conceição, um automóvel rodou na pista no morro que dá acesso ao bairro nesta quarta. Há relatos de galhos na pista, que dificultam o trânsito na região.

Litoral Norte

Em Balneário Piçarras um homem teve traumatismo craniano após uma coluna atingir o carro que ele dirigia. Os bombeiros fizeram o desencarceramento da vítima, que ficou presa ao veículo. O motorista foi socorrido em estado grave de saúde.

Motorista ficou ferido ao ter carro atingido por coluna de concreto — Foto: Divulgação/Redes sociais

Motorista ficou ferido ao ter carro atingido por coluna de concreto — Foto: Divulgação/Redes sociais

Em Itajaí, a prefeitura atendeu ocorrências de alagamentos de ruas e duas quedas de árvores. Já em Balneário Camboriú, houve registro de quedas de árvores em alguns bairros da cidade, aumento do volume de águas no Rio das Ostras, alagamentos pontuais e queda de telhado.

Queda de árvore em Balneário Camboriú, no Litoral Norte — Foto: Defesa Civil de Balneário Camboriú/Divulgação

Queda de árvore em Balneário Camboriú, no Litoral Norte — Foto: Defesa Civil de Balneário Camboriú/Divulgação

Em Balneário Piçarras, na mesma região, o portal da cidade caiu nesta manhã por conta da ventania.

Balneário Piçarras, no Litoral de SC, nesta manhã  — Foto: Reprodução/NSC TV

Balneário Piçarras, no Litoral de SC, nesta manhã — Foto: Reprodução/NSC TV

Segundo a Marinha, o canal de acesso aos portos de Itajaí e Navegantes foi fechado nesta manhã de quarta.

Já na cidade de Porto Belo, placas também foram arrancadas por conta do vento. Na cidade também houve deslizamento de encostas.

Placas foram arrancadas por conta do vento — Foto: Defesa Civil de Porto Belo/Divulgação

Placas foram arrancadas por conta do vento — Foto: Defesa Civil de Porto Belo/Divulgação

Vale do Itajaí

Na cidade de Timbó, o Corpo de Bombeiros atendeu uma ocorrência de desabamento de parte de uma casa em construção e de um muro no bairro Araponguinhas na noite de terça. Durante o atendimento, os socorristas orientaram para que os moradores de uma residência deixassem o local, pois havia risco iminente da casa vizinha, em construção, cair.

Casa em construção cai sobre residência em Timbó, no Vale do Itajaí — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Casa em construção cai sobre residência em Timbó, no Vale do Itajaí — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Após os moradores deixarem a casa, parte da residência em construção desabou. Os moradores foram encaminhados a um abrigo fornecido pela Defesa Civil e Assistência Social do município. A ocorrência foi atendida por volta das 22h.

Serra

Muro em Lages, na Serra, caiu por conta da chuva — Foto: Defesa Civil de Lages/Divulgação

Muro em Lages, na Serra, caiu por conta da chuva — Foto: Defesa Civil de Lages/Divulgação

 

Em Lages, na noite de terça a Defesa Civil do município atendeu a uma ocorrência de queda de muro no bairro Sagrado coração de Jesus. Ninguém se feriu (imagem acima).

Em Joinville, parte do teto de gesso e do reboco do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) cedeu durante a chuva na noite de terça. O incidente ocorreu devido a uma infiltração na junção com outro prédio. A Defesa Civil deve fazer uma vistoria nesta quarta.

Moradores de uma casa no bairro Vila Cubatão, acionaram a Defesa Civil após a água invadir o imóvel. No bairro Boa Vista, houve um deslizamento de terra em um terreno. Na região central, algumas ruas ficaram alagadas.

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A jovem que expôs seu divórcio no TikTok em busca de apoio e acabou morta pelo ex-marido

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Assassinato seguido de suicídio foi trágico capítulo final da vida de Khan, jovem fotógrafa paquistanesa americana.

Sania Khan adorava fotografar — Foto: SANIA KHAN/via BBC

Após deixar para trás um casamento abusivo, Sania Khan contou que alguns membros da sua comunidade muçulmana no sul da Ásia fizeram com que ela se sentisse “fracassada na vida”. Mas ela encontrou apoio e conforto entre estranhos no TikTok — até que seu ex-marido voltou para assassiná-la.

Suas malas estavam prontas. E ela estava preparada para ser livre.

Em 21 de julho, Sania Khan, então com 29 anos, deixaria Chicago, no Estado americano de Illinois — e o trauma de um relacionamento que não deu certo — para começar um novo capítulo sozinha na sua cidade natal de Chattanooga, no Tennessee (EUA).

Mas, naquele dia, ela voltou para o Tennessee sem vida.

Três dias antes, policiais haviam encontrado Khan caída perto da porta da frente do condomínio de Chicago onde ela vivia com seu ex-marido, Raheel Ahmad, de 36 anos. Ela tinha um ferimento por arma de fogo na parte de trás da cabeça e foi declarada morta no local.

Quando a polícia chegou, Ahmad voltou a arma para si mesmo e atirou, tirando sua própria vida.

Segundo os boletins de ocorrência fornecidos pela polícia ao jornal Chicago Sun-Times, o casal estava “passando por um divórcio” e Ahmad, que havia ido morar em outro Estado durante a separação, viajou cerca de 1.100 km de volta até sua antiga casa “para salvar o casamento”.

O terrível assassinato seguido de suicídio foi o trágico capítulo final da vida de Khan, uma jovem fotógrafa paquistanesa-americana que havia sido recentemente reconhecida pela plataforma TikTok como uma voz das mulheres que lutam contra o trauma do casamento e o estigma do divórcio na comunidade do sul da Ásia.

Sua morte abalou suas amigas e reverberou entre suas seguidoras online e outras mulheres do sul da Ásia, que afirmam que sentem a pressão de permanecer em relacionamentos que não são saudáveis para manter as aparências.

‘Ajudo as pessoas a se apaixonarem’

 

“Ela dizia que seu 29° aniversário seria o seu ano e um novo começo”, afirma BriAnna Williams, sua amiga da universidade. “Ela estava muito animada.”

Para suas amigas, Khan era toda alegria — autêntica, positiva e generosa até demais.

“Era alguém que daria a você a camisa que estava usando”, afirma Mehru Sheikh, com 31 anos, que chamava Khan de sua melhor amiga.

“Mesmo quando enfrentava momentos difíceis na vida, ela era a primeira a ligar e perguntar como você estava.”

No Instagram, no qual ela construiu sua primeira plataforma pública, Khan descrevia sua paixão pela fotografia no seu perfil: “ajudo as pessoas a se apaixonarem por si próprias e entre si em frente à câmera”.

Khan fotografava casamentos, recém-nascidos, chás de bebê e outros acontecimentos, muitas vezes para clientes grandes, mas também para muitos dos seus amigos.

“Era atrás da câmera que ela ganhava viva”, segundo Sheikh. “Ela tinha o dom de fazer as pessoas se sentirem confortáveis em frente à câmera para registrar alegria e emoções naturais.”

Paralelamente, ela buscava o mesmo tipo de alegria na sua própria vida pessoal. Depois de namorar Ahmad por cerca de cinco anos, Khan se casou em junho de 2021 e eles se mudaram para Chicago juntos.

“Eles tiveram um grande e fabuloso casamento paquistanês”, relembra uma amiga de infância. “Mas o casamento foi construído sobre uma base de mentiras e manipulação.”

As amigas de Khan afirmam que Ahmad tinha problemas de saúde mental há muito tempo. O casal passou a maior parte do namoro em um relacionamento à distância antes de se casar. As amigas afirmam que a distância provavelmente obscureceu o tamanho da incompatibilidade do casal.

Os problemas vieram à tona em dezembro, quando Khan disse a uma amiga que Ahmad teve uma crise de saúde mental e que ela se sentia insegura.

A BBC não conseguiu falar com a família de Ahmad. Parentes declararam, por meio das amigas de Khan, que não fariam comentários para esta reportagem.

Cerca de uma dezena de assassinatos seguidos por suicídio ocorrem nos Estados Unidos por semana. E cerca de dois terços deles envolvem parceiros íntimos, segundo o Centro de Política de Violência dos Estados Unidos.

Doenças mentais e problemas de relacionamento são frequentemente identificados entre os principais fatores de risco para as mulheres que enfrentam abuso dos seus parceiros. Especialistas em violência doméstica afirmam que as mulheres enfrentam mais risco de serem mortas por parceiros íntimos quando saem do relacionamento.

O episódio de dezembro convenceu Khan — que, até então, havia mantido em segredo os detalhes do seu relacionamento — a abrir-se sobre seu casamento infeliz, segundo suas amigas.

Elas contaram que Khan discutia as dificuldades do seu casamento, dizendo que seu marido não dormia e, muitas vezes, agia de forma estranha — que ele não atendia aos seus apelos de buscar ajuda ou frequentar terapia e que ela sentia que suas dificuldades com a saúde mental a haviam sobrecarregado.

Sania Khan gostava de passar o tempo com suas amigas — Foto: SANIA KHAN/via BBC

Sania Khan gostava de passar o tempo com suas amigas — Foto: SANIA KHAN/via BBC

Pressão cultural

Amigas de Khan afirmam que, embora dissessem para que ela saísse do casamento, outras pessoas a aconselhavam a permanecer.

BriAnna Williams tem 26 anos de idade e conta que sua velha amiga estava aos prantos quando elas se encontraram pela última vez em Chicago, em maio.

“Ela me disse que o divórcio era considerado uma vergonha e que ela era extremamente solitária”, contou Williams à BBC, relembrando como Khan usava a frase “o que as pessoas vão dizer?”.

Ela própria filha de um casal divorciado, Khan afirmava ter presenciado em primeira mão o estigma que algumas comunidades do sul da Ásia atribuem às mulheres que deixam seus casamentos.

“Existe muita pressão cultural sobre a família afetada e sua impressão para o mundo externo”, afirma Neha Gill, diretora-executiva da Apna Ghar, uma organização com sede em Chicago que fornece serviços culturalmente sensíveis para mulheres predominantemente do sul da Ásia que enfrentam abuso de parceiros íntimos.

Muitas comunidades do sul da Ásia continuam a acreditar que as mulheres são inferiores e precisam ser controladas, segundo Gill: “as culturas são muito comunitárias, de forma que a questão é priorizar a família ou a comunidade sobre a segurança e o bem-estar de uma pessoa.”

Mas, com o apoio de suas amigas, Khan pediu o divórcio e marcou uma audiência para concluir a separação em agosto. Ela também entrou com o pedido de uma ordem de restrição e trocou as fechaduras das portas, segundo suas amigas.

E começou a compartilhar sua história no TikTok, descrevendo-se como a “ovelha negra” da sua comunidade. Segundo uma postagem, “uma mulher do sul da Ásia passar por um divórcio às vezes parece ser um fracasso na vida”.

“Meus familiares me disseram que, se eu deixasse meu marido, estaria deixando Shaytan [o diabo, em árabe] ‘vencer’, que eu me visto como uma prostituta e, se eu voltar para minha cidade natal, eles se matarão”, diz outra postagem.

 

Outra amiga da universidade, Naty, de 28 anos, relembra intensamente a primeira vez em que Khan viralizou na plataforma. Naty pede que seu sobrenome não seja publicado.

“Ela falava alto ao telefone, dizendo que sua missão era falar sobre o relacionamento e liderar as mulheres que saem dos seus casamentos tóxicos”, afirma Naty.

Em cada postagem, Khan encontrava força e consolo, mesmo quando “recebia reações negativas” por divulgar o fim do seu casamento, segundo ela.

Quando Khan morreu, mais de 20 mil pessoas a seguiam no TikTok. Bisma Parvez, mulher paquistanesa-americana muçulmana de 35 anos, era uma delas.

“Eu lembro que, [depois do] primeiro vídeo dela que vi, simplesmente rezei por ela”, conta Parvez. “As mulheres nessas situações ouvem que precisam ter ‘sabr’ [paciência, em árabe] e, em um relacionamento abusivo, paciência não é a resposta.”

Ela lamentou a morte de Khan em um vídeo próprio no TikTok — um dentre muitos compartilhados na plataforma.

Desde então, a conversa só se ampliou. Apna Ghar, a organização contra a violência doméstica de Chicago, afirma que tem planos de promover um painel de discussão virtual para marcar um mês da morte de Khan.

E, entre a onda de amor das amigas e seguidores nas redes sociais, antigos colegas de classe do ensino médio de Khan, na Escola de Artes e Ciências de Chattanooga, formaram uma bolsa de estudos em sua memória.

“É um segredo de todos, mas as redes sociais ajudam a perceber que este é um problema mundial”, afirma Parvez.

“Estamos sempre dizendo às mulheres que se protejam, mas também é importante criar filhos que respeitem as mulheres. Esse treinamento começa em casa e cada lar precisa fazer essa mudança.”

Este texto foi publicado originalmente em https://www.bbc.com/portuguese/geral-62489880

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‘Ele está sentindo muita dor e não consegue enxergar’, diz mãe de criança que levou choque elétrico em escola pública, no DF

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O menino, de 6 anos, que levou um choque nesta segunda-feira (8), em uma escola pública de Ceilândia, no Distrito Federal, está internado em estado grave, no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), com queimaduras de 3º grau. A informação é da mãe de Lucas, a vendedora Kérica Moreira.

“Ele está muito nervoso e sentindo muita dor. Ele não está conseguindo enxergar devido ao inchaço na face”, contou Kérica ao g1.

Lucas é aluno do segundo ano do Ensino Fundamental. Ele levou um choque ao colocar um chaveiro metálico no quadro de energia.

Lucas, de 6 anos, internado no Hran com queimadura de 3ª grau após levar choque em escola do DF — Foto: Arquivo pessoal

Lucas, de 6 anos, internado no Hran com queimadura de 3ª grau após levar choque em escola do DF — Foto: Arquivo pessoal

Em nota enviada na segunda-feira, a Secretaria de Educação afirmou que o aluno “teve queimaduras leves nas mãos” e que “passava bem”. Nesta terça-feira (9), entretanto, a pasta esclareceu que as informações enviadas anteriormente “foram baseadas nas primeiras informações repassadas para a pasta no momento do ocorrido”.

Após o choque, o menino foi levado pelos bombeiros para o Hospital Regional de Ceilândia (HRC) e, depois, transferido para o Hospital Regional da Asa Norte (Hran), referência no atendimento a queimados. Segundo o Corpo de Bombeiros, a criança estava “muito agitada” e se queixava de “dor intensa”.

Acidente foi no pátio da escola

 

Quadro de energia onde criança levou choque, na Escola Classe 35 de Ceilândia, no DF — Foto: TV Globo/Reprodução

Quadro de energia onde criança levou choque, na Escola Classe 35 de Ceilândia, no DF — Foto: TV Globo/Reprodução

O quadro de energia elétrica onde Lucas levou o choque fica no pátio da escola, em um local onde os alunos circulam livremente. Na hora em que a criança colocou o chaveiro não havia nenhum tipo de proteção que impedisse as crianças de chegarem perto.

Segundo a Secretaria de Educação, a caixa fica trancada com cadeado. Mas, no momento do incidente, “a equipe de manutenção elétrica estava utilizando a caixa e, por um descuido, a deixou aberta”.

A pasta ainda disse que “irá acompanhar o caso e prestar todo o suporte necessário para o aluno e familiares”.

G1

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Policial é agredido por adolescente em escola de gestão compartilhada com a PM na Estrutural, no DF

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Um policial militar foi agredido, na tarde desta terça-feira (9), no Centro Educacional (CED) 1 da Estrutural, no Distrito Federal. Segundo a major Isabela Almeida, gestora do projeto das escolas cívico-militares na PMDF, o militar levou uma cotovelada de um aluno durante uma confusão.

De acordo com a Secretaria de Educação, quatro adolescentes, sendo três que já tinham sido transferidos da unidade por indisciplina, entraram no colégio. Dois deles se envolveram no episódio de agressão ao policial militar.

A pasta afirma que os jovens entraram pelo portão do estacionamento. Eles foram vistos por professores e, em seguida, policiais pediram que deixassem o colégio. Nesse momento, houve uma confusão.

“Durante a situação, dois desses estudantes foram até o banheiro, onde quebraram um vaso sanitário e depois agrediram um policial militar”, diz a Secretaria de Educação, em nota.

Os jovens foram levados para a Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA I), na Asa Norte, para registro da ocorrência. Segundo a polícia, eles têm passagens na corporação por crimes análogos a depredação de patrimônio público e agressão.

Já a direção do CED 1 informou que os pais e responsáveis pelos estudantes envolvidos já foram comunicados do ocorrido e que tomará as providências cabíveis.

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Homem que matou colega de trabalho após discussão por esbarrão é preso no DF; vídeo mostra crime

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Thales Costa do Amaral, de 25 anos, foi detido nesta terça-feira (9), seis dias após assassinato de Diogo Reis Pereira, de 35 anos. Homicídio ocorreu em depósito de loja de materiais de construção, em Taguatinga.

Thales Costa do Amaral foi preso suspeito de matar um colega de trabalho após uma discussão por um esbarrão, no DF — Foto: PCDF/Divulgação

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu, nesta terça-feira (9), o homem que matou um colega de trabalho após uma discussão por um esbarrão, no dia 3 de agosto. Thales Costa do Amaral, de 25 anos, atirou várias vezes contra Diogo Reis Pereira, de 35 anos, no depósito de uma loja de materiais de construção, em Taguatinga Norte.

O suspeito foi detido após a expedição de um mandado de prisão preventiva, por tempo indeterminado. Thales Costa do Amaral estava foragido e tem antecedentes criminais pela prática de crimes violentos. Ele não entregou a arma usada no crime e permaneceu calado, por orientação do advogado.

A investigação foi realizada pela 17ª Delegacia de Polícia, em Taguatinga. Diogo e Thales trabalhavam descarregando caminhões que chegavam ao depósito. Segundo testemunhas, a discussão entre eles começou porque a vítima teria esbarrado no agressor com uma barra de ferro.

Mesmo depois de encerrada a discussão, Thales voltou e matou o colega. As imagens das câmeras de segurança do dia do crime mostram a vítima parada. Em seguida, o agressor se aproximou com uma arma.

No vídeo, é possível ver que Diogo Reis Pereira correu, mas foi atingido por diversos disparos. Cambaleando, ele caminhou até uma pilha de caixas e tentou se apoiar, mas caiu no chão. O criminoso apareceu, então, fugindo correndo.

‘Não mata o meu filho’

 

Diogo Reis Ferreira, de 35 anos, foi morto por colega de trabalho no DF — Foto: TV Globo/Reprodução

Diogo Reis Ferreira, de 35 anos, foi morto por colega de trabalho no DF — Foto: TV Globo/Reprodução

A vítima foi atingida nas costas e na perna. Diogo chegou a ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local. O pai dele, que também trabalha no depósito, viu toda a ação.

“Eu pedi para ele. Ele passou perto de mim com a arma, e eu falei: ‘Cara, não faz isso, não. Não mata o meu filho. Pelo amor de deus’. E ele simplesmente não deu ouvidos. Alvejou meu filho, meu filho correu e ele atirando pelas costas”, disse o homem, que não quis se identificar, à TV Globo.

O pai da vítima pede justiça. “Ele não acabou só com a vida do meu filho, ele acabou com minha vida. Ele estragou uma família. Eu acho que não é justo acontecer um negócio desses. Eu quero uma resposta da polícia. Não pode ficar assim”, diz.

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PF e Receita fazem operação contra importação irregular de eletrônicos

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Criminosos atuavam no Paraná e lavaram mais de R$ 420 milhões

Cerimônia de inauguração da nova sede da Polícia Federal, em Brasília.

A Polícia Federal (PF) e a Receita Federal deflagraram hoje (9) a operação Modo Avião. É para desmantelar, no Paraná, uma organização criminosa suspeita de ter feito lavagem de dinheiro e importação irregular de produtos eletrônicos.

Segundo a PF, 240 policiais federais e 60 servidores da Receita Federal cumprem, nesta manhã, 56 mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva nos estados do Paraná, São Paulo e Ceará. Mais de R$ 428 milhões estão sendo bloqueados em contas bancárias usadas por integrantes do grupo e por empresas envolvidas no esquema de lavagem de dinheiro.

“Durante as investigações foram apreendidas dezenas de carregamentos de produtos eletrônicos importados ilegalmente”, informou a PF ao estimar prejuízos superiores a R$ 420 milhões em decorrência das irregularidades.

Caso sejam condenados, os suspeitos poderão responder pelos crimes de descaminho, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa. As penas máximas somadas podem chegar a 22 anos de reclusão.

(Agência Brasil)

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