A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) realizará, na próxima terça-feira (4), a 36ª edição do Dia da Mulher. Após uma pausa em julho para melhorias, a iniciativa retorna como parte da campanha Agosto Lilás, que visa combater a violência contra a mulher e ampliar o acesso a informações, direitos e serviços de apoio.
O atendimento será das 8h às 14h, no Núcleo de Assistência Jurídica Central (Nuclão), localizado no Setor Comercial Norte (SCN), Quadra 1, Bloco G, Loja 1, no Edifício Rossi Esplanada Business. Nesta edição, o projeto apresenta uma nova identidade visual e contará, pela primeira vez, com um intérprete de Libras, garantindo maior acessibilidade para mulheres com deficiência auditiva.
Durante o evento, serão oferecidos atendimentos jurídicos, orientações e acolhimento às participantes. Serviços gratuitos de instituições parceiras nas áreas de assistência social, saúde, cidadania e bem-estar também estarão disponíveis. A ideia é reunir diferentes formas de apoio em um único local, promovendo um atendimento integrado e humano.
A programação inclui o Bazar da Mulher, uma iniciativa mensal que oferece roupas, calçados e acessórios gratuitamente para mulheres em situação de vulnerabilidade social.
A Defensoria também reforçará a divulgação dos canais para denúncias de violência contra a mulher, incluindo o Ligue 180, um serviço gratuito disponível 24 horas, e atendimento via WhatsApp pelo número (61) 9610-0180.
A subdefensora pública-geral e coordenadora da ação, Nathália Sant’Ana de Rosa, destacou a importância da campanha para fortalecer a rede de proteção. “O Agosto Lilás é uma oportunidade essencial para dar visibilidade à violência contra a mulher e fortalecer a atuação integrada da rede de proteção. Na DPDF, trabalhamos para garantir não apenas o acesso à informação, mas também acolhimento qualificado e ações concretas que contribuam para a autonomia e a segurança dessas mulheres”, afirmou.
Durante todo o mês de agosto, a DPDF promoverá outras atividades para conscientizar e fortalecer a rede de proteção, reforçando que o combate à violência contra a mulher depende da colaboração entre o poder público e a sociedade.
