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quinta-feira, 07/05/2026

Investigação da morte de servidora da DPDF é finalizada sem apontar culpados

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Após quase três anos da morte da servidora pública Cinthia Maria Santos Domingues de Oliveira, 42 anos, a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) encerrou a investigação sobre o caso, sem apontar responsáveis.

De acordo com o relatório, as provas reunidas mostram que não há indícios de crime cometido por terceiros, não existindo motivos para acusar alguém.

Durante a apuração, foram ouvidos o companheiro da servidora e vizinhos, que relataram que não havia histórico de brigas ou discussões na relação.

O relatório destaca que “não foram encontrados sinais de violência física, vestígios de luta corporal, indícios de arrombamento ou qualquer outro elemento indicando ação externa. Na verdade, os dados indicam um quadro de vulnerabilidade psíquica da vítima, associado ao uso de remédios sedativos, que está alinhado com a hipótese inicial levantada”.

Relacionamento conturbado

Cinthia Maria Santos Domingues de Oliveira foi encontrada morta em seu quarto no apartamento onde vivia com o companheiro, no Guará II, em setembro de 2023. Equipes do Corpo de Bombeiros e do serviço de emergência tentaram reanimá-la, mas sem sucesso.

Pessoas próximas relataram que a servidora vivia um relacionamento abusivo, com agressões físicas e discussões constantes.

Porém, a análise dos dados dos celulares envolvidos no caso mostrou que não havia evidências de violência física ou ameaça, apenas conflitos comuns em relações interpessoais e questões financeiras.

O delegado responsável, Marcos Paulo Loures, concluiu que não há fundamentos para indiciamento e decidiu encerrar o inquérito policial sem acusações, devido à ausência de provas de infração penal.

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