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segunda-feira, 11/05/2026

Lucro da Telefônica Brasil sobe 19,2% no 1º trimestre

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A Telefônica Brasil, empresa responsável pela Vivo, registrou um aumento de 19,2% no seu lucro líquido no primeiro trimestre de 2026 em comparação com o mesmo período do ano anterior, alcançando R$ 1,261 bilhão.

De acordo com a empresa, este foi o maior crescimento registrado desde o início de 2024, impulsionado pelo avanço dos negócios nos setores móvel e fixo.

O Ebitda, que representa o lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização, cresceu 8,9% na comparação anual, atingindo R$ 6,209 bilhões. A margem Ebitda subiu 0,5 ponto percentual, chegando a 40,2%.

A receita operacional líquida aumentou 7,4%, totalizando R$ 15,457 bilhões, com destaque para o segmento móvel, que cresceu 6,6%, e o segmento fixo, que avançou 5,1%. No segmento móvel, a receita do pré-pago caiu 1%, enquanto a do pós-pago subiu 7,8%.

Os custos totais da operação subiram 6,5%, chegando a R$ 9,248 bilhões.

As despesas com pessoal cresceram 7,7%, totalizando R$ 1,668 bilhão, devido a contratações e reajustes. A provisão para créditos de difícil recuperação (PDD) aumentou 13,2%, alcançando R$ 435 milhões, influenciada por um cliente corporativo, sem aumento da inadimplência entre consumidores finais.

O resultado financeiro, que é o saldo entre receitas e despesas financeiras, apresentou uma despesa de R$ 720 milhões, aumentando 26,6%. Este resultado decorre de maior endividamento após a compra da FiBrasil e do crescimento dos passivos de arrendamento, seguindo a estratégia de expansão da rede.

Os investimentos no trimestre somaram R$ 2,048 bilhões, um aumento de 9,6% em relação ao ano anterior, focados principalmente na ampliação da rede 5G, já presente em 905 cidades e cobrindo 71% da população.

O fluxo de caixa livre alcançou R$ 2,200 bilhões, com alta de 3,6%, impulsionado pelo crescimento do Ebitda e pela redução do consumo de capital circulante.

A dívida líquida da Telefônica Brasil ao final do primeiro trimestre foi de R$ 10,542 bilhões, uma queda de 19,6% em relação ao último trimestre do ano passado, com alavancagem (relação entre dívida líquida e Ebitda) de 0,4 vez, demonstrando o fortalecimento contínuo do balanço da empresa.

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