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terça-feira, 19/05/2026

Déficit primário de 2026 cai para R$ 57,8 bilhões, diz Prisma Fiscal

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A previsão do déficit primário do Governo Central para 2026 caiu de R$ 59,019 bilhões em abril para R$ 57,827 bilhões em maio, segundo o Prisma Fiscal. Para 2027, a estimativa foi reduzida de R$ 50,359 bilhões para R$ 47,965 bilhões. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda nesta segunda-feira, 18, com coleta de informações até o 5º dia útil de maio.

De acordo com a SPE, após considerar as deduções temporárias permitidas pelo arcabouço fiscal — que incluem precatórios, gastos com educação e saúde, e defesa nacional — a previsão dos agentes de mercado para o resultado primário ficou positiva em R$ 3,5 bilhões, ainda dentro do limite de tolerância.

A meta fiscal para este ano é um superávit de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), com uma margem de tolerância de 0,25 ponto.

Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG)

Os economistas consultados pela SPE também ajustaram para baixo as estimativas da Dívida Bruta do Governo Geral como proporção do PIB. A mediana para o final de 2026 caiu de 83,28% para 83,0%, enquanto a projeção para 2027 passou de 86,60% para 86,45%. Já a previsão para o déficit nominal do governo central em 2023 subiu de R$ 1,016 trilhão para R$ 1,051 trilhão.

A arrecadação federal projetada aumentou, passando de R$ 3,121 trilhões para R$ 3,141 trilhões em 2026, e de R$ 3,300 trilhões para R$ 3,333 trilhões em 2027. Como resultado, a Receita Corrente Líquida (RCL) do governo central foi revisada para cima, de R$ 2,537 trilhões para R$ 2,560 trilhões em 2023, e de R$ 2,682 trilhões para R$ 2,718 trilhões em 2024.

As despesas totais do Governo Central também foram atualizadas, subindo de R$ 2,597 trilhões para R$ 2,615 trilhões em 2026 e de R$ 2,733 trilhões para R$ 2,756 trilhões em 2027.

Estadão Conteúdo

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