O Estadão recebeu R$ 1,12 milhão do Banco Master por divulgar publicidade institucional e campanhas do banco. O jornal confirmou que os valores foram negociados com Daniel Vorcaro, incluindo campanhas para captação de clientes e abertura de contas.
O montante inclui o patrocínio da cobertura do GP Brasil de Fórmula 1, mídia digital e informes publicitários, mas não contempla eventos patrocinados pelo banco. Os contratos vão de 2021 a 2025.
Detalhes dos valores e serviços contratados
- R$ 200 mil para compra de mídia institucional;
- R$ 25.894 para campanhas de abertura de conta;
- R$ 302.074 para patrocínio da cobertura do GP Brasil de Fórmula 1;
- R$ 312.032 em mídia digital;
- R$ 280 mil em informes publicitários.
Daniel Vorcaro foi preso em 2025, acusado de fraudes no sistema financeiro. O Estadão informa que os valores são brutos e refletem negociações reais, sem violar práticas de mercado. Essa informação não pode ser verificada pois os contratos são privados, mas surgiram porque o banco está sendo investigado pela Polícia Federal.
A relação do Estadão com o grupo de Vorcaro vai além da publicidade. O jornal contou com investimentos de grandes bancos como Itaú, Santander e Bradesco, que aplicaram R$ 45 milhões para evitar a insolvência do veículo.
Outros investimentos, totalizando R$ 142,5 milhões desde 2024, vieram de empresas privadas. Os investidores têm três das seis cadeiras no conselho de administração do Estadão, com poder de veto em decisões estratégicas.
O conselho de administração, que assume decisões importantes, inclui pelos investidores Marcelo Pereira Malta de Araújo, Marco Bologna e Tito Enrique da Silva Neto. Pelo jornal, fazem parte Francisco de Mesquita Neto, Roberto Crissiuma Mesquita e Manoel Lemos.
