Nossa rede

Tecnologia

Home office, Facebook renova linha Portal, de videochamada

Publicado

dia

O aparelho que aglomera funcionalidades do iPad e Alexa ganhou atualizações para tentar a sorte, mais uma vez, no mercado de assistentes virtuais e tablets

Exposição de dispositivo de video chamadas Portal, do Facebook. (Foto/Reuters)

O Facebook anunciou nesta terça-feira, 21, dois novos modelos do combalido aparelho de videochamadas Portal, incluindo uma versão portátil da primeira versão do dispositivo.

Apesar de companhia demonstrar que o foco do dispositivo é o mundo corporativo, o Facebook já não teve sucesso na primeira investida do produto em 2018, e agora tenta retornar à tarefa de convencer os compradores de que eles precisam de um modelo do tipo.

O desafio é competir com o fato de que tablets têm os mesmos recursos de um Portal, e já existe uma certa hegemonia de assistentes virtuais de outras marcas nos lares dos consumidores em potencial.

As atualizações anunciadas nesta terça-feira incluem um “modo doméstico”, que permite compartilhar tela e controlar o acesso aos contatos e apps. A empresa também introduziu um recurso que permite ao usuário assistir à TV por meio do aparelho com outros que não estejam usando o Portal.

O Facebook afirmou que o portátil Portal Go vai custar 199 dólares e a versão de tela maior, Portal+, a mais recente geração do aparelho, vai custar 349 dólares.

A rede social também afirmou que vai começar a incluir suporte ao Microsoft Teams no Portal em dezembro.

O Facebook lançou em agosto o teste de um aplicativo remoto de realidade virtual em que usuários do óculos Quest 2 podem realizar reuniões adotando a forma de avatares de si mesmos.

(Com Reuters)

 

Tecnologia

Intel se une ao Google para desenvolver chips para computação em nuvem

Publicado

dia

Por

O novo processador, que se chama Mount Evans, deve ter funções dedicadas para garantir segurança contra hackers

Logotipo da Intel (Reuters/Reuters)

Intel e Google Cloud anunciaram na quarta-feira, 27, que vão trabalhar juntas para criar uma nova categoria de chip que a Intel espera se tornar um produto popular no crescente mercado de computação em nuvem.

O novo chip, que se chama Mount Evans, será vendido para terceiros além do Google. Para provedores de data centers, tarefas como configurar as máquinas virtuais e colocar os dados do cliente no lugar certo são essencialmente despesas diretas. O chip Mount Evans, que Google e Intel apelidaram de “unidade de processamento de infraestrutura” (IPU), separa essas tarefas das principais etapas da computação e as acelera. Isso também ajuda a garantir a segurança dessas funções contra hackers e adiciona flexibilidade ao data center.

“Vemos isso como estrategicamente vital. É uma área extremamente importante para nós e para o data center”, disse Nick McKeown, vice-presidente sênior do grupo de rede e computação edge da Intel, à Reuters.

A fabricante de chips não é a única empresa que fabrica chips de infraestrutura. Nvidia Corp e Marvell Technology têm ofertas semelhantes, mas ligeiramente diferentes.

Mas a Intel e o Google estão trabalhando juntos em um conjunto de ferramentas de software que será lançado gratuitamente na esperança de tornarem a versão do chip da Intel um padrão mais amplo da indústria, usado além dos data centers do Google.

Amin Vahdat, vice-presidente de engenharia do Google, disse que a empresa espera estimular uma tendência tecnológica que torne mais fácil para todos os operadores de data center serem mais flexíveis sobre como dividir seus servidores físicos em virtuais para se adequarem a qualquer tipo de computação.

“A questão básica sobre o que é um servidor vai além do que está dentro da caixa de metal. A IPU vai desempenhar um papel central lá”, disse Vahdat.

Ver mais

Tecnologia

Botes autodirigíveis estão prontos para teste nos canais de Amsterdã

Publicado

dia

Por

A inovação deve ajudar na logística da cidade e também na movimentação de pessoas

Pesquisadores experimentam barcos autônomos, os ” Roboats” nas vias navegáveis de Amsterdã, na Holanda (Piroschka van de Wouw/Reuters)

Visitantes de Amsterdã logo devem ver embarcações autônomas do tamanho de um carro navegando silenciosamente por seus antigos canais, transportando passageiros, mercadorias ou lixo.

Será o “roboat” movido a eletricidade, um nome mais atraente do que “veículo flutuante autônomo” para um projeto que em breve iniciará viagens de teste destinadas a melhorar as opções de transporte da cidade.

“Temos muito tráfego rodoviário e congestionamento, por causa do comércio eletrônico e logística desordenando as pequenas ruas da cidade”, disse Stephan van Dijk, diretor de Inovação do Instituto de Soluções Metropolitanas Avançadas de Amsterdã, que projeta o roboat com o Instituto de Massachusetts de Tecnologia (MIT).

“Ao mesmo tempo temos muita água nos canais … Então desenvolvemos um navio autônomo para ajudar na logística da cidade e também na movimentação de pessoas”.

A cidade, que está apoiando o projeto, considera locais para um projeto piloto de coleta de lixo a partir do início do próximo ano, disse Van Dijk.

Abaixo da linha d’água, ele funciona como um drone de cabeça para baixo: duas hélices, dianteira e traseira, e dois propulsores de cada lado da proa, permitem que ele manobre com agilidade, incluindo atracação suave que deixaria a maioria dos comandantes humanos envergonhados.

Imagens a laser na frente, sistemas GPS na frente e atrás e várias câmeras nas laterais ajudam no posicionamento. A programação do roboat é feita a partir de computadores em terra.

O roboat não tem permissão para entrar no tráfego aquático da cidade com passageiros. Mas no longo prazo, o chassi de tamanho médio e ligeiramente quadrado da nave de 1.200 kg pode ser usado para modelos de passageiros, lixo e transporte, e foi desenvolvido para que os Roboats possam se conectar.

Ver mais

Tecnologia

Black Friday: as empresas que mais gastam com publicidade na data

Publicado

dia

Por

Pesquisa da consultoria Kantar mostra que gastos com publicidade crescem em novembro; tendência deve se manter em 2021

Black Friday: gastos com publicidade crescem em novembro e Amazon e Casas Bahia lideram (Violeta Stoimenova/Getty Images)

Com a aproximação da Black Friday, que neste ano acontece em 26 de novembro, algumas marcas já queimam a largada quando o assunto é investimento em publicidade. Apostando no potencial da segunda vez em que a data acontece na pandemia, empresas estão dispostas a gastar até 43% a mais em publicidade. É o que mostra a pesquisa Data Stories, da Kantar IBOPE Media, braço de pesquisas da consultoria Kantar.

O relatório traz dados sobre como funciona a compra de propaganda nessa época, com informações relativas à última edição da Black Friday. O crescimento de 43% em compra de espaços publicitários aconteceu em novembro de 2020, quando comparado o volume de compras de janeiro a outubro.

Para este ano, não espera-se menos. A conclusão é que, além de aumentarem os cheques de publicidade, empresas também costumam concentrar esses investimentos. No último ano, 10% de todas as aquisições de publicidade aconteceram em novembro, somando 358 milhões de reais.

De outubro para novembro, alguns setores também costumam tradicionalmente gastar mais com campanhas. São eles: telecomunicação, turismo, comércio, serviços, imobiliário e eletrônicos e informática.

O que esperar da Black Friday

A popularidade cada vez da Black Friday tem tornado a data não apenas em um dos epicentros do varejo nacional, mas também no período que mais concentra investimentos publicitários no ano, superando até mesmo o Natal. A tendência é que isso se mantenha em 2021.

De forma geral, os varejistas que mais investiram em publicidade para a Black Friday em 2020 e que devem despontar nessa frente em 2021 são Amazon, Casas Bahia, Lojas Americanas, Magazine Luiza e Mercado Livre.

A mesma tendência de antecipação dos gastos pode ser vista neste ano, segundo a pesquisa. Algumas das varejistas que mais gastaram com publicidade em 2020 já começaram a se preparar para a data este ano. É o exemplo do Magazine Luiza, que no ano passado chamou o período de “Black das Blacks”, e agora já prepara shows com personalidades da música e da televisão.

Nos planos das marcas estão comunicações sobre descontos em produtos e serviços, nas unidades físicas ou digitais, e contagens regressivas, por exemplo.

Diferente do ano passado, o relatório agora chama a atenção para o potencial do setor de turismo na próxima edição da Black Friday. A alta está relacionada à retomada das viagens e eventos.

Televisão ainda lidera

Os comerciais televisivos são a preferência de grande parte das marcas durante o mês de novembro. Nessa época do ano, as empresas deixam de lado o investimento em publicidades veiculadas em canais digitais e decidem concentrar seus comerciais em canais de televisão, a fim de atingir o grande público. Segundo a pesquisa da Kantar, 58% de todo o investimento em publicidade em novembro acontece na TV.

Ver mais

Tecnologia

Apple inclui fornecedores em compromisso de energia limpa

Publicado

dia

Por

As empresas devem se comprometer a usar fontes de energia como solar ou eólica

(Barcroft Media via Getty Images)

A Apple disse nesta quarta-feira que 175 de seus fornecedores se comprometeram a usar energia renovável para o trabalho que fazem para a companhia, ajudando a trazer mais de 9 gigawatts de energia limpa para as redes elétricas.

As empresas devem se comprometer a usar fontes de energia como solar ou eólica, o que faz parte dos esforços da Apple anunciados no ano passado para que seus produtos tenham o que chama de impacto climático “líquido zero”. Entre a nova rodada de fornecedores está a SK Hynix da Coreia do Sul, que fornece chips de memória para dispositivos Apple e será uma das primeiras empresas coreanas a aderir ao programa da empresa.

Também se juntará ao fabricante franco-italiano de chips STMicroelectronics, um dos principais fornecedores de sensores e outros chips para iPhones que, segundo a Apple, iniciou nove novos projetos de energia renovável desde que se comprometeu com o programa. A Apple agora tem fornecedores no programa em 24 países, incluindo Índia, Japão e Coreia do Sul.

A empresa também anunciou que estava fornecendo financiamento para 10 projetos menores de energia renovável com o objetivo de ajudar comunidades com poucos recursos.

Ver mais

Tecnologia

UE pode limitar serviços de nuvem para frear empresas como Google e Amazon

Publicado

dia

Por

Um estudo sobre a nova lei antitruste da União Europeia, que busca mitigar o domínio das gigantes da tecnologia, alerta que o dispositivo ainda está tolerante com práticas abusivas na oferta de computação em nuvem

Gigantes da tecnologia: Google, Apple, Facebook, Amazon e Microsoft (GettyImages/Getty Images)

O esboço das regras da União Europeia para limitar o poder de Amazon, Apple, Google, unidade da Alphabet, e Facebook também deve abordar provedores de serviços de computação em nuvem para possíveis práticas anticoncorrenciais, disse um estudo do Comitê de Concorrência da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, na terça-feira, 26.

O relatório surge em meio a preocupações de que alguns legisladores da União Europeia que estão revisando o Digital Markets Act (DMA) proposto pela chefe antitruste do bloco, Margrethe Vestager, possam ser tolerantes com as empresas de computação em nuvem.

O Amazon Web Services foi o provedor líder no segundo trimestre, seguido por Azure, da Microsoft, e Google Cloud, segundo a empresa de pesquisa de mercado Statista. Outros incluem IBM Cloud, Alibaba Cloud, Salesforce e Oracle.

Frederic Jenny, presidente do Comitê, elaborou o estudo, a título pessoal, para a entidade comercial Cloud Infrastructure Services Providers in Europe (CISPE). Jenny disse que o estudo entrevistou cerca de 25 empresas que usam serviços de computação em nuvem, algumas das quais citaram questões como termos de licença injustos que obrigam os clientes a pagar novamente para usar um software que já possuem quando mudam para um concorrente.

Os entrevistados também estavam preocupados com o fato de os fornecedores agruparem produtos de software com sua infraestrutura em nuvem para tornar os produtos rivais menos atraentes ou mais caros. Google, Oracle e SAP não quiseram comentar. A Microsoft e a Amazon não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.
Os legisladores da UE precisam discutir o projeto do DMA com os países da União Europeia antes que se torne lei, possivelmente em 2023.
Ver mais

Tecnologia

Google e Microsoft dão continuidade à temporada de resultados das big tech

Publicado

dia

Por

Apesar da queda que as redes sociais tiveram em seus resultados, Google e Microsoft devem ter bom momento por adesão crescente da computação em nuvem

Microsoft: empresa deve aproveitar bom momento do mercado de computação em nuvem (Bloomberg / Colaborador/Getty Images)

Não é um trimestre fácil para as gigantes de tecnologia que vivem de vender anúncios online. Na semana passada, a Snap, desenvolvedora do Snapchat, deu o tom de que seria uma temporada de balanços complicada: trouxe resultados abaixo do esperado e as ações despencaram 22%. As vendas do Facebook,divulgadas ontem, também vieram abaixo das expectativas.

Como fica o cenário para Google e Microsoft, duas das das gigantes que trazem seus resultados a analistas e investidores nesta terça-feira, 26? Se Snap e Facebook estão sendo impactadas por novas políticas de privacidade nos iPhone, instauradas pela Apple, a realidade não poderia ser mais diferente para Google e Microsoft.

As duas empresas devem continuar se aproveitando do bom momento no mercado de computação em nuvem, com cada vez mais empresas procurando soluções de digitalização de negócios.Outros negócios, como o LinkedIn e o Xbox, na Microsoft, e as divisões Android e Nest (de produtos inteligentes para casa), no Google, devem se beneficiar do atual momento de reaquecimento de mercados pelo mundo, ajudando as duas empresas a traçar um panorama diferente das redes sociais até aqui.

É esperado um faturamento de 63,4 bilhões de dólares no Google, e 43,8 bilhões de dólares na Microsoft.

O mercado de tecnologia segue aquecido, ontem a Tesla alcançou o valor de mercado de 1 trilhão de dólares, se juntando na marca justamente a Google e Microsoft. O bom momento das gigantes de tecnologia deve continuar, apesar de alguns percalços.

 

Ver mais
Publicidade

Escolha o assunto

Publicidade
Publicidade

Viu isso?